Síndrome Mielodisplásica Araranguá SC

Informações sobre Síndrome Mielodisplásica em Araranguá. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Síndrome Mielodisplásica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araranguá.

Stefanio Nápoli Oliveira
(48) 3524-4770
Rua Caetano Lummertz 456 s 109
Araranguá, Santa Catarina
 
Cimel Saúde
(48) 3537-1717
Rua Alberto Burigo 120
Meleiro, Santa Catarina
 
Fisiolis
(48) 3533-1822
Avenida Nereu Ramos 1263
Sombrio, Santa Catarina
 
Sul Clínica
(48) 3437-4588
Rua Vital Brasil
Criciúma, Santa Catarina
 
Integrar Centro de Reabilitação Neurológica
(48) 3433-7040
Rua Eugênio de Bona Castelan 138
Criciúma, Santa Catarina
 
Clínica Ceretta
(48) 3524-0042
Praça Hercilio Luz 678 s 1
Araranguá, Santa Catarina
 
Gilson C N Silva
(48) 3533-3657
Rua Santo Antônio 153
Sombrio, Santa Catarina
 
Centro Clínico Sombrio
(48) 3533-0144
Rua Padre João Reitz 462
Sombrio, Santa Catarina
 
Luiz Fernando Vaz
(48) 3432-4292
Rua Vitória 1176
Içara, Santa Catarina
 
Clínica Médica Plena
(48) 3437-4306
Rua Coronel Pedro Benedet 505 - 6 s 607
Criciúma, Santa Catarina
 

Síndrome Mielodisplásica

O termo síndrome mielodisplásica (SMD) engloba um grupo de doenças hematopoiéticas de etiologia clonal da medula óssea, que tem como característica uma produção insuficiente de células sanguíneas sadias, na qual as três linhas celulares da medula óssea podem estar envolvidas (série branca, série vermelha e série plaquetária). Existe uma grande possibilidade de se transformar em leucemia mielóide aguda.Em decorrência das suas diversas formas, a incidência anual da SMD não é conhecida no Brasil. Nos Estados Unidos, a incidência da SMD é de 10 mil a 20 mil casos por ano, representando em torno de 40 a 80 casos a cada 1 milhão de habitantes. A presença desta síndrome cresce com o aumento da idade, predominando em indivíduos do sexo masculino, raramente acometendo crianças.Indivíduos que são expostos a hidrocarbonetos em seu local de trabalho possuem maiores chances de desenvolver a SMD em comparação com o resto da população. Outras patologias hematológicas também estão ligadas ao risco de desenvolver esta síndrome, como é o caso da Anemia de Fanconi, síndrome de Shwachmann-Diamond e síndrome de Diamond-Blackfan. O uso de alguns fármacos que podem alterar o DNA, como os utilizados no tratamento de linfomas, mieloma e outros tipos de neoplasias (de mama e ovário, por exemplo), aumenta as chances de desenvolver uma doença mielodisplásica.Dentre os sinais clínicos apresentados pelos pacientes portadores da SMD são observados: neutropenia; anemia; trombocitopenia; presença de grânulos anormais nas células sanguíneas; núcleo com forma e tamanho alterados; anormalidades cromossômicas. Já dentre os sintomas estão: fadiga crônica; dores no peito em decorrência da anemia; maior suscetibilidade a infecções, em consequencia da neutropenia; predisposição a sangramentos, que tem origem na trombocitopenia.A primeira classificação desta doença foi feita por um grupo de hematologistas no ano de 1976. Esta classificação envolvia cinco subtipos e foi baseada no número de blastos observados na medula óssea e no sangue periférico; no número de linhas acometidas; e em algumas características especiais. Já no ano de 1999, a OMS (Organização Mundial de Saúde) propôs uma outra classificação, abrangendo seis subtipos, sendo esta a utilizada na atualidade:Anemia refratária (AR);Anemia refratária com sideroblastos em anel (ARSA);Citopenia refratária com displasia de várias linhagens (CRDM);Anemia refratária com excesso de blastos (AREB);Síndrome mielodisplásica associada à deleção do cr (5q) (Sínd. 5q-);Síndrome mielodisplásica inclassificável (SMDi).O diagnóstico inclui o histórico clínico, o exame físico, o hemograma e o estudo da medula óssea (citologia, citoquímica e histologia), podendo assim chegar ao subtipo da SMD. Os dados clínicos e laboratoriais devem ser analisados em conjunto.O tratamento da SMD tem por objetivo controlar as complicações, como infecções, anemia e hemorragia. No dias de hoje tem sido muito utilizado o transplante de medula óssea, visando eliminar os clones totipotentes anômalos que o paciente possui e administrando-se clones normais de um doador compatível. Nos casos de progressão para leucemia, indica-se a quimioterapia e, habitualmente, a resposta a esse tratamento é menor do que em pacientes que não tiveram leucemia precedida de SMD.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_mielodispl%C3%A1sicahttp://www.msdonline.com.br/pacientes/sua_saude/paginas/sindrome_mielodisplasica.aspxhttp://www.abrale.org.br/apoio_paciente/publicacoes/manuais/sindrome_mielodisplasica.pdfhttp://anatpat.unicamp.br/tasmds.htmlhttp://www.apcl.pt/PresentationLayer/ctexto_01.aspx?ctextoid=114&ctlocalid=9