Tosse dos Canis São José da Tapera AL

Informações sobre Tosse dos Canis em São José da Tapera. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Tosse dos Canis e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São José da Tapera.

Clínica São Lucas
(82) 3621-1646
Rua Luiz Gonzaga 380
Santana do Ipanema, Alagoas
 
Hospital Dr Arsenio Moreira da Silva
(82) 3621-3588
Rua São Cristóvão
Santana do Ipanema, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 
Interclinicas
(82) 3336-1570
Avenida Tomás Espíndola 83
Maceió, Alagoas
 
Alerta Médico
(82) 3327-3333
Rua Doutor Pompeu de Miranda Sarmento 190
Maceió, Alagoas
 
Unidade Adega Abrel Vilar
(82) 3623-1218
Praça José Amorim 154
Olho D'Água das Flores, Alagoas
 
Hospital Antônio Vieira Filho
(82) 3531-1461
Rua José Pereira de Melo
Batalha, Alagoas
 
Clinimagem
(82) 3311-9491
Avenida Moreira e Silva 917
Maceió, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 
Emmanuel F S Cavalcante
(82) 3327-6210
Rua Prefeito Abdon Arroxelas 863
Maceió, Alagoas
 

Tosse dos Canis

A traqueobronquite infecciosa canina, também chamada de tosse dos canis, é uma infecção que ataca o sistema respiratório dos cães, resultando em crises de tosse. O agente causador desta doença, na maioria das vezes, é a bactéria Bordetella bronchiseptica, embora outros agentes infecciosos possam estar relacionados, como por exemplo, o vírus da parainfluenza canina (CPiV), o adenovírus canino tipo II, herpesvírus canino e vírus da cinomose canina. Quando há o envolvimento de mais de um agente, a doença se apresenta de forma mais grave.No Brasil, não se sabe muito a respeito desta doença, apenas que ela é uma das principais enfermidades respiratórias em cães, podendo haver surtos de dimensões epizoóticas em locais de alta densidade populacional de cães que mantenham estreito contato, pois a transmissão de dá através do contato direto com os animais infectados, ou ainda, do contato com perdigotos contaminados, eliminados por aerossol.No período de incubação desta bactéria, que dura cerca de 6 dias, estas ficam aderidas aos cílios presentes no trato respiratório, através de moléculas de adesina. Após a B.bronchiseptica instalar-se nas células, ela irá produzir toxinas que irão causar uma estase nos cílios, levando à uma diminuição na barreira protetora do sistema respiratório, facilitando a colonização deste por outros agentes infecciosos.Os sinais clínicos apresentados pelos cães nem sempre são causados pela Bordetella, e sim pelos patógenos oportunistas. Na forma mais leve da doença, o sintoma mais comum é a repetida tosse curta e seca, acompanhada de engasgos ou movimentos similares ao de vômito ou sufocamento. Quando o animal realiza exercícos, fica excitado ou sofre alguma pressão sobre a traquéia, a tosse torna-se mais frequente. Apesar destes sintomas, o animal come bem, continua vivaz e não apresenta febre.Os casos mais graves da doença, geralmente resultam de infecções mistas de cães não vacinados, em grande parte dos casos, vindos de canis, lojas ou abrigos. Aparentemente, o que torna o quadro clínico do animal mais grave é a broncopneumonia bacteriana. A tosse se tornará produtiva em consequência da traqueobronquite acompanhada de broncopneumonia e o animal passa a apresentar anorexia, depressão, febre e descarga nasocular. Este caso é mais difícil de ser diferenciado da cinomose e pode levar o animal à óbito.O diagnóstico é feito com base nos sintomas apresentados e histórico do animal. Podem ser realizados exames complementares, como hemogramas e exames citológicos, mas que geralmente são inespecíficos, pois a B. bronchiseptica pode estar presente nas vias aéreas de animais que são portadores assintomáticos. O raio-x do tórax também é uma importante forma de diagnóstico nos casos mais graves da doença.Nos casos mais leves, por ser auto-limitante dentro de 7 a 14 dias, muitas vezes não há necessidade da realização de uma terapia específica. Nos casos mais graves, onde há o envolvimento do trato respiratório inferior, o tratamento é feito com a administração de antibióticos diretamente no trato respiratório, através de nebulização ou por injeção intratraqueal, sendo que os antibióticos de escolha são gentamicina e canamicina, com intervalo de 12 horas no primeiro dia e depois, apenas uma vez ao dia durante 5 a 7 dias. No caso de pneumonia causada por esta bactéria, pode ser eficaz o uso de doses elevadas de antibióticos via parenteral, por um período de 10 a 14 dias.Hoje já existe no mercado diversas vacinas contra a B. bronchiseptica e também, contra o adenovírus canino tipo II e vírus da parainfluenza canina. São vacinas vivas-atenuadas para aplicação intranasal e vacinas inativadas para uso injetável. As intranasais conferem proteção com apenas uma dose, já as injetávies, após duas doses. Para prevenir a tosse dos canis também é importante evitar banhos no inverno, não deixar os animais expostos à friagem, e manter os animais saudáveis distantes de animais infectados.Fontes:http://www.saudeanimal.com.br/tosse_canil.htmhttp://www.blacklab.com.br/tossedoscanis.htmhttp://www.clubedoakita.com.br/tosse-dos-canis.html