Tratamento para Bruxismo Teresina, Piauí

Encontre Tratamento para Bruxismo em Teresina. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Adorilis Oliveira Castelo Branco
(86) 3221-4701
Rua São Pedro 1977 s 303
Teresina, Piauí
 
Raimundo Tomaz da Costa Filho
(86) 3221-0307
Rua Areolino de Abreu 1653 s 5
Teresina, Piauí
 
Diógenes da Silva e Silva
(86) 3232-6187
Rua Thomaz Tajra 1159 s 2
Teresina, Piauí
 
Júlio Evaristo de Paiva Filho
(86) 3221-7098
Rua 24 de Janeiro 611
Teresina, Piauí
 
Regina Célia Rocha Feitosa
(86) 3222-8160
Rua 24 de Janeiro 611 s 203
Teresina, Piauí
 
Cláudio Moreira do Rego
(86) 3221-6833
Rua Rui Barbosa 146 s 310
Teresina, Piauí
 
Áurea Castelo Branco
(86) 3221-4701
Rua São Pedro 1977 s 303
Teresina, Piauí
 
Daniele Melo Albuquerque
(86) 3221-7393
Rua 7 de Setembro 232
Teresina, Piauí
 
Fabia Maria Liborio Eulálio
(86) 3081-5116
Avenida Elias João Tajra 931
Teresina, Piauí
 
Clínica André Sampaio
(86) 3081-8243
Rua Desembargador Pires de Castro, 260 s 201
Teresina, Piauí
 

Tratamento para Bruxismo

O bruxismo é o hábito de pressionar e ranger os dentes durante o sono, produzindo ou não sons. Presente em adultos e crianças, o distúrbio normalmente acompanha a pessoa por toda a vida, já que o sucesso do tratamento depende essencialmente da resolução de questões emocionais. "As causas do ato inconsciente de apertar os dentes normalmente estão relacionadas a fatores psicológicos, como tensão, raiva, agressão reprimida, ansiedade, medo e, com destaque, estresse, além do mau posicionamento dental", explica o dentista Sidnei Goldmann.

Reclamações como ouvir zumbidos, ter dores perto do ouvido, da nuca e dos ombros, sentir dificuldade para mastigar, bocejar e abrir a boca e perceber estalos na região do ouvido, ao forçar a abertura da boca, são os principais sintomas do bruxismo, também conhecido por movimento parafuncional. Dores de cabeça e mandibulares também são sinais do distúrbio.

O transtorno pode acarretar desgaste dental, amolecimento de dentes, sensibilidade dentária, destruição e sangramento do tecido da gengiva e fadiga facial geral. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar até mesmo a quebra.

O tratamento do bruxismo pode incluir o uso de placas, de silicone ou acrílico, que protege os dentes, alivia o sistema mastigatório e reduz a atividade elétrica muscular causadora da tensão. Além disso, o dentista também pode sugerir formas de reduzir o estresse, como, por exemplo, prática frequente de exercícios físicos, meditação, ioga, acupuntura e massagens, entre outras atividades, que podem variar de acordo com o perfil do paciente. Como o bruxismo não raramente vem acompanhado de depressão e ansiedade, pode haver necessidade de um tratamento psiquiátrico.

Se o caso for mais severo, o especialista ainda pode prescrever medicamentos para relaxar e dormir melhor. Seu dentista ou cirurgião maxilofacial ainda pode lhe indicar alguns exercícios para soltar os músculos maxilares. Outras ações que podem contribuir para a melhora são evitar chocolate e bebidas com cafeína e álcool e não mastigar com muita força durante as refeições.

Alguns fatores externos podem agravar o problema, como dormir de luz acesa ou TV ligada e ficar muitas horas no computador antes de deitar. Como esses estímulos interferem no ciclo do sono, mesmo que o indivíduo não acorde, podem ser um gatilho para o bruxismo. Por isso, um ambiente tranquilo para o descanso ajuda no bem-estar.

O bruxismo pode afetar pessoas de todas as faixas etárias e ambos os sexos. Mas é mais frequente em mulheres de 15 a 35 anos. Atualmente, estima-se que 7,5% da população mundial sofra desse problema. "Crianças com excesso de atividades e que passaram por problemas psicológicos (traumas, brigas de famílias ou quando são muito cobradas pela sociedade ou pelos familiares) têm muita possibilidade de desenvolver o bruxismo", afirma Goldmann.

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais, a incidência é grande em crianças que têm responsabilidades desproporcionais à sua idade, como tomar conta da casa ou do irmão mais novo, por exemplo.