Tratamento de Obesidade Teresina, Piauí

Tratamento de Obesidade em Teresina. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Revitalle
(86) 3235-5206
Qd 151 - Cj Dirceu Arcoverde I 3 c 3
Teresina, Piauí
 
Beauty Clinic
(86) 3233-7394
Rua Visconde de Parnaíba 1081
Teresina, Piauí
 
Physiodermus
(86) 3232-8050
Avenida Dom Severino 858
Teresina, Piauí
 
Fit Corpus
(86) 3235-9949
Avenida Ininga 590
Teresina, Piauí
 
Fisiocorpo
(86) 3233-8555
Rua Tabelião José Basílio 630
Teresina, Piauí
 
Pele de Pêssego
(86) 3221-1073
Rua Coelho de Resende 597
Teresina, Piauí
 
Dermo Estética
(86) 3233-1031
Avenida Presidente Kennedy 997
Teresina, Piauí
 
Eloisa Boa Vista
(86) 3081-0744
Avenida Elias João Tajra, 1723 s 2
Teresina, Piauí
 
Clínica Monysse Coutinho
(86) 3230-1424
Avenida Ininga 1201 lj 159
Teresina, Piauí
 
Bio Estética
(86) 3232-6366
Avenida Homero Castelo Branco 1945
Teresina, Piauí
 

Tratamento de Obesidade

Há algumas décadas falava-se em desnutrição como questão de saúde pública; atualmente o discurso mudou de foco. A obesidade ganha destaque mundial.
Pudera: a vida moderna é programada pela lei do menor esforço – fast-food, falta de exercícios, escadas rolantes e tecnologias à disposição, com botões que ligam e desligam eletrodomésticos.

Tratamento para a obesidadeFalta de atenção com os hábitos saudáveis têm como consequência a obesidade, mas essa não é a única causa. Também podem contribuir a hereditariedade, alterações hormonais, medicamentos como anticoncepcionais e antidepressivos e questões emocionais como ansiedade e depressão.

Visto que vários são os fatores associados à doença, faz-se necessário tratamento que vai além de regimes e não se limita às cirurgias bariátricas, realizadas para reduzir o tamanho do estômago, na conclusão de especialistas. E, de olho na necessidade da população, o Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) criou o Centro de Cirurgia da Obesidade Einstein.

Estrutura de ponta

O novo espaço conta com equipe multidisciplinar formada por cirurgiões bariátricos, psicóloga, fisioterapeuta, psiquiatra, nutricionista, clínico geral e, durante a internação, o paciente recebe ainda o apoio de farmacêutico e enfermeira.

O tratamento exige dedicação e paciência. De três a seis meses antes da cirurgia, o paciente começa a frequentar sessões com psicólogo e nutricionista para aprender a ter um novo olhar sobre sua alimentação. Depois do procedimento cirúrgico, passa a ter acompanhamento médico mensal durante os primeiros três meses. Após a primeira fase, o paciente deve visitar o especialista a cada seis meses.

Segundo o doutor Constantino José Fernandes Júnior, médico do (HIAE), o programa oferece uma alternativa de tratamento a quem enfrenta a doença em níveis mais elevados. “Essas pessoas sofrem a perda da auto-estima e acabam se confinando socialmente; também lidam com distúrbios de locomoção, devido ao impacto do peso sobre as articulações e a coluna.”

Perfil dos pacientes

Para chegar à conclusão de que a pessoa pode ou não ser submetida à cirurgia bariátrica, algumas características são levadas em conta. O Índice de Massa Corpórea (IMC), equivalente ao peso dividido pela altura ao quadrado, é calculado. (confira a classificação do IMC no quadro abaixo).

Os pacientes que necessitam de cirurgia têm como resultado da equação o IMC maior que 40, que corresponde à obesidade mórbida. Se o IMC estiver acima de 35, equivale à obesidade de grau II e, para que o paciente se submeta à cirurgia, deve estar associada a doenças como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares, colesterol ruim alto (LDL) e doença de refluxo, entre outras.

Além disso, o paciente deve ser obeso há, no mínimo, cinco anos, pois o sobrepeso pode ser provisório, e ter passado por algumas tentativas frustradas de tratamento clínico, integrando dietas, atividades físicas, medicamentos e psicoterapia. Só pacientes com essas características devem fazer a cirurgia.

Escolha da cirurgia

Com a possibilidade das cirurgias para auxiliar no tratamento da obesidade na década de 80, o progresso se instaurou e trouxe novas técnicas mais seguras e de rápida recuperação. E a incessante procura por essa alternativa não é apenas para encaixar-se nos padrões de beleza estabelecidos atualmente, mas sim a busca por qualidade de vida. “A maioria dos interessados nesse tratamento pensa na saúde. Mesmo o aspecto estético é ligado à saúde, porque para ser saudável é preciso reunir bem-estar físico, psíquico e social”, explica o dr. Constantino.

Antes da cirurgia, o paciente passa por uma série de exames e deve ficar internado por dois dias. Após o procedimento, é obrigatório, durante o primeiro mês, que suas refeições sejam à base de líquidos. Mais tarde, a dieta contemplará alimentos pastosos. Em aproximadamente 90 dias o paciente estará comendo quase tudo, mas vagarosamente e acompanhado da prática de exercícios.

Tipos de cirurgias bariátricas:

Restritivas ou Banda Gástrica Ajustável: espécie de cinta, colocada no estômago, que diminui a passagem da comida, fazendo com que a pessoa se sinta saciada mais rapidamente. Nesse caso, o paciente deve comer devagar, o que o leva a ingerir menos alimentos, pois quando estes chegam ao intestino o cérebro já recebeu a informação de que não é necessário comer mais.
Mista predominantemente Disabsortiva: a cirurgia exclui uma parte do intestino, diminuindo a capacidade de absorção dos alimentos. É indicada para pacientes com superobesidade, com IMC acima de 50.
Mista predominantemente Restritiva: técnica minimamente invasiva, em que são feitos pequenos orifícios na pele, por videolaparoscopia. Neste método, o estômago é separado em duas partes: uma pequena e a outra maior. O alimento vai apenas para a bolsa menor, o que dá rapidamente a sensação de saciedade.