Síndrome de Löeffler Araranguá SC

Informações sobre Síndrome de Löeffler em Araranguá. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Löeffler e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araranguá.

Stefanio Nápoli Oliveira
(48) 3524-4770
Rua Caetano Lummertz 456 s 109
Araranguá, Santa Catarina
 
Cimel Saúde
(48) 3537-1717
Rua Alberto Burigo 120
Meleiro, Santa Catarina
 
Fisiolis
(48) 3533-1822
Avenida Nereu Ramos 1263
Sombrio, Santa Catarina
 
Luiz Fernando Vaz
(48) 3432-4292
Rua Vitória 1176
Içara, Santa Catarina
 
Sul Clínica
(48) 3437-4588
Rua Vital Brasil
Criciúma, Santa Catarina
 
Clínica Ceretta
(48) 3524-0042
Praça Hercilio Luz 678 s 1
Araranguá, Santa Catarina
 
Centro Clínico Sombrio
(48) 3533-0144
Rua Padre João Reitz 462
Sombrio, Santa Catarina
 
Gilson C N Silva
(48) 3533-3657
Rua Santo Antônio 153
Sombrio, Santa Catarina
 
Mileto Clínica Médica
(48) 3045-6648
Rua Coronel Pedro Benedet 505 s 304 s 305
Criciúma, Santa Catarina
 
Integrar Centro de Reabilitação Neurológica
(48) 3433-7040
Rua Eugênio de Bona Castelan 138
Criciúma, Santa Catarina
 

Síndrome de Löeffler

A síndrome de Löeffler é uma afecção na qual há o acúmulo de eosinófilos (um tipo de leucócito) no tecido pulmonar, tipicamente em resposta a uma parasitose. No entanto, existem outras causas desta síndrome, como a hipersensibilidade a um antígeno inalado ou ingerido, neoplasias (como leucemia) e efeitos secundários a fármacos.Foi descrita primeiramente pelo médico Wilhelm Löeffler, que identificou pneumonia eosinofílica em pacientes, resultante da infecção por alguns parasitas, como Ascaris lumbricoides, Strongyloides stercoralis, Ancylostoma duodenale e Necator americanus.No caso do Ascaris lumbricoides, após a ingestão dos ovos dos parasitas, os mesmos eclodem no trato gastrointestinal, penetram na parede do intestino delgado, alcançando os vasos linfáticos e vênulas, migrando, então, para a circulação pulmonar. Por conseguinte, acomodam-se nos capilares pulmonares e continuam o ciclo, migrando através das paredes dos alvéolos. Por fim, migram para a região superior da árvore brônquica, são deglutidos e chegam ao intestino, local onde ocorre a passagem do parasita para a forma adulta. Os outros parasitas, como o Necator americanus, o Ancylostoma duodenale e o Strongyloides stercoralis apresentam um ciclo semelhante; todavia, entram no organismo através da pele.Embora esta síndrome possa ser assintomática, os pacientes podem apresentar astenia, febre moderada, tosse seca, dispneia sibilante, distúrbios digestivos e artralgia.O diagnóstico é feito por meio do quadro clínico, em associação com a presença de certas alterações em exames de imagem e de sangue. Radiografias torácicas evidenciam múltiplas lesões, pouco delimitadas e, em raros casos, pneumonia fraca e bronquiectasia. Exames de sangue revelam eosinofilia sanguínea. Nos casos de parasitose, o diagnóstico é confirmado observando-se ovos dos parasitas no exame de fezes.O melhor tratamento para a síndrome de Löeffler é o etiológico. No caso de eosinofilia resultante do uso de fármacos, o mesmo deve ser suspenso. No caso de eosinofilia ocasionada por uma parasitose, realizar o tratamento farmacologia, que habitualmente envolve o uso de albendazol, ivermectina, praziquantel e dietilcarbamacina. Em alguns casos, pode ser necessária a realização de cirurgia.Fontes:http://www.monografiaac.com.br/medicina/eosinofilia-sindrome-loeffler.htmlhttp://es.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_L%C3%B6fflerhttp://emedicine.medscape.com/article/1002606-overviewhttp://www.sopterj.com.br/revista/2005_14_4/11.pdf