Síndrome de Kleine-Levin Araranguá SC

Informações sobre Síndrome de Kleine-Levin em Araranguá. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Kleine-Levin e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araranguá.

Clínica Ceretta
(48) 3524-0042
Praça Hercilio Luz 678 s 1
Araranguá, Santa Catarina
 
Cimel Saúde
(48) 3537-1717
Rua Alberto Burigo 120
Meleiro, Santa Catarina
 
Fisiolis
(48) 3533-1822
Avenida Nereu Ramos 1263
Sombrio, Santa Catarina
 
Luiz Fernando Vaz
(48) 3432-4292
Rua Vitória 1176
Içara, Santa Catarina
 
Sul Clínica
(48) 3437-4588
Rua Vital Brasil
Criciúma, Santa Catarina
 
Stefanio Nápoli Oliveira
(48) 3524-4770
Rua Caetano Lummertz 456 s 109
Araranguá, Santa Catarina
 
Gilson C N Silva
(48) 3533-3657
Rua Santo Antônio 153
Sombrio, Santa Catarina
 
Centro Clínico Sombrio
(48) 3533-0144
Rua Padre João Reitz 462
Sombrio, Santa Catarina
 
Portiuncola Caesar Augustus Gorini
(48) 3433-8773
Rua Vital Brasil 250
Criciúma, Santa Catarina
 
Centro da Mama
(48) 3433-0406
Rua Coronel Pedro Benedet 505 s 301
Criciúma, Santa Catarina
 

Síndrome de Kleine-Levin

Um distúrbio raro neurológico que se manifesta depois de uma infecção ou da ocorrência de outras doenças, na maioria dos casos, atinge principalmente adolescentes do sexo masculino. A síndrome foi descoberta entre os anos de 1925 e 1929, pelos cientistas Kleine e Levin.O paciente pode apresentar hipersexualidade, irritabilidade e o hábito de comer compulsivamente. A doença pode ocorrer durante 10 dias seguidos entre 3 e 4 anos, e pode iniciar numa pessoa aos 8 anos de idade, colocando o paciente em estado contínuo de sonolência.A SKL (Síndrome de Kleine-Levin) é diagnosticada pela análise de hipersônia (diurna e noturna), hiperfagia e hipersexualidade. A partir de uma análise clínica, a doença é caracterizada por uma pertubação crônica que pode durar 8 anos, com “ataques” e incapacidade intelectual.Entre os anos de 1962 a 2004, foram detectados três casos, não havendo dados epidemiológicos. No mundo, há casos de pacientes do sexo feminino na fase da adolescência.A doença costuma ser tratada com estimulantes centrais, antidepressivos, lítio e antagonistas da serotonina. Os estimulantes são receitados para diminuir o sono excessivo.Na Árabia Saudita, por exemplo, foram detectados 18 pacientes, sendo 5 mulheres e 13 homens, com idades que variavam de 12 a 55 anos. Nesse caso, a duração média dos sintomas foi de 1,5 ano e cada paciente apresentou 6 episódios de sintomas. Dos 18 pacientes, 12 apresentaram hipersonia e 11 tiveram perda de apetite.Numa visão geral, há pacientes que perdem ou ganham apetite e em determinados casos só acordam para comer. Os pacientes costumam melhorar com o uso de medicamento destinados à epilepsia e calmante, sempre prescritos pelos médicos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Kleine-Levinhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-81082007000300014http://idmed.uol.com.br/saude-de-a-z/sindrome-de-kleine-levin-conheca-o-disturbio-que-faz-um-individuo-dormir-quase-24-horas-seguidas.html