Quimioterapia Castelo ES

Informações sobre Quimioterapia em Castelo. Encontre aqui médicos especialistas em Quimioterapia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Castelo.

Paulo Roberto Brunoro Costa
(28) 3522-9910
Pc Jeronimo Monteiro 101
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Eugenia de Azevedo
(28) 3522-1203
Av Pinheiro Junior 156 - Ed Sta Rosa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Anderson Magalhaes Zerbone
(28) 3522-7688
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Ed Pasteur Sala 306
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Joao Herminio Altoe Vargas
(81) 9035-2160
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Edf Pasteurs/204
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Quimioterapia

A Quimioterapia é um processo terapêutico que visa eliminar as células cancerosas, mas também atinge as normais, provocando assim grande parte dos efeitos indesejáveis ao organismo. Ela tem efeitos citotóxicos, ou seja, inflige sérios prejuízos celulares.Pode também ser o resultado da mistura de várias substâncias distintas, pois normalmente os tumores são constituídos de células principais povoadas por subgrupos celulares com diversificadas reações aos medicamentos antineoplásicos, ou seja, drogas que têm por meta combater a proliferação excessiva de células, fruto de mutações genéticas específicas. Infelizmente estas substâncias geralmente prejudicam o DNA das células, sejam elas benéficas ou não.Ela é às vezes utilizada como terapêutica principal, no caso de leucemias, linfomas e câncer de testículo, mas normalmente é um tratamento a mais, iniciado depois de uma cirurgia ou de uma aplicação de radioterapia. A Quimioterapia pode igualmente ser escolhida como meio de amenizar os sofrimentos provocados por uma enfermidade em estágio mais adiantado. Este tratamento é também muitas vezes mobilizado como ferramenta de combate a males como a esclerose múltipla e a artrite reumatóide. Ou em casos de transplantes mal sucedidos, para que o organismo passe a aceitar o órgão novo.O médico persa Muhammad ibn Zakarīya Rāzi, conhecido também como Rasis, foi o pioneiro na utilização de produtos químicos como ácido sulfúrico, cobre, mercúrio, sais de arsênico, sal amoníaco, ouro, cré, argila, coral, pérola, alcatrão, betume e álcool para fins medicinais, no século X. Mas foi só no século XX, acidentalmente, que se obteve a primeira substância quimioterápica. Ela inicialmente foi usada como agente destrutivo, na Primeira Guerra Mundial, então popularmente intitulada como gás mostarda, que seria posteriormente, durante a Segunda Guerra, mais analisado.Ao longo dos combates algumas pessoas receberam sem querer uma radiação desta droga, apresentando depois uma redução no cálculo dos leucócitos sanguíneos. A partir daí concluiu-se que se esta substância provocava este efeito no sangue, então poderia exercer uma ação semelhante com relação ás células cancerosas.Nos anos 40 um grupo de portadores de linfoma em estágio mais adiantado foi submetido à aplicação intravenosa deste produto, ao invés da versão inaladora. O resultado foi positivo, pois os pacientes tiveram uma recuperação surpreendente, embora por pouco tempo. Deste momento em diante vários outros medicamentos foram aprimorados para combater o câncer.Há várias espécies de quimioterapia, entre elas a Poliquimioterapia, que visa conjugar diversos medicamentos, na tentativa de obter um potencial maior, com o objetivo de reduzir a potência de cada substância individual; Quimioterapia Adjuvante, tratamento aplicado normalmente depois da terapêutica predominante; Quimioterapia Neoadjuvante ou de indução, à qual o paciente é submetido antes de qualquer outro tratamento, como uma forma de melhorar o seu quadro geral, preparando-o para uma cirurgia ou uma radioterapia; Radioquimioterapia concomitante, na qual a Quimioterapia é aplicada junto com a Radioterapia.Os efeitos colaterais provocados pela Quimioterapia, em virtude da destruição indiscriminada do complexo celular, variam conforme o medicamento quimioterápico utilizado. Entre os mais comuns e significativos estão a queda dos cabelos, que atinge psiquicamente os pacientes, por ser uma manifestação bem perceptível, mas geralmente eles voltam a crescer depois de 4 a 6 semanas; náuseas e vômitos; diarréia; prisão de ventre; anemia profunda, que obriga muitas vezes o médico a optar pela transfusão de sangue; infecções; hemorragia; o aparecimento de outros tumores; ampliação da possibilidade de surgir complicações cardiovasculares; hepatotoxicidade; nefrotoxicidade; síndrome da lise tumoral, como consequência da eliminação de células cancerosas em tumores de grande porte, como os linfomas, efeito que pode ser muito sério e até fatal.Fonteshttp://andre.sasse.com/cancer.htmhttp://universodamama.com.br/conteudo_detalhes.asp?id=127http://pt.wikipedia.org/wiki/Quimioterapia