Tratamento de Corrimento Vaginal Teresina, Piauí

Tratamento de Corrimento Vaginal em Teresina. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ione Maria Ribeiro Soares Lopes
(86) 3221-6319
R Desembargador Pires de Castro 260 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Raimundo Goncalves Neto
R Primeiro de Maio 906 - Clinica Sta Fe
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Benedito Borges da Silva
Av Jockey Clube 299 - S 301 Eurobusiness
Teresina, Piauí
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Raimunda Antonia P Fontenele
R Doutor Area Leao 80 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Marivaldo Alves de Holanda
(86) 3223-1282
R Desembargador Pires de Castro 75
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Carlos Henrique Nogueira
(86) 3222-2786
R Monsenhor Gil 3330 - Hosp Samiu
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Sonia Maria dos Santos Carvalho
(86) 222-2611
Felix Pacheco 1884 - Sala 02
Teresina, Piauí
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Maria Liduina M B Chaves
R Felix Pacheco 1870 - Sl 01 Ultra Clinica
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Joelson Oliveira Moreira
(86) 3221-9190
R Magalhaes Filho 75 - N Clinica Azul
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Marcus Denys Araujo Costa
(86) 3222-1408
R Gabriel Ferreira 574 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Tratamento de Corrimento Vaginal

O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, que pode variar em quantidade, de acordo com o ciclo menstrual. Ele nada mais é do que material de algumas glândulas do aparelho reprodutor feminino, junto com a descamação de células e bactérias da flora vaginal. Um processo natural do corpo, muito comum nos anos em que a mulher está apta para a reprodução.

Algumas vezes, esse fluxo vaginal pode sofrer alterações e ter seu volume aumentado, devido a outros fatores, tornando-se incômodo, constrangedor e, principalmente, um sinal de que alguma coisa na saúde não vai bem e precisa ser cuidada. Essas alterações podem não se limitar à intensidade do fluxo, sendo muitas vezes acompanhadas de odor desagradável, coceiras, ardor ou vontade aumentada de urinar. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma dessas modificações, ele é chamado de leucorréia, vaginite ou vulvovaginite, e representa uma das causas mais freqüentes de consultas ao ginecologista.

Os motivos mais comuns da vaginite são as infecções vaginais, infecções de colo de útero e as doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como candidíase, tricomoníase, bactérias, herpes, câncer e sífilis, além do uso de roupas sintéticas, amaciantes, papel higiênico e sabonetes perfumados podem estar ligados ao surgimento da doença, por provocarem a inflamação ou contaminação da flora vaginal. Também mudanças hormonais e até mesmo a gravidez podem ser causas de corrimento.

Por isso, o tratamento certo para o corrimento vaginal varia de acordo com cada caso. A princípio, o diagnóstico é iniciado com a avaliação do histórico sexual e dos hábitos da mulher. Depois, seguem-se exames ginecológicos (Papanicolau, laboratoriais, etc), para que o médico possa identificar de fato o que está acontecendo e o distúrbio possa ser tratado adequadamente. Em algumas situações, o tratamento do parceiro também é indicado, para evitar a possibilidade de reinfecção. Às vezes, uma simples mudança de hábitos é a solução, como a troca de algum sabonete e até mesmo absorventes, pois algumas substâncias químicas encontradas nessas substâncias podem causar irritação e desconforto.

Durante a infância, é frequente a incidência de vaginites inespecíficas, geradas por uma higiene inadequada e pela maneira incorreta de realizar a higiene após evacuar. Já na menopausa, assim como na gravidez, a alteração hormonal deixa a mulher mais suscetível a agressões externas e propensa às vaginites.

No sinal de qualquer uma dessas alterações, a mulher deve procurar imediatamente seu ginecologista, para que a causa do problema seja diagnosticada, tratada e as conseqüências reduzidas. Outra dica importante é sempre estar atento às medidas de profilaxia, ou seja, que previnem as patologias, como o uso de preservativos, higiene adequada e exames ginecológicos com a frequencia recomendada pelo médico.