Síndrome de Asherman Campos Novos SC

Informações sobre Síndrome de Asherman em Campos Novos. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome de Asherman e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campos Novos.

Clomar F Nilani
(49) 3544-0379
Rua Coronel Farrapo 555 s 1
Campos Novos, Santa Catarina
 
Unimed Campos Novos
(49) 3544-0037
Rua Benjamin Constant
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital e Maternidade Santa Brígida
(49) 3541-0111
Avenida Caetano Belincanta Neto 947
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital Rural Nossa Senhora de Fátima
(49) 3542-1111
Rua S José 363
Erval Velho, Santa Catarina
 
Gastro Clínica Ltda Me
(49) 3446-1514
Rua Padre Isidoro Benjamim 77
Lindóia do Sul, Santa Catarina
 
Cleia Esteves Malcorra
(49) 3541-1035
Rua Coronel Lucidoro 1026
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital Doutor José Athanásio
(49) 3541-0700
Rua Nereu Ramos 379
Campos Novos, Santa Catarina
 
Fundação Hospitalar Dr José Athanazio
(49) 3541-1825
Rua Nereu Ramos 379
Campos Novos, Santa Catarina
 
Clínica Kleinubing e Pinho
(47) 3422-6565
Rua Mário Lobo 61 - 9 s 905
Joinville, Santa Catarina
 
Mercosul Clínica de Diagnósticos
(48) 3282-0499
Rodovia Armando Calil Bulos 5405 km 5 s 203
Florianópolis, Santa Catarina
 

Síndrome de Asherman

A síndrome de Asherman, também denominada sinéquias uterinas ou adesões intrauterinas, consiste em uma desordem na qual há destruição do endométrio precedida por formação de sinéquias (aderências fibrosas) na parede uterina, levando à amenorreia.São diversas as causas da destruição do endométrio, incluindo:Radioterapia;Uso de substâncias cáusticas na parede do útero visando anticoncepção;Curetagens uterinas constantes ou realizadas prematuramente;Miomectomias;Histerotomias;Remoção da placenta aderida de forma errônea à parede do útero.Além da amenorreia, as outras manifestações clínicas que podem ser observadas são recorrentes abortos espontâneos e infertilidade.O diagnóstico pode ser feito por meio da anamnese, juntamente com a visualização direta do útero, comumente através da histeroscopia. Além disso, outros métodos também podem ser utilizados, como histerossonografia e histerossalpingografia.O tratamento é feito por meio do debridamento cirúrgico das sinéquias uterinas (através de curetagem ou histeroscopia), em associação com a implantação de dispositivo intra-uterino (DIU) e hormonioterapia (estrógenos). Caso haja uma infecção secundária no local, deve-se entrar com antibioticoterapia.Geralmente as mulheres respondem positivamente ao tratamento cirúrgico, podendo vir a sustentar uma gravidez sem problemas, caso não tenham ficado estéreis em decorrência da síndrome. Contudo, mulheres que apresentam um endométrio muito fino costumam não apresentar resultados satisfatórios após o procedimento cirúrgico.Fontes:http://www.medcenter.com/medscape/content.aspx?id=529&langtype=1046http://www.ashermans.org/Spanish/