Síndrome de Ekbom Rio Largo AL

Informações sobre Síndrome de Ekbom em Rio Largo. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Ekbom e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rio Largo.

Nova Imagem
(82) 3201-6900
Rua Cincinato Pinto, 199
Maceió, Alagoas
 
Infecto Clínica
(82) 3336-5385
Rua Santa Cruz 31 s 11
Maceió, Alagoas
 
Clínica Infantil Amai
(82) 3326-3454
Avenida Durval de Góes Monteiro, 3573
Maceió, Alagoas
 
Previne
(82) 3202-6226
Avenida Santa Rita de Cássia, 62
Maceió, Alagoas
 
Hormoclinica
(82) 3326-1181
Rua Manoel Maia Nobre 133 A
Maceió, Alagoas
 
Centro Integrado de Saúde Bem Viver
(82) 3325-3245
Avenida Doutor Antônio Gomes de Barros 671
Maceió, Alagoas
 
Med Angio
(82) 4009-8899
Rua Professor José da Silveira Camerino, 534
Maceió, Alagoas
 
Climepsi
(82) 3326-1625
Rua Doutor José de Castro Azevedo 154
Maceió, Alagoas
 
Med Exame
(82) 3375-9192
Rua Luiz Alves da Silva 326
Maceió, Alagoas
 
Gastroclínica
(82) 3311-8001
Rua Íris Alagoense 267
Maceió, Alagoas
 

Síndrome de Ekbom

A síndrome de Ekbom, também conhecida como delírio de parasitose, trata-se de uma forma de psicose, na qual o indivíduo acredita piamente que seu organismo esta infestado de parasitas, quando, na realidade, não há parasita nenhum.É mais comum em indivíduos do sexo feminino, de idade mais avançada (acima de 40 anos) e que não interagem com a sociedade.No ano de 1894, Thibierge descreveu um quadro de delírio de infestação parasitária, denominando-o acarofobia. Posteriormente, em 1937 a 1938, o neurologista austríaco Karl Axel Ekbom descreveu sete mulheres idosas que possuíam convicção de estarem parasitas por vermes, caracterizando o quadro da síndrome em questão, que foi então nomeada em homenagem ao neurologista austríaco. Este termo também é utilizado como sinônimo da síndrome das pernas inquietas, ou síndrome de Ekbom-Wittmaack.A ideia delirante e persistente de estarem sendo parasitas por vermes levam os pacientes a se automutilarem, coçando, cortando e lesionando a pele, com o intuito de eliminar os parasitas. Essas lesões recebem o nome de dermatiti artefacta. Existem autores que consideram esta desordem como sendo o medo que algumas pessoas desenvolvem de que o corpo seja infestado por insetos, enquadrando esta síndrome como psicose hipocondríaca monossintomática.As manifestações clínicas envolvidas nesta síndrome podem variar de sintomas psicóticos e delírios a sintomas fóbicos e obsessivos. Também pode ser observada neurite periférica, diabetes mellitus e demência. Além disso, é comum que os pacientes guardem em caixas debris, tecidos descamativos, cabelos, crostas, poeira, folhas, partes de insetos, dentre outros detritos que se aderem às lesões, levando-os ao médico na tentativa de provar que estão sendo parasitados, fato conhecido como o “sinal da caixa de fósforo”.A capacidade de descrever os parasitas com detalhes e até desenhá-los é outro componente da síndrome. Quando esses pacientes não se isolam socialmente são capazes de induzir o transtorno psicótico em outra pessoa (folie à deux), o que corresponde de 5 a 25% dos casos. Pesquisas apontam que as mulheres induzem mais do que os homens.O tratamento pode ser feito por meio do uso de fármacos antipsicóticos, associação de antidepressivos e antipsicóticos, e antidepressivos. Além disso, é importante que o paciente passe a interagir socialmente.Fontes:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-81082007000100017&script=sci_arttexthttp://www.abpbrasil.org.br/medicos/publicacoes/revista/arquivos/01Artigo%20Original%20-%204%20Ekbom.pdf