Mal de Cadeiras Bagé, Rio Grande do Sul

Informações sobre Mal de Cadeiras em Bagé. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Mal de Cadeiras e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Bagé.

Ucm
(53) 3242-6400
Rua Carlos Mangabeira 307
Bagé, Rio Grande do Sul
 
Hospital de Guarnicao de Bage
(53) 3242-8911
Avenida Portugal 99
Bagé, Rio Grande do Sul
 
Hospital Universitario Urcamp
(53) 3242-7433
Rua Flores da Cunha 169
Bagé, Rio Grande do Sul
 
Jorge Sune Grillo
(53) 3242-4144
Vereador Elpidio Ruiz 924 - 15
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Fernando Czermainski
(53) 3242-9900
Rua Salgado Filho 168
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Clinica Lavoro Assistencia Medica e Consultoria S/c Ltda
(53) 3241-4464
Rua General Sampaio 277
Bagé, Rio Grande do Sul
 
Santa Casa de Caridade de Bage
(53) 3242-7022
Rua Gomes Carneiro 1350
Bagé, Rio Grande do Sul
 
Ivan Paulo de Lima
(53) 242-9015
Av General Osorio 1086
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Flavia Ratto Scardoelli
(53) 3247-7391
R Marechal Deodoro 130
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Daniele Malaman
(53) 3241-6955
Gomes Carneiro 1343
Bage, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Mal de Cadeiras

O Mal de Cadeiras é uma enfermidade é causada por um protozoário, o Trypanosoma evansi e foi descrita pela primeira vez por Evans, no ano de 1880 no Punjab, Índia, em equinos e camelos, e na época, era chamada de “surra”.TransmissãoEste agente apresenta um citoplasma alongado (15 a 33 mm), possui flagelo livre, núcleo grande e aproximadamente central e, terminalmente, observa-se um pequeno cinetoplasto. Os vetores deste agente são, basicamente, os tabanídeos. Entretanto, para animais abrigados, a Stomoxys calcitrans (mosca do chifre) passa a ser o principal vetor. Sendo que este último pode transmitir o agente por, no máximo, oito horas, pois é o tempo em que permanece vivo nos vetores. Nas Américas, o T. evansi adaptou-se também aos morcegos hematófagos, o Desmodus rotundus, sendo fonte da infecção por, no máximo, um mês.Embora esta doença seja quase que exclusivamente dos equinos, experimentalmente, já foi comprovado que cães, lobos e raposas podem se infectar ao ingerir caça contaminada com o trypanosoma. Entre os animais silvestres na América, as capivaras podem sofrer grave doença e morrer, ou então, resistir e tornar-se portadora do agente.SintomasEm equinos, a doença pode ser aguda, matando em questão de semanas, ou então crônica, podendo estender-se por até seis meses. Os sinais clínicos observados são: anemia progressiva, emagrecimento, aumento dos linfonodos e baço, e em alguns casos, até do fígado. É possível ocorrer comprometimento renal com petéquias e a urina poderá mostrar hemácias e proteinúria. Outra alteração que pode ser observada é edema das partes baixas. Há picos de febre e ao final, o equino estará andando bamboleante e terminará paraplégico, morrendo em seguida.Existem pesquisas que dizem que a imunidade em animal que se recupera da doença causada por T. evansi é sólida e resiste ao desafio com amostras homólogas. Já a imunidade adquirida após uma cura rápida, através do tratamento, é de curta duração.DiagnósticoO diagnóstico durante a fase aguda é fácil, e é feito observando-se, no microscópio, uma gota de sangue presente entre uma lâmina e uma lamínula, sendo possível a observação do agente em movimento. Posteriormente, pode ser feito um esfregaço que será corado pelo Giemsa, para que seja obeservada a morfologia do protozoário. Os períodos de picos febris são os melhores a coleta de sangue para diagnóstico.TratamentoEm equinos são usados terapeuticamente três sais distintos: suramin, quinapiramina e melarsomina. O tratamento pode ser curativo, usando uma droga de pouca ou nenhuma ação residual ou preventiva. Dependendo da droga que for administrada, ou até mesmo da dose, definirá se ocorrerá cura ou prevenção. Drogas curativas são usadas apenas quando a incidência da doença no rebanho é baixa durante certo período.PrevençãoA profilaxia pode ser realizada através da administração de drogas que protegem os eqüinos por dois a seis meses, no caso de regiões endêmicas. É importante também fazer o controle do vetor com o uso de drogas, pour on e armadilhas impregnadas com inseticidas.Fontes:Documentos 66 – Embrapa – Profilaxia e Controle do Mal de Cadeiras em Animais Domésticos no Pantanal. ISSN 1517-1973, dezembro 2004. (disponível em http://www.cpap.embrapa.br/publicacoes/online/DOC66.pdf)Enfermidades Infecciosas dos Mamíferos Domésticos.CORRÊA & CORRÊA, (Ed) 2. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica Ltda