Policitemia Vera Amélia Rodrigues BA

Informações sobre Policitemia Vera em Amélia Rodrigues. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Policitemia Vera e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Amélia Rodrigues.

Clínica Médica Maria Quitéria
(75) 3623-5182
Avenida Maria Quitéria 1752
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Médico Sawaya
(75) 3623-3977
Avenida Sampaio 1120
Feira de Santana, Bahia
 
Ima - Instituto de Mastologia
(75) 3625-0762
Avenida Maria Quitéria 1905
Feira de Santana, Bahia
 
Serviço de Endoscopia
(75) 3622-4517
Rua Juracy Magalhães 577
Feira de Santana, Bahia
 
Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana
(75) 3223-6682
Rua Germiniano Costa
Feira de Santana, Bahia
 
Assist Clínica Integrada de Saúde Oral
(75) 3223-7411
Rua Barão do Rio Branco 1483
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Medico Nossa Senhora dos Remedios
(75) 3321-7100
Rua dos Remédios 25
Feira de Santana, Bahia
 
Amigo - Assistência Médica Infantil Ginecologia e Obstetríci
(75) 2101-2626
Rua Juracy Magalhães 782
Feira de Santana, Bahia
 
Hto Hospital de Traumato e Ortopedia Ltda
(75) 3211-9652
Rua Governador Juracy Magalhães 606
Feira de Santana, Bahia
 
Unidade Pediátrica de Feira de Santana Ltda
(75) 3211-7139
Avenida Maria Quitéria 1643
Feira de Santana, Bahia
 

Policitemia Vera

A policitemia vera, também denominada policitemia rubra vera, consiste em um distúrbio mieloproliferativo crônico, consequente da multiplicação anormal de células progenitoras hematopoiéticas, que resulta especialmente, mas não somente, em excesso de eritrócitos, e também de plaquetas e alguns leucócitos. Esta superprodução de células sanguíneas impede que as células-mãe desempenhem suas funções corretamente.A quantidade excessiva de eritrócitos torna o sangue mais espesso, resultando em hiperviscosidade, dificultando assim a passagem do sangue pelos vasos sanguíneos. Contudo, o aumento do número de eritrócitos pode ocorrer muito antes de surgirem os sintomas. Habitualmente, as manifestações clínicas iniciam-se com cefaléia, fadiga, fraqueza, vertigem e falta de ar. Além disso, a visão pode encontrar-se turva ou destorcida, o paciente pode visualizar flashes ou apresentar manchas cegas.Dentre outros sintomas, também é comum a presença de sangramento gengival, pletora (o paciente fica vermelho), especialmente na face e olhos congestos, vasos ingurgitados. Pode haver sensação de queimação nas mãos e pés e, em raros casos, dor óssea. Ao passo que o distúrbio progride, podem ocorrer hepatomegalia e esplenomegalia, resultando em dor abdominal.A quantidade exacerbada de eritrócitos também pode estar relacionada com outras complicações, como úlceras gástricas, cálculos renais e trombose, o que pode induzir a problemas cardíacos. Raramente a policitemia vera converte-se em leucemia e a realização de determinados tratamentos induzem a esta conversão.O diagnóstico é alcançado por meio da análise clínica dos componentes sanguíneos. Os valores de hemoglobina e hematócrito encontram-se extremamente elevados. Valos de hematócrito acima de 54% nos homens e 49% nas mulheres podem sugerir a presença de policitemia vera. Para quantificar mais precisamente a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue, é útil fazer um exame com eritrócitos marcados com radioatividade, técnica que pode facilitar o diagnóstico.Em poucos casos, é preciso fazer um mielograma, que, em casos de policitemia vera, evidencia um aumento da celularidade medular, especialmente de megacariócitos.Quando o nível do hematócrito encontra-se elevado, também pode indicar uma policitemia relativa, definida como uma quantidade de eritrócitos dentro da normalidade, mas com baixa proporção de plasma sanguíneo.Existe também a denominada policitemia secundária, que pode ter etiologia em uma doença que leva ao aumento de eritrócitos sanguíneos. A baixa concentração de oxigênio no sangue faz com que a medula óssea passe a sintetizar mais eritrócitos, consequentemente, indivíduos fumantes, que sofrem de afecções pulmonares crônicas ou cardíacas e que vivem em grandes altitudes podem apresentar valores elevados de eritrócitos. Para diferenciar a policitemia vera de outros tipos de policitemia secundária, deve-se avaliar o nível de oxigênio do sangue arterial, se os valores apresentarem anormalmente baixos, existe a possibilidade de se tratar de uma policitemia secundária.Outra avaliação laboratorial que pode ser feita é a quantificação da eritropoetina sanguínea (hormônio responsável por estimular na medula óssea a síntese de eritrócitos), sendo que na policitemia vera estes valores são exacerbadamente baixos, porém normais ou elevados na policitemia secundária.Caso o paciente não seja tratado, evolui para a morte dentro de, aproximadamente, 2 anos. No caso de tratamento, o paciente vive, em média, de 15 a 20 anos. O tratamento visa adiar a produção de eritrócitos e reduzir sua quantidade. Habitualmente, o sangue é removido do corpo por meio de um procedimento denominado flebotomia, extraindo-se em torno de 500 mL de sangue por dia até que os valores de hematócrito começam a despencar. Quando esses alcançam valores normais, a extração de sangue é feita de meses em meses, de acordo com a necessidade do paciente.Nos casos de elevada produção de células sanguíneas por parte da medula óssea, que pode fazer com que o nível sanguíneo de plaquetas fique grandemente elevado ou levando à hepatomegalia ou esplenomegalia, se faz necessária a realização de quimioterapia para abolir a produção de células sanguíneas.Existem também alguns fármacos que auxiliam no controle da sintomatologia, como, por exemplo, a aspirina, que minimiza a sensação de queimação nas mãos e pés e a dor nos ossos, e os anti-histamínicos, que aliviam o ardor.Fontes:http://www.fleury.com.br/Medicos/SaudeEmDia/ManualHematologia/pages/PolicitemiaVera.aspxhttp://www.manualmerck.net/?id=186&cn=1459http://pt.wikipedia.org/wiki/Policitemia_vera