Síndrome de Ekbom Araranguá SC

Informações sobre Síndrome de Ekbom em Araranguá. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Ekbom e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araranguá.

Clínica Ceretta
(48) 3524-0042
Praça Hercilio Luz 678 s 1
Araranguá, Santa Catarina
 
Cimel Saúde
(48) 3537-1717
Rua Alberto Burigo 120
Meleiro, Santa Catarina
 
Gilson C N Silva
(48) 3533-3657
Rua Santo Antônio 153
Sombrio, Santa Catarina
 
Clínica Médica Mulher e Filho
(48) 3433-7314
Rua São Marcelino Champagnat 33
Criciúma, Santa Catarina
 
Clínica Psiquiátrica Garcia
(48) 3433-4353
Rua Antônio de Lucca 165 s 203
Criciúma, Santa Catarina
 
Stefanio Nápoli Oliveira
(48) 3524-4770
Rua Caetano Lummertz 456 s 109
Araranguá, Santa Catarina
 
Fisiolis
(48) 3533-1822
Avenida Nereu Ramos 1263
Sombrio, Santa Catarina
 
Centro Clínico Sombrio
(48) 3533-0144
Rua Padre João Reitz 462
Sombrio, Santa Catarina
 
Clínica Neurológica Knabben
(48) 3433-1873
Rua Coronel Pedro Benedet 363 s 302
Criciúma, Santa Catarina
 
Cláudia Cipriano Vidal Heluany
(48) 3439-5102
Rua Coronel Pedro Benedet 225 s 504
Criciúma, Santa Catarina
 

Síndrome de Ekbom

A síndrome de Ekbom, também conhecida como delírio de parasitose, trata-se de uma forma de psicose, na qual o indivíduo acredita piamente que seu organismo esta infestado de parasitas, quando, na realidade, não há parasita nenhum.É mais comum em indivíduos do sexo feminino, de idade mais avançada (acima de 40 anos) e que não interagem com a sociedade.No ano de 1894, Thibierge descreveu um quadro de delírio de infestação parasitária, denominando-o acarofobia. Posteriormente, em 1937 a 1938, o neurologista austríaco Karl Axel Ekbom descreveu sete mulheres idosas que possuíam convicção de estarem parasitas por vermes, caracterizando o quadro da síndrome em questão, que foi então nomeada em homenagem ao neurologista austríaco. Este termo também é utilizado como sinônimo da síndrome das pernas inquietas, ou síndrome de Ekbom-Wittmaack.A ideia delirante e persistente de estarem sendo parasitas por vermes levam os pacientes a se automutilarem, coçando, cortando e lesionando a pele, com o intuito de eliminar os parasitas. Essas lesões recebem o nome de dermatiti artefacta. Existem autores que consideram esta desordem como sendo o medo que algumas pessoas desenvolvem de que o corpo seja infestado por insetos, enquadrando esta síndrome como psicose hipocondríaca monossintomática.As manifestações clínicas envolvidas nesta síndrome podem variar de sintomas psicóticos e delírios a sintomas fóbicos e obsessivos. Também pode ser observada neurite periférica, diabetes mellitus e demência. Além disso, é comum que os pacientes guardem em caixas debris, tecidos descamativos, cabelos, crostas, poeira, folhas, partes de insetos, dentre outros detritos que se aderem às lesões, levando-os ao médico na tentativa de provar que estão sendo parasitados, fato conhecido como o “sinal da caixa de fósforo”.A capacidade de descrever os parasitas com detalhes e até desenhá-los é outro componente da síndrome. Quando esses pacientes não se isolam socialmente são capazes de induzir o transtorno psicótico em outra pessoa (folie à deux), o que corresponde de 5 a 25% dos casos. Pesquisas apontam que as mulheres induzem mais do que os homens.O tratamento pode ser feito por meio do uso de fármacos antipsicóticos, associação de antidepressivos e antipsicóticos, e antidepressivos. Além disso, é importante que o paciente passe a interagir socialmente.Fontes:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-81082007000100017&script=sci_arttexthttp://www.abpbrasil.org.br/medicos/publicacoes/revista/arquivos/01Artigo%20Original%20-%204%20Ekbom.pdf