Prolactinomas Santa Rita, Paraíba

Informações sobre Prolactinomas em Santa Rita. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Prolactinomas e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Santa Rita.

Policlínica São Roque
(83) 3229-0400
Avenida Flávio Ribeiro Coutinho 264 ap 1
Santa Rita, Paraíba
 
Josete Maurício Lopes Pontes
(83) 3229-2577
Rua Siqueira Campos 133
Santa Rita, Paraíba
 
Clínica Pró Mulher
(83) 3215-1100
Avenida Presidente Epitácio Pessoa 595
João Pessoa, Paraíba
 
Consultório Médico Maurus de Holanda
(83) 3222-2574
Rua Borja Peregrino 191
João Pessoa, Paraíba
 
Rogério Lucena Beltrão
(83) 3221-3680
Rua Clemente Rosas 44 sl 2
João Pessoa, Paraíba
 
Clínica Santa Rita
(83) 3229-1140
Rua Francisco Gomes de Azevedo 2
Santa Rita, Paraíba
 
Eitel Santiago Silveira
(83) 3232-8926
Avenida Liberdade 1596 lj 02
Bayeux, Paraíba
 
Cassandra Dias Farias
(83) 3246-6069
Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho 707 s 217
João Pessoa, Paraíba
 
Aurelita Assis Formiga
(83) 3221-1075
Avenida Francisca Moura 434 s 102
João Pessoa, Paraíba
 
Prestadora de Serviços Oftalmológicos Ltda
(83) 3513-7121
Avenida Coremas 262
João Pessoa, Paraíba
 

Prolactinomas

Os prolactinomas são definidos como tumores benignos da hipófise (pituitária), responsável pela síntese exacerbada de prolactina. Em raros casos, podem levar a problemas neurológicos em consequência da compressão ou invasão de estruturas adjacentes, como nervo óptico e nervos encontrados no seio cavernoso, que fica ao lado da pituitária.O hormônio prolactina tem por função a estimulação da produção de leite pelas glândulas mamárias, conhecida como galactorréia. Este é o tipo mais comum de tumor hipofisário, sendo mais comumente observado em indivíduo do sexo feminino. Quando apresentam tamanho inferior a 1 cm de diâmetro são chamados de microporlactinomas; e quando superiores a 1 cm de diâmetro, recebem o nome de macroprolactinomas.Clinicamente, manifestam-se por sintomas relacionados à hiperprolactinemia. Nas mulheres, podem estar presentes amenorréia e galactorréia (síndrome de Forbes-Albrigh), ciclo menstrual irregular, infertilidade e hirsutismo. Já nos homens, pode levar à impotência sexual, perda da libido, oligospermia e, raramente, ginecomastia e galactorréia. Em ambos os sexos, podem surgir, devido ao hipogonadismo estendido, osteoporose prematura. Quando estes tumores atingem maiores dimensões, podem comprimir estruturas encontradas ao redor, podendo levar a alterações visuais e distúrbios de nervos cranianos. Devido ao estado compressivo, no resto da glândula, um estado de pan-hipopituitarismo pode estabelecer-se.O diagnóstico é corroborado por meio da dosagem da prolactina sanguínea, embora o teste de estimulação com o hormônio liberador do TSH (hormônio estimulante da tireóide) e a avaliação da atividade glandular, como um todo, sejam habitualmente realizados. Quando os níveis de prolactina encontram-se inferiores a 200 ng/ml, é feito o diagnóstico diferencial com tumores responsáveis por comprimir a haste hipofisária ou alterarem a circulação portal da área. Exames de imagem podem evidenciar os prolactinomas, sendo a ressonância magnética e a tomografia computadorizada os mais utilizados. Atualmente, o primeiro é considerado o fornecedor de imagens mais detalhadas nestas situações.A prolactina pode estar elevada mesmo sem que esteja presente algum tumor, como no caso de gestação e amamentação, estimulação manual do mamilo, síndrome do ovário policístico, traumas torácicos, estresse, exercícios, hipotireoidismo, insuficiência renal, insuficiência hepática, uso de certos medicamentos (como, por exemplo, antidepressivos, ansiolíticos, pílulas, modificadores de funções digestivas, entre outros). Outros tumores hipofisários, que não são prolactinomas, podem causar aumento de prolactina.O tratamento de eleição é o clínico, que é eficaz em aproximadamente 80% dos pacientes. Os fármacos mais utilizados são a bromocriptina, o lisuride e a cabergolina em doses crescentes, até obter-se a normalização da prolactina e diminuição do volume do tumor.Nos casos em que o tratamento medicamentoso não surte efeito, pode ser realizado o cirúrgico, por meio da ressecção do prolactinoma. Este procedimento cirúrgico é realizado por meio da cavidade nasal, utilizando-se microscópio, e abordando o local da pituitária a partir da sua região inferior.Após o tratamento eficaz, ocorre a normalização dos níveis de prolactina, revertendo por completo os sinais e sintomas.Fontes:http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/2507http://www.spedm.org/Website/Common/GeneralPage.asp?gp_id=31http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?347http://www.sbemrj.org.br/index.asp?p=doencas&chamada=Prolactinomashttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-282X2002000100019&script=sci_arttexthttp://idmed.uol.com.br/saude-de-a-z/prolactinomas.html