Síndrome de Stevens-Johnson Rio Largo AL

Informações sobre Síndrome de Stevens-Johnson em Rio Largo. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Stevens-Johnson e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rio Largo.

Alerta Médico
(82) 3358-8090
Avenida Fernandes Lima 1889
Maceió, Alagoas
 
Santacoop
(82) 3311-6600
Rua Doutor Antônio Cansanção 439
Maceió, Alagoas
 
Smile Atendimento Clínico
(82) 3241-1831
Rua Teófilo Barros 91
Maceió, Alagoas
 
Alfred M Leahy
(82) 3221-3306
Rua Santa Cruz 31
Maceió, Alagoas
 
Diagnose
(82) 3336-6000
Rua Professor Virgínio de Campos, 487
Maceió, Alagoas
 
Clínica Tonus
(82) 3327-8030
Avenida Doutor Antônio Gouveia 809
Maceió, Alagoas
 
Santacoop
(82) 3311-6666
Rua Dias Cabral 424
Maceió, Alagoas
 
Pró Mulher Assistência A Saúde Feminina S/c
(82) 3221-7049
Parque Gonçalves Ledo 36
Maceió, Alagoas
 
Cinc - Complexo Integrado Nilton Cavalcanti
(82) 3338-2235
Rua Professor Guedes Miranda 245
Maceió, Alagoas
 
Climepsi
(82) 3326-1625
Rua Doutor José de Castro Azevedo 154
Maceió, Alagoas
 

Síndrome de Stevens-Johnson

A síndrome de Stevens-Johnson caracteriza-se por reações mucocutâneas potencialmente fatais causadas por hipersensibilidade a fatores precipitantes diversos, como infecções por vírus, fungos, bactérias, afecções do tecido conjuntivo, tumores malignos, vacinas e diversos fármacos.Foi primeiramente descrita em 1922, por Stevens e Johnson. Estes médicos relataram casos de dois pacientes que apresentavam erupções cutâneas generalizadas, febre contínua, mucosa oral inflamada e conjuntivite purulenta severa, quadro denominado eritema multiforme (EM). No ano de 1950, este quadro foi dividido em duas formas: eritema multiforme minor (Von Hebra) e eritema multiforme major (EMM), também chamado de síndrome de Stevens-Johnson (SSJ).Já em 1993, dois pesquisadores, Bastuji e Roujeau sugeriram que EMM e SSJ eram enfermidades distintas e propuseram que o nome de eritema multiforme deveria ser restrito para pacientes que apresentem lesões em alvo ou pápulas edematosas, com ou sem lesões de mucosa; a denominação SSJ deveria ser utilizada como doença caracterizada por erosões na mucosa, bolhas pequenas e lesões eritematosas.Esta síndrome acomete, aproximadamente, 2-3 indivíduos em cada 1 milhão na Europa e Estados Unidos. Não tem preferência por sexo, idade ou etnia. Os locais mais afetados são: mucosa oral, lábios e conjuntiva. Sua etiologia ainda não foi elucidada; contudo, acredita-se que seja proveniente de uma desordem imunológica, com o envolvimento dos vasos superficiais, convertendo-se em um processo patológico.Foram descritos mais de cem medicamentos que levam a esta síndrome. Dentre eles encontram-se as sulfonamidas, a associação trimetropima-sulfametoxazol, hidantoínas, carbamazepinas, fenilbutazona, piroxicam, entre outros.As manifestações clínicas incluem febre, mal-estar e artralgia. As lesões cutâneas são extensas, acometendo diversas regiões do corpo, sendo mais facilmente observada na mucosa oral, na qual as erupções bolhosas aguda se rompem, levando à formação de pseudomembranas nos lábios edemaciados, causando, por conseguinte, incrustações e fissuras que sangram. Vesículas intactas normalmente não são observadas, pois se rompem rapidamente.O envolvimento ocular está presente em 39% a 61% dos casos e caracteriza-se por uma conjuntivite purulenta em ambos os olhos, membranosa ou pseudomembranosa, com aderência das pálpebras inferiores e superiores, sendo habitualmente observados nos estágios crônicos da afecção: simbléfaro, oclusão adesiva da ponta lacrimal e opacidade da córnea. Esse quadro pode resultar em cegueira e perfuração do globo ocular.A síndrome pode progredir para um quadro de toxemia, com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração. O prognostico é grave, especialmente em pacientes idosos e quando há a presença de infecção secundária. Pode evoluir para uma forma mais grave, conhecida como necrólise epidérmica tóxica (NET), onde há o desprendimento, em camadas, da camada superior da pele. O desprendimento epidérmico na SSJ fica abaixo de 10%; já na NET encontra-se acima 30%.As cicatrizes conseqüentes do processo de necrose podem resultar em perda de funções orgânicas. Quando alcança os brônquios, pode causar insuficiência respiratória.Não existe nenhum teste diagnóstico para apontar qual medicamento desencadeou a doença, sendo o diagnóstico, portanto, empírico. Os testes de provocação não são recomendados, uma vez que uma nova exposição ao agente pode resultar em um novo episódio da síndrome.O hemograma pode mostrar leucocitose inespecífica; todavia, quando presente, pode apontar infecção bacteriana sobreposta. A cultura de sangue, urina e amostras das lesões são indicadas em casos de suspeita de infecção secundária. A biópsia de pele é o exame complementar definitivo.O tratamento da SSJ é habitualmente de suporte e sintomático, devendo ser tomado os devidos cuidados com a pele e mucosa, similares aos de um paciente que sofreu queimaduras, além de uma avaliação oftalmológica diária e acompanhamento por longo período. O reconhecimento e retirada do fármaco é a principal ação terapêutica a ser realizada.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Síndrome_de_Stevens-Johnsonhttp://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?libdocid=2599&returncatid=487http://www.dermis.net/dermisroot/pt/30254/diagnose.htmhttp://www.amib.org.br/rbti/download/artigo_2010616113518.pdfhttp://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/10221