Vulvodínia Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Vulvodínia em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Vulvodínia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Clínica Profª Maria Anunciada
(82) 3521-6500
Rua Monsenhor Macedo 362 c A
Arapiraca, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Cmi Consultórios Médicos Integrados
(82) 3522-3388
Rua Fernandes Lima, 345
Arapiraca, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 
Otomed Alagoas
(82) 3539-1114
Rua 30 de Outubro 121
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Ciam
(82) 3522-2533
Avenida Pedro Leão 119
Arapiraca, Alagoas
 
Santa Fé Medical Center
(82) 3482-7133
Rua Esperidião Rodrigues 103
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Imagem
(82) 3521-6192
Rua São Domingos 115
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 
Espaço Fisio & Saúde
(82) 3529-9600
Rua Nossa Senhora de Fátima 218
Arapiraca, Alagoas
 

Vulvodínia

A vulvodínia, ou vestibulite vulvar consiste na dor ou sensação de queimação na área ao redor da abertura da vulva sem que haja um motivo aparente, como alguma desordem cutânea ou infecção.Existem dois tipos de vulvodínia. São elas:Vulvodínia generalizada: presença de dor em distintas partes da vulva em momentos diferentes. Essa dor pode ser constante ou surgir somente em determinados momentos. O toque ou pressão sobre a área afeta pode ou não desencadeá-la.Síndrome vestibulitis vulvar: é a dor no vestíbulo vulvar, que é a entrada da vulva. Em muitos casos, este tipo de vulvodínia surge somente após toque ou pressão nessa região, como, por exemplo, durante a relação sexual.Até o momento não se sabe a real causa da vulvodínia. No entanto, pesquisadores acreditam que as possíveis causas incluam:Lesão ou irritação no nervo que inerva a vulva;Resposta anormal das células vulvares para infecções ou traumas;Fatores genéticos que levam a uma resposta inadequada à inflamação crônica;Hipersensibilidade a infecções fúngicas;Espasmos musculares;Alergia ou irritações a produtos químicos ou outras substâncias;Alterações hormonais;Histórico de abuso sexual;Uso constante de antibióticos.A manifestação clínica clássica da vulvodínia é a dor, que pode caracteriza-se por uma sensação de queimação, de picadas ou de facadas na vulva, podendo vir acompanhada de prurido. Pode ser constante, intermitente ou surgir somente ao toque. Essa sensação dolorosa pode ocorrer durante a relação sexual, introdução de tampões vaginais ou em casos de prolongada aplicação de pressão sobre a vulva, como, por exemplo, ao andar de bicicleta.O diagnóstico é feito por meio de exclusão e deve ser baseado no quadro clínico típico apresentado pela paciente, juntamente com um exame clínico.O diagnóstico diferencial envolve:Infecções, como HPV, candidíase e herpes;Inflamações, como o líquen plano;Neoplasias, como carcinoma vulvar e doença de Paget;Desordens neurológicas, como é o caso neuralgias secundárias ao herpesvírus, além de lesão do nervo espinhal.Não existe um único tratamento que resolva a vulvodínia. Pacientes têm descrito que um conjunto de diferentes terapias tem levado à melhora dos sintomas. O tratamento inclui:Evitar usar calcinhas de material sintético, bem como procurar evitar substâncias que irritem a vulva, como xampus, sabonetes, duchas, dentre outros. Procure lavar a região genital somente com água fria, secando-a delicadamente;Usar lubrificantes em relações sexuais ou no dia-a-dia para minimizar a irritação;Adotar uma dieta pobre em oxalato, pois quando os mesmos estão presentes em níveis elevados na urina, podem agravar a irritação;Existem alguns medicamentos que podem auxiliar no alívio dos sintomas, como uso de cremes e géis lidocaína; fármacos orais, como antidepressivos tricíclicos ou anticonvulsivantes que podem ajudar a diminuir a dor crônica, além dos anti-histamínicos, que podem reduzir o prurido;A terapia de biofeedback, que ajuda a paciente a reduzir a dor, ensinando-lhe como controlar respostas específicas do corpo;Fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico;Bloqueio dos nervos, em casos de pacientes que não respondem bem a outras formas de tratamento;Cirurgia nos casos em que as áreas dolorosas limitam-se, especificamente, ao anel himenal.Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Vulvodyniahttp://www.mayoclinic.com/health/vulvodynia/DS00159http://vulvalpainsociety.org/vps/index.php/vulval-conditions/vulvodynia