Síndrome de Pierre Robin Redenção PA

Informações sobre Síndrome de Pierre Robin em Redenção. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Pierre Robin e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Redenção.

Clínica de Diagnósticos
(94) 3424-1160
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital Santa Mônica
(94) 3424-1229
Rua São Felix do Xingu 744
Redenção, Pará
 
Hospital Doutora Iraci Araújo
(94) 3424-1537
Avenida Carlos Ribeiro
Redenção, Pará
 
Climed Serviços de Saúde
(91) 3248-2193
Rua Perimetral, 10
Belém, Pará
 
Behnam Bahrami Hessari
(91) 3241-5304
Avenida Senador Lemos 443 s 1107
Belém, Pará
 
Hospital São Vicente
(94) 3424-0947
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital São Lucas
(94) 3424-1280
Avenida Gomes do Val 2753
Redenção, Pará
 
Intervida
(91) 3366-6666
Tv Dom Pedro I 1016
Belém, Pará
 
Fundação Nacional de Saúde
(93) 3544-1288
Rua Barão Rio Branco 3288
Oriximiná, Pará
 
Clínica Cirúrgica Ginec Pará
(91) 3468-1267
Avenida Vinte E Nove de Dezembro 1389
Capitão Poço, Pará
 

Síndrome de Pierre Robin

A síndrome de Pierre Robin é descrita na literatura médica como uma tríade de anomalias, que se caracteriza pela presença de micrognatia, glossoptose e fissura palatina, sendo que esta última não está presente em todos os casos da síndrome.Foi descrita pela primeira vez no ano de 1891, por Lannelongue e Menard. Em 1926, Pierre Robin publicou o caso de uma criança que apresentava a sintomatologia completa da síndrome. Na década de 70, esta patologia já era conhecida pelo nome de síndrome de Pierre Robin.Até o momento, a causa desta patologia não foi elucidada. Sabe-se que a mandíbula do feto cresce lentamente durante o período gestacional, continuando a se desenvolver lentamente também após o nascimento.As manifestações clínicas presentes nesta síndrome envolvem:Mandíbula muito pequena (micrognatia) e queixo recuado;Retração da língua (glossoptose);Severa dificuldade respiratória em decorrência da presença da micrognatia e da glossoptose;Fenda no palato mole, geralmente em formato de U (80% dos casos) e em formato de V;Úvula bífida em certos casos ou com uma fissura submucosa oculta;Palato ogival;Copiosas infecções de ouvido, que pode resultar em perda da audição (60% dos casos);Deformidades nasais (raras);Malformações dentárias (ocorre em um terço dos casos);Refluxo gástrico e esofagite;Problemas cardiovasculares;Alterações do Sistema Nervoso Central, como atraso da linguagem, epilepsia, atraso no desenvolvimento mental, hipotonia e hidrcefalia.Anomalias músculo-esqueléticas, como sindactilia, falanges displásicas, polidactilia, articulações hiperflexíveis, dentre outras.O diagnóstico dessa síndrome geralmente é feito após o nascimento, por meio de um exame físico.O tratamento pode ser de dois tipos: conservador ou cirúrgico. O primeiro geralmente leva a resultados positivos, gerindo a obstrução das vias aéreas por meio de medidas conservadoras, bem como as dificuldades de alimentação. Já o tratamento cirúrgico deve ser realizado em crianças com acentuado desconforto respiratório, através de diferentes procedimentos cirúrgicos, selecionado de acordo com o caso. Juntamente com essa cirurgia, pode optar-se por corrigir a perda auditiva e prevenir futuras complicações na orelha média.Fontes:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572005000100005&lng=pt&nrm=isohttp://en.wikipedia.org/wiki/Pierre_Robin_syndromehttp://www.nlm.nih.gov/medlineplus/ency/article/001607.htmhttp://emedicine.medscape.com/article/844143-overview