Vulvodínia Florianópolis, Santa Catarina

Informações sobre Vulvodínia em Florianópolis. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Vulvodínia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Florianópolis.

Saúde Santa Mônica
(48) 3879-1377
Avenida Madre Benvenuta 1377
Florianópolis, Santa Catarina
 
Nas Núcleo de Atenção A Saúde
(48) 3216-8222
Rua Madalena Barbi 204
Florianópolis, Santa Catarina
 
Unicardio Serviços Médicos
(48) 3028-2300
Rua Almirante Lamego, 800
Florianópolis, Santa Catarina
 
André Cesconeto Evangelista
(48) 3024-8993
Rua Felipe Schmidt 390 s 408
Florianópolis, Santa Catarina
 
Florianópolis Clínicas
(48) 3952-4000
Rua Vidal Ramos 110 s 302
Florianópolis, Santa Catarina
 
Clínica Médica da Lagoa
(48) 3226-1000
Rua Laurindo Januário da Silveira 433
Florianópolis, Santa Catarina
 
Conmed
(48) 3223-6641
Rua Esteves Júnior 366 - 8 sl 801
Florianópolis, Santa Catarina
 
Rede Feminina de Combate Ao Câncer
(48) 3224-1398
Rua Rui Barbosa 736
Florianópolis, Santa Catarina
 
Usuy Clínica Médica
(48) 3028-1381
Rua Sebastião Laurentino da Silva 126
Florianópolis, Santa Catarina
 
Endogastro
(48) 3224-8899
Rua Menino Deus 63 s 506
Florianópolis, Santa Catarina
 

Vulvodínia

A vulvodínia, ou vestibulite vulvar consiste na dor ou sensação de queimação na área ao redor da abertura da vulva sem que haja um motivo aparente, como alguma desordem cutânea ou infecção.Existem dois tipos de vulvodínia. São elas:Vulvodínia generalizada: presença de dor em distintas partes da vulva em momentos diferentes. Essa dor pode ser constante ou surgir somente em determinados momentos. O toque ou pressão sobre a área afeta pode ou não desencadeá-la.Síndrome vestibulitis vulvar: é a dor no vestíbulo vulvar, que é a entrada da vulva. Em muitos casos, este tipo de vulvodínia surge somente após toque ou pressão nessa região, como, por exemplo, durante a relação sexual.Até o momento não se sabe a real causa da vulvodínia. No entanto, pesquisadores acreditam que as possíveis causas incluam:Lesão ou irritação no nervo que inerva a vulva;Resposta anormal das células vulvares para infecções ou traumas;Fatores genéticos que levam a uma resposta inadequada à inflamação crônica;Hipersensibilidade a infecções fúngicas;Espasmos musculares;Alergia ou irritações a produtos químicos ou outras substâncias;Alterações hormonais;Histórico de abuso sexual;Uso constante de antibióticos.A manifestação clínica clássica da vulvodínia é a dor, que pode caracteriza-se por uma sensação de queimação, de picadas ou de facadas na vulva, podendo vir acompanhada de prurido. Pode ser constante, intermitente ou surgir somente ao toque. Essa sensação dolorosa pode ocorrer durante a relação sexual, introdução de tampões vaginais ou em casos de prolongada aplicação de pressão sobre a vulva, como, por exemplo, ao andar de bicicleta.O diagnóstico é feito por meio de exclusão e deve ser baseado no quadro clínico típico apresentado pela paciente, juntamente com um exame clínico.O diagnóstico diferencial envolve:Infecções, como HPV, candidíase e herpes;Inflamações, como o líquen plano;Neoplasias, como carcinoma vulvar e doença de Paget;Desordens neurológicas, como é o caso neuralgias secundárias ao herpesvírus, além de lesão do nervo espinhal.Não existe um único tratamento que resolva a vulvodínia. Pacientes têm descrito que um conjunto de diferentes terapias tem levado à melhora dos sintomas. O tratamento inclui:Evitar usar calcinhas de material sintético, bem como procurar evitar substâncias que irritem a vulva, como xampus, sabonetes, duchas, dentre outros. Procure lavar a região genital somente com água fria, secando-a delicadamente;Usar lubrificantes em relações sexuais ou no dia-a-dia para minimizar a irritação;Adotar uma dieta pobre em oxalato, pois quando os mesmos estão presentes em níveis elevados na urina, podem agravar a irritação;Existem alguns medicamentos que podem auxiliar no alívio dos sintomas, como uso de cremes e géis lidocaína; fármacos orais, como antidepressivos tricíclicos ou anticonvulsivantes que podem ajudar a diminuir a dor crônica, além dos anti-histamínicos, que podem reduzir o prurido;A terapia de biofeedback, que ajuda a paciente a reduzir a dor, ensinando-lhe como controlar respostas específicas do corpo;Fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico;Bloqueio dos nervos, em casos de pacientes que não respondem bem a outras formas de tratamento;Cirurgia nos casos em que as áreas dolorosas limitam-se, especificamente, ao anel himenal.Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Vulvodyniahttp://www.mayoclinic.com/health/vulvodynia/DS00159http://vulvalpainsociety.org/vps/index.php/vulval-conditions/vulvodynia