Psicose Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Psicose em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Psicose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Julia Regina Falcao de Lima
(82) 3522-3388
Rua José Alexandre 392
Arapiraca, Alagoas
 
Elena Maria Gasques Chaves
(67) 3356-3083
Rua João Pessoa 697
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Consultoria Empresarial Luciana Rondon
(67) 3341-8555
Rua Doutor Oswaldo Arantes Filho, 635
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Liliane Moraes
(91) 3083-5947
Tv 14 de Março 1553
Belém, Pará
 
Gilza Mara Santos de Paula
(67) 3028-4316
Rua Humberto de Campos 46 s 5
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Sônia Maria Dantas de Castro
(82) 3521-5695
Rua Boa Vista 356 - 1
Arapiraca, Alagoas
 
Lais Adriana de Souza Baruki
(67) 3382-7581
Rua Doutor Zerbini 534
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Consultório de Reprogramacao Mental
(67) 3382-1114
Avenida Noroeste 443
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Mirela Azevedo Nogueira
(67) 3421-4431
Rua Doutor Michel Scaff 343
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
José Contreiras Rodrigues
(67) 3344-5482
Rua João Tessitore 507
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 

Psicose

A psicose – anteriormente conhecida como ‘loucura’ – é um distúrbio tão atípico da mente humana, que para ela não se encontram parâmetros no campo das emoções humanas. Nem o sonho mais surreal tem semelhanças com ela. Este transtorno psíquico causa principalmente a carência de contato com a realidade, ou seja, a pessoa não consegue mais elaborar idéias e cotejá-las com dados concretos, dependendo do grau de anormalidade que ela atingiu.O psicótico vive em um mundo à parte, no qual ele interage com seres e objetos irreais, ao mesmo tempo em que se ausenta cada vez mais da realidade concreta. Ele pode, assim, vivenciar alucinações, delírios, modificações em suas atitudes, a mente confusa, e nem mesmo percebe que está agindo de uma forma estranha. Assim, ele não consegue se relacionar normalmente com as outras pessoas, nem realizar seus mínimos encargos do dia-a-dia.Quando o paciente está fora de um período de crise, ele tem condições de tomar conta de si mesmo, vivendo praticamente de uma forma normal, alimentando sonhos, expectativas, desejos e até se relacionando bem com os outros. Ao surtar, porém, ele parece se transportar para um universo fantasioso, no qual tudo é possível e as contradições convivem sem problema algum. Isto ocorre, geralmente, quando a pessoa está sob pressão, estressada por fatores físicos ou relacionados ao funcionamento do sistema nervoso.Algumas pessoas podem também atravessar períodos alucinatórios, sem que isso se transforme em uma psicose duradoura. Esta experiência pode ser vivenciada como um êxtase religioso ou uma inspiração artística mais intensa, percebida como um estado alterado da consciência. De acordo com o DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders -, manual de diagnósticos norte-americano, este transtorno não é considerado como uma doença. Ele classifica este distúrbio em duas categorias – a funcional, que abrange a esquizofrenia e doenças de natureza afetiva; e a orgânica, conseqüência de demências ou de intoxicações.Assim, a psicose tanto pode ser provocada por uma herança genética, quanto por eventos contextuais, psicossociais, com prejuízos no poder de comunicação e de interação com o outro, no campo afetivo, na esfera mnemônica, na razão, no pensamento, no uso da linguagem, entre outros. Nos casos mais radicais, o paciente perde o contato consigo mesmo, e então precisa de alguém que lhe dê os cuidados básicos, que ele não consegue mais suprir.Os psicóticos podem, dependendo da intensidade do problema, causar perigo a si mesmos, pois percebem o real de uma forma distorcida, e atuam com base nesta ilusão. Ele também não tem uma clara percepção de si mesmo, do seu contexto, da própria dimensão temporal. Seus sentimentos vão da indiferença à depressão, do medo à raiva. Para Lacan, a eterna falta que caracteriza todo indivíduo, que se tenta suprir ao longo da vida, pode estar na raiz do comportamento psicótico, uma vez que, neste caso, o ser carece de uma conexão que o ligue ao real, justamente o ato da castração simbólica, processo pelo qual este paciente não passou em sua mente.Na intervenção médica, os especialistas devem sempre tentar perceber qualquer vestígio de violência, mesmo nas pessoas que aparentemente são mais racionais. Se eles visualizarem qualquer sinal de cólera, o paciente deve ser reprimido, através da diminuição dos estímulos externos ou da redução dos revezamentos nos grupos que o atendem. É melhor não utilizar remédios, pois eles podem interferir no diagnóstico dos médicos, a não ser que a pessoa esteja tão agitada que seu comportamento inviabilize a investigação clínica.