Mola hidatiforme Anápolis, Goiás

Informações sobre Mola hidatiforme em Anápolis. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Mola hidatiforme e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Anápolis.

Clinicore
(62) 3324-8114
Rua Coronel Batista 281
Anápolis, Goiás
 
Clínica Matermaria
(62) 3310-3600
Rua Conde Afonso Celso 223
Anápolis, Goiás
 
Uniclínicas
(62) 3311-1120
Rua Dona Doca 63
Anápolis, Goiás
 
Clínica de Reabilitação Física de Anápolis
(62) 3324-9807
Rua Washington de Carvalho 54
Anápolis, Goiás
 
Laboratório H e P de Análises Clínicas Ltda
(62) 3943-1030
Avenida Palestina qd 64 lt 13
Anápolis, Goiás
 
Ultramed Clínica Ultrasonografia Raio X
(62) 3311-2500
Rua 4 61
Anápolis, Goiás
 
Crear Espaço Criativo
(62) 3324-0531
Avenida São Francisco de Assis 715
Anápolis, Goiás
 
Instituto Neurológico de Anápolis
(62) 3324-0471
Rua Desembargador Jaime 22
Anápolis, Goiás
 
Clínica Sapiens
(62) 3099-1595
Avenida Minas Gerais 47
Anápolis, Goiás
 
Imago Centro de Psicoterapia e Psiquiatria
(62) 3311-3217
Rua Pedro Braz de Queiroz 44
Anápolis, Goiás
 

Mola hidatiforme

Mola hidatiforme, cientificamente conhecida como doença trofoblastica gestacional, é um tumor normalmente benigno que surge durante a gestação, apresentando potencialidade para evoluir para malignidade. Este tumor desenvolve-se a partir de células que restam após um aborto espontâneo ou uma gestação completa.Este é o tumor trofoblástico mais comumente encontrado. Nos países desenvolvidos é observado em aproximada uma a cada 2000 gestações; costuma apresentar incidência muito mais alta em certos países em desenvolvimento. Em torno de 3% das gestações acometidas, o tumor converte-se em coriocarcinoma, uma neoplasia maligna que pode alastrar-se pela parede uterina, podendo até haver metástase para outros órgãos, caso não seja devidamente tratado.As manifestações clínicas costumam ocorrer pouco tempo depois da concepção, ou então, do aborto. Náuseas e vômitos fortes são frequentemente observados, podendo estar presente também hemorragia vaginal. As complicações advindas dessa afecção são as infecções, hemorragias e toxemia da gravidez.As molas hidatiformes são detectadas através da ecografia. Análises laboratoriais de urina e sangue evidenciam níveis elevados de gonadotrofina coriônica humana sintetizada pelo tumor em questão. O exame histopatológico da massa pode confirmar o diagnóstico.O tumor deve ser removido por completo. Habitualmente, o tratamento de eleição é a curetagem por aspiração após dilatação do colo uterino, com exceção de alguns casos, onde se faz necessário a realização de um histerctomia.Após o procedimento cirúrgico, mede-se a concentração de gonadotrofina coriônica humana para avaliar se a ressecção da mola hidatiforme foi total. Nos casos de mulheres que engravidam pouco tempo depois, fica difícil a interpretação do valor aumentado de gonadotrofina coriônica humana, pois este poderá ser resultado tanto de uma gravidez quanto de uma mola que não foi removida. Por este motivo, recomenda-se para pacientes com este problema, que não engravidem dentro do primeiro ano após a remoção da mola.Quando este tumor evolui para o maligno, se faz necessária a realização de quimioterapia.O índice de cura é de 100% nos casos em que a afecção não se encontra em estágio avançado, enquanto que nas que o tumor expandiu-se amplamente, gira em torno de 85%. A maior parte das pacientes curadas preserva a função reprodutora.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mola_hidatiformehttp://www.manualmerck.net/?id=265&cn=1714http://www.centrontg.org/informacionpacientes/pac1.htmlhttp://www.scielo.br/pdf/rbgo/v31n2/08.pdf