Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Espaço Fisio & Saúde
(82) 3529-9600
Rua Nossa Senhora de Fátima 218
Arapiraca, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 
Santa Fé Medical Center
(82) 3482-7133
Rua Esperidião Rodrigues 103
Arapiraca, Alagoas
 
Cmi Consultórios Médicos Integrados
(82) 3522-3388
Rua Fernandes Lima, 345
Arapiraca, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Profª Maria Anunciada
(82) 3521-6500
Rua Monsenhor Macedo 362 c A
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Imagem
(82) 3521-6192
Rua São Domingos 115
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Ciam
(82) 3522-2533
Avenida Pedro Leão 119
Arapiraca, Alagoas
 
Otomed Alagoas
(82) 3539-1114
Rua 30 de Outubro 121
Arapiraca, Alagoas
 

Tumor Marrom do Hiperparatireoidismo

O tumor marrom do hiperparatireoidismo trata-se de uma desordem óssea metabólica, que pode acometer todo o esqueleto.Esta desordem recebe esse nome devido ao aspecto macroscópico que as lesões intra-ósseas apresentam, de coloração vermelho-escuras a amarronzadas, em decorrência da intensa hemorragia que ocorre nessas lesões e do depósito de hemossiderina.Comumente, este transtorno é resultante de um quadro de hiperparatireoidismo primário e, raramente, secundário e terciário.O tumor marrom surge somente em casos crônicos de hiperparatireoidismo não tratados. As lesões são causadas pelo aumento da produção e liberação do paratormônio (PTH), levando ao aumento da reabsorção de cálcio dos ossos. Com o constante sequestro de cálcio, vai ocorrendo a formação de um tecido de reparação, que aumenta de tamanho gradativamente.Este tipo de desordem costuma surgir em indivíduos que se encontram na terceira, quarta e sexta décadas de vida, especialmente no sexo feminino. O local mais acometido na região da cabeça e pescoço é a mandíbula. Além disso, outros ossos frequentemente afetados são: clavícula, costelas e pelve.As manifestações clínicas variam de acordo com a localização e extensão do tumor. No maxilar, pode haver dor e tumefação de consistência dura. Quando extenso, pode levar à deformação da região, bem como prejudicar a função do osso em questão. Além disso, sintomas do hiperparatireoidismo são observados, incluindo: fadiga, fraqueza, náusea, anorexia, sede excessiva, poliúria, constipação e depressão.O diagnóstico é alcançado por meio de exames radiológicos, que revelam uma lesão radiotransparente bem demarcada, juntamente com exame histopatológico do tumor, que aponta a presença de tecido conjuntivo denso altamente vascularizado, células fusiformes em quantidades variáveis, células gigantes multinucleares distribuídas difusamente, áreas de hemorragia e de hemossiderina. Além disso, podem ser observadas trabéculas ósseas neoformadas com osteoblastos tumefeitos em sua periferia. Exames de sangue que apontam o aumento dos níveis de cálcio e fosfatase alcalina, bem como a redução do nível de fósforo são úteis para o fechamento do diagnóstico.Primeiro, o tratamento deve visar resolver o hiperparatireoidismo. No caso do hiperparatireoidismo primário, o tratamento cirúrgico deve ser o de escolha. Quando a lesão é removida da paratireoide, o tumor marrom começa a regredir. No caso do hiperparatireoidismo secundário, deve-se realizar o tratamento da desordem de base, que está afetando o funcionamento normal das glândulas paratireoides e suplementação com vitamina D, com provável chance de recuperação da massa óssea no local afetado.Fontes:http://www.unifesp.br/dorto-onco/livro/tumo10p8.htmhttp://www.unip.br/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2005/03_jul_set/V23_N3_2005_p_227-230.pdf