Síndrome de Susac Redenção PA

Informações sobre Síndrome de Susac em Redenção. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Susac e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Redenção.

Clínica de Diagnósticos
(94) 3424-1160
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital Doutora Iraci Araújo
(94) 3424-1537
Avenida Carlos Ribeiro
Redenção, Pará
 
Hospital São Vicente
(94) 3424-0947
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Clínicas Reunidas
(91) 3729-1142
Avenida Lameira Bittencourt 315
Paragominas, Pará
 
Clínica Médica e Pneumologia Dr Esteven Pinheiro
(91) 3225-2490
Rua Bernal do Couto 188
Belém, Pará
 
Hospital Santa Mônica
(94) 3424-1229
Rua São Felix do Xingu 744
Redenção, Pará
 
Hospital São Lucas
(94) 3424-1280
Avenida Gomes do Val 2753
Redenção, Pará
 
Marlúcia Pires de Araújo
(91) 3267-4705
Avenida Paulo Costa 2560 c A
Belém, Pará
 
Instituto de Saúde Auditiva do Pará
(91) 3212-8092
Rua Diogo Móia 529
Belém, Pará
 
Policlínica Doutora Laire Lins
(93) 3515-2307
Tv Agrário Cavalcante 763
Altamira, Pará
 

Síndrome de Susac

A síndrome de Susac, também conhecida como encefalopaita retinococleocerebral, trata-se de uma doença auto-imune caracterizada por encefalopatia, oclusões arteriais da retina e perda auditiva.Esta síndrome foi nomeada pelo médico estadunidense John Susac, que descreveu pela primeira vez esta patologia no ano de 1979.A síndrome em questão trata-se de uma afecção obstrutiva que resulta em infartos da cóclea, retina e cérebro, afetando, na maioria das vezes, mulheres jovens, com idade entre 20 a 40 anos. Todavia acomete homens também, na proporção de 3:1 (mulher : homem).O quadro clínico desta síndrome é caracterizado pela tríade composta por encefalopatia, retinopatia e surdez neuro-sensorial. Aproximadamente 40% dos pacientes apresentam cefaleia, comumente seguida por alterações cognitivas, distúrbios psiquiátricos e diversos sinais neurológicos, como hiperreflexia, resposta plantar extensora, instabilidade na marcha, disartria, dismetria, paralisia dos nervos cranianos, hemiparesia, alterações de sensibilidade, convulsões, incontinência urinária e mioclônus. Em 25% dos pacientes, a primeira crise é precedida por alterações mentais e de personalidade. As manifestações oftalmológicas incluem obstruções múltiplas e bilaterais de ramos da artéria central da retina, que podem acarretar diminuição da visual quando atingem a região posterior, porém podem não causar sintomas quando acometem na periferia retiniana. A perda auditiva tipicamente é aguda, bilateral e assimétrica. Sintomas ligados ao acometimento da cóclea englobam vertigem, marcha instável, zumbidos, náuseas e vômitos.O exame de eleição para diagnosticar esta síndrome é a ressonância magnética, que evidencia lesões multifocais supratentoriais, bem como lesões no corpo caloso. Embora comumente esta síndrome envolva a substância branca do cérebro, alguns pacientes podem apresentar também lesões profundas em estruturas da substância cinzenta. Também é importante realizar avaliação oftálmica e otorrinolaringológica.O tratamento desta síndrome gera controvérsias. Até o momento nenhum tratamento mostrou-se comprovadamente eficaz. Alguns profissionais da área indicam o uso de antiplaquetários e/ou anticoagulantes em associação à nimodipina como tratamento de primeira escolha. Como segunda opção, estão os corticoides em elevadas doses, vindo seguidos pela ciclofosfamida ou imunoglobulina intravenosas.Fontes:http://esclerosemultipla.wordpress.com/2006/06/27/sindrome-de-susac/http://www.scielo.br/pdf/anp/v58n4/3413.pdfhttp://en.wikipedia.org/wiki/Susac’s_syndromehttp://rarediseases.info.nih.gov/GARD/Condition/7713/Susac_syndrome.aspx