Síndrome de Ekbom Redenção PA

Informações sobre Síndrome de Ekbom em Redenção. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Ekbom e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Redenção.

Clínica de Diagnósticos
(94) 3424-1160
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital Santa Mônica
(94) 3424-1229
Rua São Felix do Xingu 744
Redenção, Pará
 
Hospital São Lucas
(94) 3424-1280
Avenida Gomes do Val 2753
Redenção, Pará
 
Med Clínicas
(93) 3522-4377
Tv Silvino Pinto 928
Santarém, Pará
 
Visual Med
(91) 3223-7878
Rua Antônio Barreto 590
Belém, Pará
 
Hospital Doutora Iraci Araújo
(94) 3424-1537
Avenida Carlos Ribeiro
Redenção, Pará
 
Hospital São Vicente
(94) 3424-0947
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Dra Maria do Socorro Protazio
(94) 3346-1138
Rua A 442
Parauapebas, Pará
 
Cegimpa - Centro de Ginecologia e Mastologia do Pará
(91) 3226-4641
Rua Antônio Barreto 130 - 14 s 1408
Belém, Pará
 
Instituto Ophir Loyola
(91) 3342-1100
Avenida Governador Magalhães Barata 992
Belém, Pará
 

Síndrome de Ekbom

A síndrome de Ekbom, também conhecida como delírio de parasitose, trata-se de uma forma de psicose, na qual o indivíduo acredita piamente que seu organismo esta infestado de parasitas, quando, na realidade, não há parasita nenhum.É mais comum em indivíduos do sexo feminino, de idade mais avançada (acima de 40 anos) e que não interagem com a sociedade.No ano de 1894, Thibierge descreveu um quadro de delírio de infestação parasitária, denominando-o acarofobia. Posteriormente, em 1937 a 1938, o neurologista austríaco Karl Axel Ekbom descreveu sete mulheres idosas que possuíam convicção de estarem parasitas por vermes, caracterizando o quadro da síndrome em questão, que foi então nomeada em homenagem ao neurologista austríaco. Este termo também é utilizado como sinônimo da síndrome das pernas inquietas, ou síndrome de Ekbom-Wittmaack.A ideia delirante e persistente de estarem sendo parasitas por vermes levam os pacientes a se automutilarem, coçando, cortando e lesionando a pele, com o intuito de eliminar os parasitas. Essas lesões recebem o nome de dermatiti artefacta. Existem autores que consideram esta desordem como sendo o medo que algumas pessoas desenvolvem de que o corpo seja infestado por insetos, enquadrando esta síndrome como psicose hipocondríaca monossintomática.As manifestações clínicas envolvidas nesta síndrome podem variar de sintomas psicóticos e delírios a sintomas fóbicos e obsessivos. Também pode ser observada neurite periférica, diabetes mellitus e demência. Além disso, é comum que os pacientes guardem em caixas debris, tecidos descamativos, cabelos, crostas, poeira, folhas, partes de insetos, dentre outros detritos que se aderem às lesões, levando-os ao médico na tentativa de provar que estão sendo parasitados, fato conhecido como o “sinal da caixa de fósforo”.A capacidade de descrever os parasitas com detalhes e até desenhá-los é outro componente da síndrome. Quando esses pacientes não se isolam socialmente são capazes de induzir o transtorno psicótico em outra pessoa (folie à deux), o que corresponde de 5 a 25% dos casos. Pesquisas apontam que as mulheres induzem mais do que os homens.O tratamento pode ser feito por meio do uso de fármacos antipsicóticos, associação de antidepressivos e antipsicóticos, e antidepressivos. Além disso, é importante que o paciente passe a interagir socialmente.Fontes:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-81082007000100017&script=sci_arttexthttp://www.abpbrasil.org.br/medicos/publicacoes/revista/arquivos/01Artigo%20Original%20-%204%20Ekbom.pdf