Tratamento de Corrimento Vaginal Tracuateua PA

Tratamento de Corrimento Vaginal em Tracuateua. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Hospital Geral de Bragança
(91) 3425-1583
Tv Senador José Pinheiro 25
Bragança, Pará
 
Hospital Sto Antônio Maria Zac
(91) 3425-2177
Avenida Nazeazeno Ferreira
Bragança, Pará
 
Jeremias Santos Araujo Vieira
(91) 3223-5463
Psg Ramos 30
Belem, Pará
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Pedro Colares Pantoja
(91) 3083-6478
Av. Pedro Miranda . 1º Andar/Sala111 477 - Edificio Paramapá
Belem, Pará
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Rui de Mendonca Alho
Trav Morais Sarmento 650
Santarem, Pará
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Hospital Geral de Bragança
(91) 3425-2162
Tv Aureliano Coelho 25
Bragança, Pará
 
Marcelo Bandeira Coelho Dias
(91) 249-0555
Tv 14 - de Abril 1418
Belem, Pará
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Mario Otavio Simoes Simoes
914-0050
R Caripunasdos 3269
Belem, Pará
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Elisabete Ribeiro de Carvalho
229-3692
Tv Castelo Branco 2116
Belem, Pará
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Incor Marabá
Fl 30 - Qd 05 Lotes 08 e 09
Marabá, Pará
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento de Corrimento Vaginal

O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, que pode variar em quantidade, de acordo com o ciclo menstrual. Ele nada mais é do que material de algumas glândulas do aparelho reprodutor feminino, junto com a descamação de células e bactérias da flora vaginal. Um processo natural do corpo, muito comum nos anos em que a mulher está apta para a reprodução.

Algumas vezes, esse fluxo vaginal pode sofrer alterações e ter seu volume aumentado, devido a outros fatores, tornando-se incômodo, constrangedor e, principalmente, um sinal de que alguma coisa na saúde não vai bem e precisa ser cuidada. Essas alterações podem não se limitar à intensidade do fluxo, sendo muitas vezes acompanhadas de odor desagradável, coceiras, ardor ou vontade aumentada de urinar. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma dessas modificações, ele é chamado de leucorréia, vaginite ou vulvovaginite, e representa uma das causas mais freqüentes de consultas ao ginecologista.

Os motivos mais comuns da vaginite são as infecções vaginais, infecções de colo de útero e as doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como candidíase, tricomoníase, bactérias, herpes, câncer e sífilis, além do uso de roupas sintéticas, amaciantes, papel higiênico e sabonetes perfumados podem estar ligados ao surgimento da doença, por provocarem a inflamação ou contaminação da flora vaginal. Também mudanças hormonais e até mesmo a gravidez podem ser causas de corrimento.

Por isso, o tratamento certo para o corrimento vaginal varia de acordo com cada caso. A princípio, o diagnóstico é iniciado com a avaliação do histórico sexual e dos hábitos da mulher. Depois, seguem-se exames ginecológicos (Papanicolau, laboratoriais, etc), para que o médico possa identificar de fato o que está acontecendo e o distúrbio possa ser tratado adequadamente. Em algumas situações, o tratamento do parceiro também é indicado, para evitar a possibilidade de reinfecção. Às vezes, uma simples mudança de hábitos é a solução, como a troca de algum sabonete e até mesmo absorventes, pois algumas substâncias químicas encontradas nessas substâncias podem causar irritação e desconforto.

Durante a infância, é frequente a incidência de vaginites inespecíficas, geradas por uma higiene inadequada e pela maneira incorreta de realizar a higiene após evacuar. Já na menopausa, assim como na gravidez, a alteração hormonal deixa a mulher mais suscetível a agressões externas e propensa às vaginites.

No sinal de qualquer uma dessas alterações, a mulher deve procurar imediatamente seu ginecologista, para que a causa do problema seja diagnosticada, tratada e as conseqüências reduzidas. Outra dica importante é sempre estar atento às medidas de profilaxia, ou seja, que previnem as patologias, como o uso de preservativos, higiene adequada e exames ginecológicos com a frequencia recomendada pelo médico.