Tratamento para Bruxismo Palmeira dos Índios AL

Encontre Tratamento para Bruxismo em Palmeira dos Índios. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Denisson C Barros
(82) 3421-2169
Rua Marechal Deodoro da Fonseca 67
Palmeira dos Índios, Alagoas
 
Eduardo Medeiros Torres
(82) 3421-4520
Rua José Pinto de Barros 46
Palmeira dos Índios, Alagoas
 
Elias de Souza Gorayeb
(91) 3212-4633
Pass João de Almeida 132
Belém, Pará
 
Emiko Hoshino Muto
(91) 3276-7707
Pass Cruzeiro 82
Belém, Pará
 
Margarida Maria Souza e Silva
(91) 3274-0548
Vila Quintino 1210
Belém, Pará
 
Ronaldo Silva Dantas
(82) 3421-4437
Rua Vereador Nilo Barros 127
Palmeira dos Índios, Alagoas
 
Eniraldo B Silva
(82) 3421-3807
Rua Major Cícero de Góis Monteiro 66
Palmeira dos Índios, Alagoas
 
Ana Cláudia Silva
(91) 3207-0460
Rua 8 de Setembro 104 A
Belém, Pará
 
Adivaldo Albuquerque Araújo
(91) 3246-9924
Tv Mauriti 1739 s 406
Belém, Pará
 
Nazaré Vieira
(91) 3242-0825
Avenida Generalíssimo Deodoro 877 s 107
Belém, Pará
 

Tratamento para Bruxismo

O bruxismo é o hábito de pressionar e ranger os dentes durante o sono, produzindo ou não sons. Presente em adultos e crianças, o distúrbio normalmente acompanha a pessoa por toda a vida, já que o sucesso do tratamento depende essencialmente da resolução de questões emocionais. "As causas do ato inconsciente de apertar os dentes normalmente estão relacionadas a fatores psicológicos, como tensão, raiva, agressão reprimida, ansiedade, medo e, com destaque, estresse, além do mau posicionamento dental", explica o dentista Sidnei Goldmann.

Reclamações como ouvir zumbidos, ter dores perto do ouvido, da nuca e dos ombros, sentir dificuldade para mastigar, bocejar e abrir a boca e perceber estalos na região do ouvido, ao forçar a abertura da boca, são os principais sintomas do bruxismo, também conhecido por movimento parafuncional. Dores de cabeça e mandibulares também são sinais do distúrbio.

O transtorno pode acarretar desgaste dental, amolecimento de dentes, sensibilidade dentária, destruição e sangramento do tecido da gengiva e fadiga facial geral. Em dentes mais frágeis, sejam eles cariados ou tratados, o ranger pode provocar até mesmo a quebra.

O tratamento do bruxismo pode incluir o uso de placas, de silicone ou acrílico, que protege os dentes, alivia o sistema mastigatório e reduz a atividade elétrica muscular causadora da tensão. Além disso, o dentista também pode sugerir formas de reduzir o estresse, como, por exemplo, prática frequente de exercícios físicos, meditação, ioga, acupuntura e massagens, entre outras atividades, que podem variar de acordo com o perfil do paciente. Como o bruxismo não raramente vem acompanhado de depressão e ansiedade, pode haver necessidade de um tratamento psiquiátrico.

Se o caso for mais severo, o especialista ainda pode prescrever medicamentos para relaxar e dormir melhor. Seu dentista ou cirurgião maxilofacial ainda pode lhe indicar alguns exercícios para soltar os músculos maxilares. Outras ações que podem contribuir para a melhora são evitar chocolate e bebidas com cafeína e álcool e não mastigar com muita força durante as refeições.

Alguns fatores externos podem agravar o problema, como dormir de luz acesa ou TV ligada e ficar muitas horas no computador antes de deitar. Como esses estímulos interferem no ciclo do sono, mesmo que o indivíduo não acorde, podem ser um gatilho para o bruxismo. Por isso, um ambiente tranquilo para o descanso ajuda no bem-estar.

O bruxismo pode afetar pessoas de todas as faixas etárias e ambos os sexos. Mas é mais frequente em mulheres de 15 a 35 anos. Atualmente, estima-se que 7,5% da população mundial sofra desse problema. "Crianças com excesso de atividades e que passaram por problemas psicológicos (traumas, brigas de famílias ou quando são muito cobradas pela sociedade ou pelos familiares) têm muita possibilidade de desenvolver o bruxismo", afirma Goldmann.

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais, a incidência é grande em crianças que têm responsabilidades desproporcionais à sua idade, como tomar conta da casa ou do irmão mais novo, por exemplo.