Métodos Contraceptivos Coari AM

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Drogaria Martins
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Drogaria e Perfumaria Saúde
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Farmácia São Francisco
(97) 3561-2890
Rua Independência 230
Coari, Amazonas
 
Drogaria e Perfumaria Saúde
(97) 3561-2410
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Drogaria Lorena
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Almir Júnior de Araújo Costa
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Farma 1000
(92) 3533-4000
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Parintins, Amazonas
 

Métodos Contraceptivos

Os métodos contraceptivos (ou anticoncepcionais) são classificados em cinco grupos: métodos de barreira, métodos comportamentais, dispositivos intra-uterinos, contracepção hormonal e contracepção cirúrgica. Conheça cada um deles:

Métodos Comportamentais
Esses métodos baseiam-se na observação das características do ciclo menstrual, com abstinência sexual durante alguns períodos. Apresentam baixa eficácia, alteram o comportamento do casal, dependem de motivação e aprendizado e não protegem contra doenças sexualmente transmissíveis/AIDS.

Tabelinha
A famosa tabelinha é bastante utilizada, ainda hoje. Consiste no cálculo do provável dia da ovulação e na abstinência sexual por 7 dias, nessa época. Esse método, porém, só deve ser utilizado por mulheres que tenham os ciclos menstruais regulares e que ovulem sempre no 14º dia do ciclo.

Temperatura Basal
Baseia-se no fato de que após a ovulação ocorre um aumento da temperatura corporal, em 0,3-0,8ºC, por três dias. Antes de iniciar o uso desse método, a mulher deve ter um período de alguns meses, no qual ela avaliará sua temperatura todos os dias e anotará em um gráfico, o que ajudará na determinação do padrão de elevação da temperatura.

Muco cervical, Billings
Com este método, a mulher tenta prever o período fértil por meio da análise do muco proveniente do colo uterino. Logo depois da menstruação, existe um período em que a vagina permanece muito ressecada, e o muco vai aumentando aos poucos e vai se tornando mais escorregadio e elástico (a mulher consegue fazer um "fio" com o muco, abrindo os dedos). Ele fica mais elástico na época da ovulação. Assim, o casal deve fazer abstinência desde o período em que existe pouco muco até três dias depois da data de maior elasticidade.

Ejaculação extravaginal (coito interrompido)
Consiste na retirada do pênis da vagina antes da ejaculação. Não é um método recomendado, pois leva a um ato sexual incompleto e a ansiedade no casal. O índice de falha é alto porque muitos homens não conseguem controlar o momento da ejaculação e, além disso, o líquido seminal eliminado antes da ejaculação também contém espermatozóides. Outro problema associado a esse método é que ele pode gerar, no homem, ejaculação precoce e disfunção erétil (impotência).

Métodos de Barreira
Esses métodos impedem que os espermatozóides cheguem ao útero.

Camisinha
Existem modelos masculino e feminino (menos popular). A camisinha masculina é um método bastante utilizado, mas depende de uso correto. A grande vantagem é que, além de proteger contra uma gravidez indesejada, protege contra doenças sexualmente transmissíveis, incluindo HIV.

Diafragma
É um dispositivo de borracha ou silicone que recobre o colo uterino. A eficácia desse método aumenta quando a mulher utiliza espermaticida associado (o espermicida é um método químico de barreira que mata os espermatozóides ou impedem seu movimento até o óvulo). Pode ser reutilizado, desde que seja bem lavado após o uso, e conservado com um pouco de amido polvilhado. Ele deve ser colocado pelo menos 15 minutos antes da relação sexual, e deve ser retirado até 6 a 8 horas depois.
Esponja É uma pequena esponja feita de poliuretano, com espermicida, descartável, de fácil colocação.

Espermicida ou espermaticida
São substâncias que matam os espermatozóides. Quando usados sozinhos não conferem proteção adequada. Os principais são: nonoxinol-9, octoxinol-9, menfegol.

Dispositivo Intra-Uterino (DIU)
O DIU é um dispositivo geralmente feito de cobre, que é colocado dentro do útero e leva a várias modificações do útero e da tuba uterina, além de provocar reações que matam os espermatozóides. Existem dois tipos principais: 1) o DIU de cobre, largamente utilizado, disponível no sistema único de saúde; e 2) o DIU com hormônio (um tipo de progesterona), de alta eficácia e que apresenta uma ação especial de alterar o muco do colo uterino, impedindo que os espermatozóides cheguem ao útero. O DIU é colocado pelo médico, de preferência durante o período menstrual, e apresenta durabilidade de alguns anos (depende do tipo). ‰ eficaz e o risco de gravidez é bastante pequeno.

Contracepção Hormonal
São constituídos de hormônios sintéticos, geralmente a associação de um tipo de estrogênio e um tipo de progesterona. Esses métodos atuam no centro regulador do ciclo menstrual, levando a um estado em que a mulher não ovula. São bastante eficazes, com uma taxa de gravidez muito baixa. Durante seu uso, podem ocorrer sangramentos irregulares, aparecimento de manchas no rosto e leve ganho de peso.

Contraceptivos Orais
São as famosas pílulas. Elas devem ser iniciadas no primeiro dia da menstruação e continuadas por 21 dias consecutivos, sem falhar. Após o término da cartela, a mulher faz uma pausa de sete dias e reinicia o uso no oitavo dia. ‰ importante tomar a pílula sempre no mesmo horário, recomendação especialmente válida para as mini-pílulas.

Contraceptivos Injetáveis
Existem duas modalidades: mensal e trimestral. É eficaz e de fácil uso, pois a mulher não precisa ficar lembrando todos os dias de tomar a pílula. Após a interrupção do uso, a mulher pode demorar algum tempo (até 9 meses) para conseguir engravidar.

Anel Vaginal
São anéis de material plástico, também contendo hormônio. São inseridos dentro da vagina, onde devem ser deixados por três semanas. A mulher faz uma pausa de uma semana e reinicia o uso. Não atrapalha a relação sexual, nem causa incômodo. É bastante eficaz.

Adesivos Cutâneos
São semelhantes aos utilizados na terapia de reposição hormonal, em mulheres menopausadas. Os adesivos são "colados" na pele, e utilizados por três semanas, com pausa de uma semana. São bastante eficazes e de fácil utilização.

Pílula do Dia Seguinte
Faz com que o útero fique desfavorável à gravidez. Existem dois métodos. O primeiro consiste no uso de pílula própria, em duas doses: a primeira até 72 horas após o ato sexual e a segunda 12 horas após a primeira. O outro método consiste no uso da pílula comum, de forma que a mulher ingere duas pílulas até 72 horas após o ato sexual e mais duas 12 horas depois. Esse método só deve ser utilizado esporadicamente, devido ao esquecimento da pílula ou ao fato de a camisinha ter estourado. Também é indicada em casos de estupro. Atenção: o uso freqüente desse método leva à redução de sua eficácia.

Contracepção Cirúrgica
É o único método de contracepção definitiva. A esterilização feminina consiste na ligadura tubária, ou laqueadura. A masculina é a vasectomia. A vasectomia é um procedimento ambulatorial, é feita sob anestesia local e não causa nenhum tipo de disfunção sexual (como impotência). Esses métodos são de alta eficácia, mas suas indicações são bastante específicas.