Síndrome de Löeffler Redenção PA

Informações sobre Síndrome de Löeffler em Redenção. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Löeffler e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Redenção.

Clínica de Diagnósticos
(94) 3424-1160
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital Doutora Iraci Araújo
(94) 3424-1537
Avenida Carlos Ribeiro
Redenção, Pará
 
Hospital São Lucas
(94) 3424-1280
Avenida Gomes do Val 2753
Redenção, Pará
 
Medi Clínica
(93) 3522-5466
Tv Silvino Pinto 928
Santarém, Pará
 
Clomeg
(91) 3229-7714
Rua Barão de Igarapé Miri 492
Belém, Pará
 
Hospital São Vicente
(94) 3424-0947
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital Santa Mônica
(94) 3424-1229
Rua São Felix do Xingu 744
Redenção, Pará
 
Med Com
(91) 3754-1889
Rua Eduardo Angelim 375 s 24
Barcarena, Pará
 
Policlínica Doutora Laire Lins
(93) 3515-2307
Tv Agrário Cavalcante 763
Altamira, Pará
 
Climed Serviços de Saúde
(91) 3248-2193
Rua Perimetral, 10
Belém, Pará
 

Síndrome de Löeffler

A síndrome de Löeffler é uma afecção na qual há o acúmulo de eosinófilos (um tipo de leucócito) no tecido pulmonar, tipicamente em resposta a uma parasitose. No entanto, existem outras causas desta síndrome, como a hipersensibilidade a um antígeno inalado ou ingerido, neoplasias (como leucemia) e efeitos secundários a fármacos.Foi descrita primeiramente pelo médico Wilhelm Löeffler, que identificou pneumonia eosinofílica em pacientes, resultante da infecção por alguns parasitas, como Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale e Necator americanus.No caso do Ascaris lumbricoides, após a ingestão dos ovos dos parasitas, os mesmos eclodem no trato gastrointestinal, penetram na parede do intestino delgado, alcançando os vasos linfáticos e vênulas, migrando, então, para a circulação pulmonar. Por conseguinte, acomodam-se nos capilares pulmonares e continuam o ciclo, migrando através das paredes dos alvéolos. Por fim, migram para a região superior da árvore brônquica, são deglutidos e chegam ao intestino, local onde ocorre a passagem do parasita para a forma adulta. Os outros parasitas, como o Necator americanus, o Ancylostoma duodenale e o Strongyloides stercoralis apresentam um ciclo semelhante; todavia, entram no organismo através da pele.Embora esta síndrome possa ser assintomática, os pacientes podem apresentar astenia, febre moderada, tosse seca, dispneia sibilante, distúrbios digestivos e artralgia.O diagnóstico é feito por meio do quadro clínico, em associação com a presença de certas alterações em exames de imagem e de sangue. Radiografias torácicas evidenciam múltiplas lesões, pouco delimitadas e, em raros casos, pneumonia fraca e bronquiectasia. Exames de sangue revelam eosinofilia sanguínea. Nos casos de parasitose, o diagnóstico é confirmado observando-se ovos dos parasitas no exame de fezes.O melhor tratamento para a síndrome de Löeffler é o etiológico. No caso de eosinofilia resultante do uso de fármacos, o mesmo deve ser suspenso. No caso de eosinofilia ocasionada por uma parasitose, realizar o tratamento farmacologia, que habitualmente envolve o uso de albendazol, ivermectina, praziquantel e dietilcarbamacina. Em alguns casos, pode ser necessária a realização de cirurgia.Fontes:http://www.monografiaac.com.br/medicina/eosinofilia-sindrome-loeffler.htmlhttp://es.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_L%C3%B6fflerhttp://emedicine.medscape.com/article/1002606-overviewhttp://www.sopterj.com.br/revista/2005_14_4/11.pdf