Síndrome da Hiperestimulação do Ovário Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Síndrome da Hiperestimulação do Ovário em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome da Hiperestimulação do Ovário e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Clínica Profª Maria Anunciada
(82) 3521-6500
Rua Monsenhor Macedo 362 c A
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Ciam
(82) 3522-2533
Avenida Pedro Leão 119
Arapiraca, Alagoas
 
Otomed Alagoas
(82) 3539-1114
Rua 30 de Outubro 121
Arapiraca, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Santa Fé Medical Center
(82) 3482-7133
Rua Esperidião Rodrigues 103
Arapiraca, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 
Espaço Fisio & Saúde
(82) 3529-9600
Rua Nossa Senhora de Fátima 218
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Imagem
(82) 3521-6192
Rua São Domingos 115
Arapiraca, Alagoas
 
Cmi Consultórios Médicos Integrados
(82) 3522-3388
Rua Fernandes Lima, 345
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 

Síndrome da Hiperestimulação do Ovário

A síndrome da hiperestimulação do ovário (SHEO) trata-se de uma complicação iatrogênica, ocasionada pela estimulação ovariana exacerbada em resposta aos hormônios exógenos.Comumente, esta condição é resultante do uso de hormônios, especialmente a gonadotrofina coriônica humana (hCG), utilizados com a finalidade de tratar a infertilidade. Além disso, sabe-se que algumas condições estão associadas ao aumento do risco de desenvolvimento de SHEO, como mulheres jovens e síndrome do ovário policístico.As manifestações clínicas podem ser classificadas como:Leve: inclui inchaço do abdômen, náuseas, diarreia e ligeiro ganho de peso.Moderada: presença de significativo ganho de peso, aumento da circunferência abdominal, vômitos, diarreia, oligúria, urina concentrada, polidipsia e ressecamento da pele e/ou cabelo, além dos sintomas encontrados no quadro leve.Severa: inchaço acima da linha da cintura, dispneia, derrame pleural, urina muito concentrada, dores no peito e panturrilha, acentuado inchaço abdominal distensão e dores no baixo ventre, além da presença dos sintomas encontrados nos quadros leve e moderado.Os sintomas tendem a desaparecer dentro de poucos dias (1 a 2 semanas). Contudo, se for durante a gestação, o caso é mais grave e a melhora geralmente é alcançada somente quando vier a próxima menstruação.O tratamento irá depender da severidade do quadro apresentado pela paciente. Nos quadros leves, o tratamento pode ser conservador, fazendo-se o monitoramento da circunferência abdominal, peso e desconforto até que ocorra a próxima menstruação ou até a concepção.Os quadros moderados comumente são tratados com repouso, hidratação e acompanhamento de eletrólitos e células sanguíneas, através de exames laboratoriais. Também podem ser feitos ultrassonografias para o acompanhamento do tamanho dos folículos ovarianos.Nos casos mais graves, quando há a acúmulo de líquido na pleura ou cavidade abdominal, o mesmo deve ser aspirado e opióides devem ser administrados para aplacar a dor. Caso esta síndrome se desenvolva durante um protocolo de fertilização in vitro, recomenda-se adiar a transferência do embrião.Fontes:http://www.febrasgo.org.br/arquivos/femina/Femina2010/fevereiro/Femina_v38n2/Femina_v38n2_p83-87.pdfhttp://www.actamedicaportuguesa.com/pdf/2011-24/suplemento-3/635-638.pdfhttp://en.wikipedia.org/wiki/Ovarian_hyperstimulation_syndrome