Síndrome Mielodisplásica Campos Novos SC

Informações sobre Síndrome Mielodisplásica em Campos Novos. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome Mielodisplásica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campos Novos.

Clomar F Nilani
(49) 3544-0379
Rua Coronel Farrapo 555 s 1
Campos Novos, Santa Catarina
 
Unimed Campos Novos
(49) 3544-0037
Rua Benjamin Constant
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital Doutor José Athanásio
(49) 3541-0700
Rua Nereu Ramos 379
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital Rural Nossa Senhora de Fátima
(49) 3542-1111
Rua S José 363
Erval Velho, Santa Catarina
 
Laboratório do Sono
(48) 3222-9515
Rua Presidente Coutinho 579 - 4 sl 401
Florianópolis, Santa Catarina
 
Cleia Esteves Malcorra
(49) 3541-1035
Rua Coronel Lucidoro 1026
Campos Novos, Santa Catarina
 
Hospital e Maternidade Santa Brígida
(49) 3541-0111
Avenida Caetano Belincanta Neto 947
Campos Novos, Santa Catarina
 
Fundação Hospitalar Dr José Athanazio
(49) 3541-1825
Rua Nereu Ramos 379
Campos Novos, Santa Catarina
 
Clínica Vitta Tissiani
(49) 3353-6944
Avenida Plínio Arlindo de Nês 1168 - 2
Xaxim, Santa Catarina
 
Clínica do Aparelho Digestivo Dr Hugo Schunemann
(49) 3621-2210
Rua Antônio Pedrassani 123
São Miguel do Oeste, Santa Catarina
 

Síndrome Mielodisplásica

O termo síndrome mielodisplásica (SMD) engloba um grupo de doenças hematopoiéticas de etiologia clonal da medula óssea, que tem como característica uma produção insuficiente de células sanguíneas sadias, na qual as três linhas celulares da medula óssea podem estar envolvidas (série branca, série vermelha e série plaquetária). Existe uma grande possibilidade de se transformar em leucemia mielóide aguda.Em decorrência das suas diversas formas, a incidência anual da SMD não é conhecida no Brasil. Nos Estados Unidos, a incidência da SMD é de 10 mil a 20 mil casos por ano, representando em torno de 40 a 80 casos a cada 1 milhão de habitantes. A presença desta síndrome cresce com o aumento da idade, predominando em indivíduos do sexo masculino, raramente acometendo crianças.Indivíduos que são expostos a hidrocarbonetos em seu local de trabalho possuem maiores chances de desenvolver a SMD em comparação com o resto da população. Outras patologias hematológicas também estão ligadas ao risco de desenvolver esta síndrome, como é o caso da Anemia de Fanconi, síndrome de Shwachmann-Diamond e síndrome de Diamond-Blackfan. O uso de alguns fármacos que podem alterar o DNA, como os utilizados no tratamento de linfomas, mieloma e outros tipos de neoplasias (de mama e ovário, por exemplo), aumenta as chances de desenvolver uma doença mielodisplásica.Dentre os sinais clínicos apresentados pelos pacientes portadores da SMD são observados: neutropenia; anemia; trombocitopenia; presença de grânulos anormais nas células sanguíneas; núcleo com forma e tamanho alterados; anormalidades cromossômicas. Já dentre os sintomas estão: fadiga crônica; dores no peito em decorrência da anemia; maior suscetibilidade a infecções, em consequencia da neutropenia; predisposição a sangramentos, que tem origem na trombocitopenia.A primeira classificação desta doença foi feita por um grupo de hematologistas no ano de 1976. Esta classificação envolvia cinco subtipos e foi baseada no número de blastos observados na medula óssea e no sangue periférico; no número de linhas acometidas; e em algumas características especiais. Já no ano de 1999, a OMS (Organização Mundial de Saúde) propôs uma outra classificação, abrangendo seis subtipos, sendo esta a utilizada na atualidade:Anemia refratária (AR);Anemia refratária com sideroblastos em anel (ARSA);Citopenia refratária com displasia de várias linhagens (CRDM);Anemia refratária com excesso de blastos (AREB);Síndrome mielodisplásica associada à deleção do cr (5q) (Sínd. 5q-);Síndrome mielodisplásica inclassificável (SMDi).O diagnóstico inclui o histórico clínico, o exame físico, o hemograma e o estudo da medula óssea (citologia, citoquímica e histologia), podendo assim chegar ao subtipo da SMD. Os dados clínicos e laboratoriais devem ser analisados em conjunto.O tratamento da SMD tem por objetivo controlar as complicações, como infecções, anemia e hemorragia. No dias de hoje tem sido muito utilizado o transplante de medula óssea, visando eliminar os clones totipotentes anômalos que o paciente possui e administrando-se clones normais de um doador compatível. Nos casos de progressão para leucemia, indica-se a quimioterapia e, habitualmente, a resposta a esse tratamento é menor do que em pacientes que não tiveram leucemia precedida de SMD.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_mielodispl%C3%A1sicahttp://www.msdonline.com.br/pacientes/sua_saude/paginas/sindrome_mielodisplasica.aspxhttp://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/sindrome_mielodisplasica.pdfhttp://anatpat.unicamp.br/tasmds.htmlhttp://www.apcl.pt/PresentationLayer/ctexto_01.aspx?ctextoid=114&ctlocalid=9