Tratamento de Corrimento Vaginal Palmas, Tocantins

Tratamento de Corrimento Vaginal em Palmas. Conheça as clínicas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joana Darque Ferreira
(63) 3228-6004
Q Av.Teotonio Seguradoacsu So 40 - Conj.01 Lt.01 Ed. Espaço Medico Empresar
Palmas, Tocantins
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Clelia Aparecida Motta Sundfeld
Av. Lo 2 - 404 Sulacsvse041Lt. 23
Palmas, Tocantins
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
João de Deus
Av.Teotônio Segurado 401 - Sulcj. 01Lt.01Sl.02Térreo
Palmas, Tocantins
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Medclinica
(63) 3471-1440
Rua 15 de Novembro 809
Tocantinópolis, Tocantins
 
Murilo B B Vilela
(63) 3471-1276
Rua Pedro Ludovi Teixeira 291 qd 23 lt 8
Tocantinópolis, Tocantins
 
Sonaly Santiago Pereira
633-2280
101 - Sul Av Teotonio Segurado Conj 01 Lt. 06 1º Andarclinica da Mulher
Palmas, Tocantins
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Roberto de Muzio Gripp
(63) 3228-6050
Q Acsei Cj 01 - Lt. 26Sala 103
Palmas, Tocantins
Especialidade
Mastologia

Dados Divulgados por
Clinivida
(46) 3262-3344
Rua Vicente Machado 863
Palmas, Paraná
 
Coopersaude
(63) 3223-3007
104 Sul Avenida LO 1 lt 10 cj 4
Palmas, Tocantins
 
Medclinica
(63) 3471-1353
Rua 15 de Novembro 827 qd 3 lt 5
Tocantinópolis, Tocantins
 
Dados Divulgados por

Tratamento de Corrimento Vaginal

O corrimento vaginal é uma secreção natural do organismo feminino, que pode variar em quantidade, de acordo com o ciclo menstrual. Ele nada mais é do que material de algumas glândulas do aparelho reprodutor feminino, junto com a descamação de células e bactérias da flora vaginal. Um processo natural do corpo, muito comum nos anos em que a mulher está apta para a reprodução.

Algumas vezes, esse fluxo vaginal pode sofrer alterações e ter seu volume aumentado, devido a outros fatores, tornando-se incômodo, constrangedor e, principalmente, um sinal de que alguma coisa na saúde não vai bem e precisa ser cuidada. Essas alterações podem não se limitar à intensidade do fluxo, sendo muitas vezes acompanhadas de odor desagradável, coceiras, ardor ou vontade aumentada de urinar. Quando o corrimento vaginal apresenta alguma dessas modificações, ele é chamado de leucorréia, vaginite ou vulvovaginite, e representa uma das causas mais freqüentes de consultas ao ginecologista.

Os motivos mais comuns da vaginite são as infecções vaginais, infecções de colo de útero e as doenças sexualmente transmissíveis. Doenças como candidíase, tricomoníase, bactérias, herpes, câncer e sífilis, além do uso de roupas sintéticas, amaciantes, papel higiênico e sabonetes perfumados podem estar ligados ao surgimento da doença, por provocarem a inflamação ou contaminação da flora vaginal. Também mudanças hormonais e até mesmo a gravidez podem ser causas de corrimento.

Por isso, o tratamento certo para o corrimento vaginal varia de acordo com cada caso. A princípio, o diagnóstico é iniciado com a avaliação do histórico sexual e dos hábitos da mulher. Depois, seguem-se exames ginecológicos (Papanicolau, laboratoriais, etc), para que o médico possa identificar de fato o que está acontecendo e o distúrbio possa ser tratado adequadamente. Em algumas situações, o tratamento do parceiro também é indicado, para evitar a possibilidade de reinfecção. Às vezes, uma simples mudança de hábitos é a solução, como a troca de algum sabonete e até mesmo absorventes, pois algumas substâncias químicas encontradas nessas substâncias podem causar irritação e desconforto.

Durante a infância, é frequente a incidência de vaginites inespecíficas, geradas por uma higiene inadequada e pela maneira incorreta de realizar a higiene após evacuar. Já na menopausa, assim como na gravidez, a alteração hormonal deixa a mulher mais suscetível a agressões externas e propensa às vaginites.

No sinal de qualquer uma dessas alterações, a mulher deve procurar imediatamente seu ginecologista, para que a causa do problema seja diagnosticada, tratada e as conseqüências reduzidas. Outra dica importante é sempre estar atento às medidas de profilaxia, ou seja, que previnem as patologias, como o uso de preservativos, higiene adequada e exames ginecológicos com a frequencia recomendada pelo médico.