Síndrome de Estocolmo Rio Largo AL

Informações sobre Síndrome de Estocolmo em Rio Largo. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Estocolmo e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rio Largo.

Clin Mulher
(82) 3320-4539
Rua Ana Duarte 8
Maceió, Alagoas
 
Núcleo Saúde
(82) 3327-7997
Praça Raul Ramos 21
Maceió, Alagoas
 
Janaína Gouveia Guedes Salles
(82) 3327-4500
Avenida Doutor Antônio Gouveia 1751
Maceió, Alagoas
 
Mônica M Vaz
(82) 3338-2210
Rua Professor José da Silveira Camerino 1065
Maceió, Alagoas
 
Nova Imagem
(82) 3201-6900
Rua Cincinato Pinto, 199
Maceió, Alagoas
 
Integraser Medicina Integrada & Spa Urbano
(82) 3311-8232
Rua Professor Sandoval Arroxelas, 214
Maceió, Alagoas
 
Med Exame
(82) 3375-9192
Rua Luiz Alves da Silva 326
Maceió, Alagoas
 
Cendor
(82) 2126-0740
Rua Doutor José Afonso de Melo 68 s 413
Maceió, Alagoas
 
Med Clinge
(82) 3321-5239
Avenida Governador Lamenha Filho, 705
Maceió, Alagoas
 
Ivanildo Geraldo Melo de Holanda
(82) 3355-4228
Avenida Pilar 466
Maceió, Alagoas
 

Síndrome de Estocolmo

A síndrome de Estocolmo é um estado psicológico particular desenvolvida por uma vítima de sequestro.O nome desse distúrbio é oriundo do famoso assalto de Norrmalmstorg do Kredibanken em Norrmalmstorg, em Estocolmo, que durou do dia 23 a 28 de agosto de 1973. Nesse assalto, as vítimas normalmente defendiam os sequestradores, mesmo após os seis dias de sequestro terem chegado ao fim e apresentaram comportamento reservado durante os processos judiciais do caso. O termo foi assinalado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot, que auxiliou a polícia no período do assalto.As vítimas passam a identificar-se emocionalmente com os criminosos, inicialmente como modo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência por parte deles. Um mínimo gesto de gentileza dos raptores normalmente é ampliado, pois, do ponto de vista das vítimas, é extremamente difícil, ou até impossível, obter uma visão clara da realidade nessas situações e obter uma mensuração do perigo real. Deste modo, as tentativas de libertação são tidas como uma ameaça, pois a vítima pode correr o risco de ser magoada. É importante salientar que os sintomas resultam de um estresse físico e mental (emocional) extremo. O complexo e comportamento duplo de afetividade e ódio concomitantes junto aos raptores é considerado como uma estratégia de sobrevivência por parte dos reféns.O processo da síndrome se desenvolve sem que a vítima tenha consciência disso. A mente elabora um artifício ilusório objetivando resguardar a psique dos reféns. A proximidade afetiva e emocional com o criminoso ocorre para gerar distanciamento da realidade perigosa e violenta a qual o indivíduo está submetido. Contudo, a vítima não está completamente alheia à situação na qual se encontra, parte de sua mente se mantém atenta ao perigo, sendo que é isso que leva à maioria das vítimas a escapar do seqüestrador em certo momento, mesmo em casos de extenso cativeiro.Um dos casos mais famosos e característicos da síndrome é o de Patty Hearst, que desenvolveu a condição em 1974, depois de sofrer um seqüestro durante um assalto a banco realizado pela organização militar politicamente engajada (o Exército de Libertação Simbionesa). Após libertada do cativeiro, a vítima juntou-se aos seus raptores, passando a viver com eles, sendo cúmplice em seus assaltos.Já um dos casos mais recentes divulgados na mídia, é o caso da jovem Natascha Kampusch, que desapareceu em 1998, a caminho da escola, aos 10 anos de idade na Áustria, e reapareceu em 2006, aos 18 anos. Natascha reapareceu em um jardim de Viena após escapar da casa de seu seqüestrador, quando este estava distraído. Em uma declaração dada à mídia, a jovem afirmou o seguinte: “Minha juventude foi bastante diferente. Mas também evitei diversas coisas – não comecei a fumar ou beber, ou a andar em más companhias”. Segundo a maioria dos especialistas, Kampusch aparentemente sofre com a síndrome.A doença pode desenvolve-se em vítimas de sequestro, cenários de guerra, sobreviventes de campos de concentração, indivíduos que ficam submetidos à prisão domiciliar por familiares e também em vítimas de abusos pessoais. É importante ressaltar que não são todas as vítimas que desenvolvem a síndrome ao final do ato de violência a qual foi submetida.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Síndrome_de_Estocolmohttp://www.medicinaealimentacao.com/?id=583&Sindrome-de-Estocolmohttp://pessoas.hsw.uol.com.br/sindrome-de-estocolmo.htmhttp://www.portais.ws/?page=art_det&ida=4767