Síndrome de Borderline Araranguá SC

Informações sobre Síndrome de Borderline em Araranguá. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Borderline e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araranguá.

Stefanio Nápoli Oliveira
(48) 3524-4770
Rua Caetano Lummertz 456 s 109
Araranguá, Santa Catarina
 
Cimel Saúde
(48) 3537-1717
Rua Alberto Burigo 120
Meleiro, Santa Catarina
 
Centro Clínico Sombrio
(48) 3533-0144
Rua Padre João Reitz 462
Sombrio, Santa Catarina
 
Portiuncola Caesar Augustus Gorini
(48) 3433-8773
Rua Vital Brasil 250
Criciúma, Santa Catarina
 
Centro Médico Pio Corrêa
(48) 3433-7943
Rua Vidal Ramos 184
Criciúma, Santa Catarina
 
Clínica Ceretta
(48) 3524-0042
Praça Hercilio Luz 678 s 1
Araranguá, Santa Catarina
 
Fisiolis
(48) 3533-1822
Avenida Nereu Ramos 1263
Sombrio, Santa Catarina
 
Gilson C N Silva
(48) 3533-3657
Rua Santo Antônio 153
Sombrio, Santa Catarina
 
Luiz Fernando Vaz
(48) 3432-4292
Rua Vitória 1176
Içara, Santa Catarina
 
Clínica Médica Mulher e Filho
(48) 3433-7314
Rua São Marcelino Champagnat 33
Criciúma, Santa Catarina
 

Síndrome de Borderline

Síndrome de Borderline, ou Transtorno de Personalidade Limítrofe é uma expressão utilizada há mais de um século pelos pesquisadores do campo mental, que dela se valem para apontar uma modificação no limite entre a neurose e a psicose ou, como diriam alguns, na linha de demarcação entre a razão e a loucura. A pessoa atingida por esta síndrome apresenta um sério distúrbio psíquico, principalmente na esfera afetiva, no domínio dos impulsos, nas interações com o outro, na sua auto-imagem.O diagnóstico desta perturbação mental é facilitado pelo próprio transtorno causado pelos sintomas no entorno do paciente, principalmente por atingir os familiares. Normalmente o indivíduo não ultrapassa os limites da normalidade, portanto é raro que ele seja enquadrado em um dos estados emocionais próximos do borderline, tais como a esquizofrenia, a depressão ou o transtorno bipolar.Esta enfermidade psíquica não é ainda muito conhecida, embora afete indiscriminadamente integrantes das mais diversas classes sociais, pessoas célebres ou anônimas, particularmente as mulheres. Atualmente, o exemplo mais famoso de personalidade borderline é o da cantora Amy Winehouse, que revela em seu quadro dimensões radicais desta Síndrome, especialmente traços de autodestruição – os quais englobam a automutilação, com cortes perpetrados em várias partes do corpo, com a intenção de amenizar as dores emocionais, ameaças e até tentativas de suicídio -, consumo de drogas, intensos arrebatamentos verbais, ataques de agressividade, ilusões e alucinações passageiras, impulsividade desenfreada, sem falar nas constantes alterações de humor, apresentando-se a artista às vezes agitada, em outros momentos totalmente passiva.Outras emoções despertadas pelo estado borderline incluem tristeza, raiva, vergonha, sentimento de pânico, horror, sensação de vazio e de extrema solidão. A capacidade de obter conhecimento também se encontra comprometida, levando o indivíduo a interpretações diversas sobre o outro, em um instante avaliando-o como um ser bom, logo depois o julgando como uma má pessoa. Além disso, há casos de perda da personalidade e do contato com a realidade. Entre tantos sintomas diversos, o DSMV fixou nove pontos essenciais para que se avalie o distúrbio como Síndrome de Borderline.A expressão borderline foi utilizada primeiramente em 1884, pelo psiquiatra inglês Hughes, que assim se referia às ocorrências de loucura. Passou-se a usar este termo para diagnosticar sinais muito sérios de neurose. O pesquisador Bleuler julgava os esquizofrênicos como portadores de borderline. Enfim, em 1938, a palavra borderline é oficializada por Stern, que a adota para descrever uma modalidade de ‘hemorragia mental’, a qual ocorre quando se deflagra uma intolerância às frustrações. As pessoas se sentem, então, ressentidas, ultrajadas e emocionalmente atingidas. Grinker, em 1967, realiza pela primeira vez a descrição desta perturbação mental.Estes pacientes têm intensa dificuldade de se relacionar. Fatores genéticos, abusos sexuais, exposição traumática á violência, são algumas das causas apontadas para a eclosão deste distúrbio, pois provocariam desequilíbrio emocional e comportamentos impulsivos. O reflexo deste problema na vivência social é muito sério, pois há uma grande dificuldade de se relacionar com os portadores desta Síndrome, embora seja necessário amparar e socorrer estas pessoas, principalmente porque o número de suicídios é muito alto, afetando pelo menos 10% dos pacientes.Tem-se conquistado resultados positivos no tratamento desta perturbação ao se recorrer à psicoterapia, principalmente a cognitiva comportamental. Mas é preciso ser persistente no processo terapêutico, pois esta enfermidade engloba sérios distúrbios de personalidade, os quais deixam o ego vulnerável e passível de diversas quedas, de retorno a um estado de instabilidade.Fontes:http://www.fsanet.com.br/site/materia.php?id=607http://www.cienciasecognicao.org/artigos/m14420.htm