Tratamento de Enxaqueca Palmas, Tocantins

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Tratamento de Enxaqueca

Dor de cabeça... Levante a mão quem nunca sentiu uma - ou várias! Acredita-se que 90% das pessoas sofrem alguma vez na vida da famosa e temida enxaqueca ou de centenas de outros tipos de dor de cabeça. As mulheres são mais afetadas pela enxaqueca: "a média é de três mulheres para um homem. E não se sabe bem o porquê." Outra característica da enxaqueca é que, diferente de outros males, ela melhora com o avanço da idade.

O que pode dar início a uma crise?

Vários fatores podem dar início à crise de enxaqueca. "Podem ser condições do ambiente -luz excessiva, cheiros, etc, estresse e até a alimentação", enumerou o médico. "Eu geralmente recebo em meu consultório pessoas que estão comendo só arroz e cenoura, com medo de comer coisas que iniciem a crise." Derivados de leite, vinho tinto e até chocolate podem fazer parte da "lista negra" de quem tem enxaqueca.

É correto tomar remédio?

Bordini contou que há 200 tipos diferentes de dor de cabeça. Apesar da fama da enxaqueca, a cefaléia tensional é a mais comum. "É a dor que as pessoas têm de vez em quando e que passa rápido, muitas vezes toma-se um analgésico e pronto", descreveu. A cefaléia tensional, chamada de dor de cabeça comum, pode, no entanto, se tornar crônica.

Tomar remédio é uma das estratégias para se lidar com a dor. "Há ainda os atenuantes físicos: compressas de gelo, batata gelada, etc. Também há atenuantes de comportamento, que são as técnicas de relaxamento", lembrou o médico. "O remédio é o recurso mais prático, mas, antes dele, é importante ter um diagnóstico para afastar a possibilidade de algo mais sério e também para evitar que a pessoa tome medicação errada ou em excesso."

"Estima-se que 1 a 2% dos brasileiros têm dor todos os dias. Desses, 85% tomam pelo menos um analgésico por dia", comentou o neurologista.

E quando o analgésico não resolve?

No caso da enxaqueca, o tratamento segue duas linhas. "Os analgésicos são indicados para crises fracas. Para as fortes, usamos medicações específicas", comentou o médico. "Hoje trabalhamos com duas linhas básicas: remédios para usar durante a crise, os triptanos, e outros para evitar as crises, que são os neuromoduladores, cuja função é deixar o cérebro menos excitado."

Bordini ressaltou que, mesmo crônica, a doença pode ser amenizada. "A dor de cabeça pode devastar a vida da pessoa. Mas é possível melhorar a vida de quem sofre com esse problema."

Para quem quiser mais informações sobre dor de cabeça, o médico recomendou o site da Sociedade Brasileira de Cefaléia: www.sbce.med.br