Polimiosite Amélia Rodrigues BA

Informações sobre Polimiosite em Amélia Rodrigues. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Polimiosite e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Amélia Rodrigues.

Ima - Instituto de Mastologia
(75) 3625-0762
Avenida Maria Quitéria 1905
Feira de Santana, Bahia
 
Amigo - Assistência Médica Infantil Ginecologia e Obstetríci
(75) 2101-2626
Rua Juracy Magalhães 782
Feira de Santana, Bahia
 
Clínica Médica Maria Quitéria
(75) 3623-5182
Avenida Maria Quitéria 1752
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Médico Sawaya
(75) 3623-3977
Avenida Sampaio 1120
Feira de Santana, Bahia
 
Hto Hospital de Traumato e Ortopedia Ltda
(75) 3211-9652
Rua Governador Juracy Magalhães 606
Feira de Santana, Bahia
 
Serviço de Endoscopia
(75) 3622-4517
Rua Juracy Magalhães 577
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Medico Nossa Senhora dos Remedios
(75) 3321-7100
Rua dos Remédios 25
Feira de Santana, Bahia
 
Assist Clínica Integrada de Saúde Oral
(75) 3223-7411
Rua Barão do Rio Branco 1483
Feira de Santana, Bahia
 
Hospital Geral Cleriston Andrade
(75) 3602-3300
Avenida Eduardo Fróes da Mota
Feira de Santana, Bahia
 
Unidade Pediátrica de Feira de Santana Ltda
(75) 3211-7139
Avenida Maria Quitéria 1643
Feira de Santana, Bahia
 

Polimiosite

A polimiosite é uma afecção crônica pertencente ao grupo de doenças conhecidas como inflamações miopáticas, que se caracteriza por inflamação dolorosa da musculatura.Desenvolve-se gradualmente, normalmente surgindo na segunda década de vida do indivíduo e acomete uma pessoa em cada 200.000. Sua etiologia ainda não foi esclarecida, mas acredita-se que certos vírus (como, por exemplo, o HIV) e reações auto-imunes possam desencadear essa doença. Outro dado interessante, é que aproximadamente 15% dos homens com polimiosite acima dos 50 anos de idade também apresentam câncer, enquanto que as mulheres que possuem essa doença são menos propensas a desenvolver câncer.As manifestações clínicas habitualmente surgem mais repentinamente nas crianças do que nos adultos. A sintomatologia pode aparecer durante ou logo após uma infecção e compreende fraqueza muscular (especialmente nos braços, quadril e coxas), dor nas articulações e na musculatura, fenômeno de Raynaud, erupção cutânea, dificuldade na deglutição, perda de peso, febre e fadiga.A fraqueza muscular pode surgir bruscamente ou gradativamente, podendo agravar-se dentro de algumas semanas ou meses. Devido aos músculos que são acometidos, algumas tarefas tornam-se extenuantes, como levantar os braços acima da cabeça, subir escadas e levantar-se de uma cadeira. Quando a musculatura do pescoço é comprometida também, torna-se quase impossível para o indivíduo erguer a cabeça quando se encontra deitado. A fraqueza nos quadris e coxas pode deixar o paciente preso à cadeira de rodas ou à cama. A musculatura afetada na região superior do esôfago pode levar à dificuldade de deglutição e regurgitamento dos alimentos.Em uma parte dos indivíduos acometidos com a doença, surgem dores e inflamações articulares, que geralmente desaparecem rapidamente. O fenômeno de Raynaud tende a aparecer em indivíduos que portam a polimiosite juntamente com outras afecções do tecido conjuntivo.Com exceção da garganta e do esôfago, a polimiosite não costuma afetar órgãos internos. Todavia, pode atingir os pulmões, resultando em falta de ar e tosse. Úlceras estomacais e intestinais podem aparecer também, o que pode levar a fezes escuras e sanguinolentas, sendo que este quadro é mais freqüente em crianças do que em adultos.O diagnóstico é obtido através do quadro clínico apresentado pelo paciente, juntamente com estudos dos níveis de enzimas musculares sanguíneas, exame histopatológico do tecido muscular e presença de anomalias na atividade condutora das fibras musculares, sendo este último parâmetro medido por meio de um instrumento denominado electomiógrafo.O tratamento normalmente é feito por meio da restrição de atividades físicas, em associação com a administração por via oral de corticosteróides em doses elevadas, levando ao restabelecimento gradativo da força muscular e aliviando o edema e a dor, fazendo, portanto, com que a doença seja controlada. Dentro de 4 a 6 semanas de tratamento, a dose do fármaco é reduzida gradualmente, quando ocorrer o retorno dos valores normais das enzimas musculares e restabelecimento da força muscular. A maior parte dos adultos deve continuar ingerindo doses reduzidas de corticosteróide por muitos anos ou então pelo resto da vida, em certos casos. Já em crianças, o uso desse medicamento pode ser suspenso dentro de um ano sem que haja recidivas. Pode ocorrer também do corticosteróide levar a piora da doença, sendo que, nesses casos, deve-se administrar fármacos imunossupressores no lugar do primeiro.Fontes:http://www.manualmerck.net/?id=77&cn=777http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pcdt_dermatomiosite_polimiosite_livro_2010.pdfhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Polimiositehttp://www.phadia.com/pt-PT/Profissionais/Auto-imunidade/Doencas/Doencas-do-Tecido-Conjuntivo/PolimiositeDermatomiosite/