Psicose Amélia Rodrigues BA

Informações sobre Psicose em Amélia Rodrigues. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Psicose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Amélia Rodrigues.

Zenilda F Jesus
(75) 3614-1541
Avenida Getúlio Vargas 785 lj 6
Feira de Santana, Bahia
 
Virgínia Falcão
(75) 3221-0830
Rua Boticário Moncorvo 790
Feira de Santana, Bahia
 
Ana Maria Schettini
(75) 9972-6751
Rua Barão do Rio Branco, 1348 s 108
Feira de Santana, Bahia
 
Jose Ribeiro Rocha Junior
(75) 3623-3478
R. Barao do Rio Branco 882 - S/109 C.M.Augusto Freit
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Getulio da Silva Barbosa
(75) 3623-1521
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Paula Rubia Oliveira do Vale Alves
(75) 3225-9830
Rua Castro Alves 1511 s 201
Feira de Santana, Bahia
 
Paulo Fernando C Dantas
(75) 3221-0923
Avenida Getúlio Vargas 854 s 406
Feira de Santana, Bahia
 
Joaquim Osorio Lacerda Brandao
(75) 3616-8000
Avenida Getulio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Renato Pires Freitas
(75) 3221-0075
R Barao do Rio Branco 882 - Centro Médico Augusto Freitas S/201
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Vilobaldo Sa Barreto de Freitas
(75) 3278-2148
Avenida Getulio Vargas 1314
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Psicose

A psicose – anteriormente conhecida como ‘loucura’ – é um distúrbio tão atípico da mente humana, que para ela não se encontram parâmetros no campo das emoções humanas. Nem o sonho mais surreal tem semelhanças com ela. Este transtorno psíquico causa principalmente a carência de contato com a realidade, ou seja, a pessoa não consegue mais elaborar idéias e cotejá-las com dados concretos, dependendo do grau de anormalidade que ela atingiu.O psicótico vive em um mundo à parte, no qual ele interage com seres e objetos irreais, ao mesmo tempo em que se ausenta cada vez mais da realidade concreta. Ele pode, assim, vivenciar alucinações, delírios, modificações em suas atitudes, a mente confusa, e nem mesmo percebe que está agindo de uma forma estranha. Assim, ele não consegue se relacionar normalmente com as outras pessoas, nem realizar seus mínimos encargos do dia-a-dia.Quando o paciente está fora de um período de crise, ele tem condições de tomar conta de si mesmo, vivendo praticamente de uma forma normal, alimentando sonhos, expectativas, desejos e até se relacionando bem com os outros. Ao surtar, porém, ele parece se transportar para um universo fantasioso, no qual tudo é possível e as contradições convivem sem problema algum. Isto ocorre, geralmente, quando a pessoa está sob pressão, estressada por fatores físicos ou relacionados ao funcionamento do sistema nervoso.Algumas pessoas podem também atravessar períodos alucinatórios, sem que isso se transforme em uma psicose duradoura. Esta experiência pode ser vivenciada como um êxtase religioso ou uma inspiração artística mais intensa, percebida como um estado alterado da consciência. De acordo com o DSM – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders -, manual de diagnósticos norte-americano, este transtorno não é considerado como uma doença. Ele classifica este distúrbio em duas categorias – a funcional, que abrange a esquizofrenia e doenças de natureza afetiva; e a orgânica, conseqüência de demências ou de intoxicações.Assim, a psicose tanto pode ser provocada por uma herança genética, quanto por eventos contextuais, psicossociais, com prejuízos no poder de comunicação e de interação com o outro, no campo afetivo, na esfera mnemônica, na razão, no pensamento, no uso da linguagem, entre outros. Nos casos mais radicais, o paciente perde o contato consigo mesmo, e então precisa de alguém que lhe dê os cuidados básicos, que ele não consegue mais suprir.Os psicóticos podem, dependendo da intensidade do problema, causar perigo a si mesmos, pois percebem o real de uma forma distorcida, e atuam com base nesta ilusão. Ele também não tem uma clara percepção de si mesmo, do seu contexto, da própria dimensão temporal. Seus sentimentos vão da indiferença à depressão, do medo à raiva. Para Lacan, a eterna falta que caracteriza todo indivíduo, que se tenta suprir ao longo da vida, pode estar na raiz do comportamento psicótico, uma vez que, neste caso, o ser carece de uma conexão que o ligue ao real, justamente o ato da castração simbólica, processo pelo qual este paciente não passou em sua mente.Na intervenção médica, os especialistas devem sempre tentar perceber qualquer vestígio de violência, mesmo nas pessoas que aparentemente são mais racionais. Se eles visualizarem qualquer sinal de cólera, o paciente deve ser reprimido, através da diminuição dos estímulos externos ou da redução dos revezamentos nos grupos que o atendem. É melhor não utilizar remédios, pois eles podem interferir no diagnóstico dos médicos, a não ser que a pessoa esteja tão agitada que seu comportamento inviabilize a investigação clínica.