Síndrome de Cogan Redenção PA

Informações sobre Síndrome de Cogan em Redenção. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Cogan e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Redenção.

Clínica de Diagnósticos
(94) 3424-1160
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Hospital São Lucas
(94) 3424-1280
Avenida Gomes do Val 2753
Redenção, Pará
 
Hospital São Vicente
(94) 3424-0947
Avenida Santa Tereza 601
Redenção, Pará
 
Clinel
(91) 3229-1707
Rua Benfica 4
Belém, Pará
 
Casa do Cupuaçu
(94) 3323-2419
Avenida Itacaiunas 116
Marabá, Pará
 
Hospital Doutora Iraci Araújo
(94) 3424-1537
Avenida Carlos Ribeiro
Redenção, Pará
 
Hospital Santa Mônica
(94) 3424-1229
Rua São Felix do Xingu 744
Redenção, Pará
 
José Mariano de Melo Cavaleiro de Macedo
(91) 3241-1584
Tv Dom Romualdo de Seixas 1395
Belém, Pará
 
Sampa Assistência Médica
(91) 3241-8078
Tv Dom Pedro I 918
Belém, Pará
 
Centro Médico Luteo Associados
(91) 3225-4955
Tv São Francisco 782
Belém, Pará
 

Síndrome de Cogan

A síndrome de Cogan é uma afecção multissistêmica rara que se caracteriza por ceratite intersticial não-sifilítica associada à alteração áudio-vestibular de surgimento abrupto e, geralmente, bilateral.Esta síndrome foi descrita pela primeira vez em 1934 por Morgan e Baumgartner e, em 1945, o oftalmologista David Glendenning Cogan relatou 5 casos dessa enfermidade, passando a doença receber esse nome em sua homenagem.Comumente afeta indivíduos entre 20 a 40 anos de idade e sua etiologia e fisiopatologia ainda não foram elucidadas; no entanto, é conhecido que existe associação com infecções das vias áreas superiores anteriormente ao aparecimento do quadro característico da síndrome de Cogan e hipóteses de prováveis agentes virais. Outros pesquisadores acreditam que se trata de uma doença auto-imune.Existem duas formas clínicas distintas dessa doença:Forma típica: afeta 90% dos portadores da síndrome. Habitualmente são encontrados achados corneanos clássicos, em associação com disfunção áudio-vestibular.Forma atípica: apresenta inflamação ocular ou orbitária associada à disfunção áudio-vestibular, e maior incidência de sintomatologia sistêmica, especialmente ligados à vasculite. Com relação ao acometimento corneano nessa forma clínica, existem divergências na literatura.O médico pode chegar ao diagnóstico por meio de uma adequada anamnese, juntamente com a realização de um exame físico detalhado. É importante realizar o diagnóstico diferencial com outras doenças, como sífilis, tuberculose, infecção viral, infecção por clamídia e afecções reumáticas. É de grande importância que o paciente seja encaminhando ao oftalmologista para uma avaliação minuciosa dos olhos. Deve também ser realizada uma avaliação do sistema nervoso e do ouvido (testes auditivos, do equilíbrio e da função do ouvindo interno).O tratamento dos quadros mais graves é feito por meio da administração de corticosteróides, objetivando reduzir a resposta inflamatória. Quando é necessária uma grande quantidade de esteróides, ou então, quando o tratamento com esses fármacos não está respondendo positivamente, muitas vezes, é recomendo o uso de fármacos imunossupressores adicionais. Dentre estes últimos, encontram-se o metotrexano, a ciclofosfamida, a ciclosporina e a azatioprina. Caso a doença tenha afetado os vasos sanguíneos, pode ser necessária a colocação do implante coclear.Fontes:http://www.abonet.com.br/abo/686/850-852.pdfhttp://www.scielo.br/pdf/abo/v69n6/a27v69n6.pdfhttp://en.wikipedia.org/wiki/Cogan_syndromehttp://harvard.umic.pt/portal/server.pt/community/Doencas/Doencas$Detail?idDoencas=AZD0109_009