Mal de Alzheimer Amélia Rodrigues BA

Informações sobre Mal de Alzheimer em Amélia Rodrigues. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Mal de Alzheimer e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Amélia Rodrigues.

Centro Médico Sawaya
(75) 3623-3977
Avenida Sampaio 1120
Feira de Santana, Bahia
 
Serviço de Endoscopia
(75) 3622-4517
Rua Juracy Magalhães 577
Feira de Santana, Bahia
 
Assist Clínica Integrada de Saúde Oral
(75) 3223-7411
Rua Barão do Rio Branco 1483
Feira de Santana, Bahia
 
Ima - Instituto de Mastologia
(75) 3625-0762
Avenida Maria Quitéria 1905
Feira de Santana, Bahia
 
Hto Hospital de Traumato e Ortopedia Ltda
(75) 3211-9652
Rua Governador Juracy Magalhães 606
Feira de Santana, Bahia
 
Clínica Médica Maria Quitéria
(75) 3623-5182
Avenida Maria Quitéria 1752
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Medico Nossa Senhora dos Remedios
(75) 3321-7100
Rua dos Remédios 25
Feira de Santana, Bahia
 
Amigo - Assistência Médica Infantil Ginecologia e Obstetríci
(75) 2101-2626
Rua Juracy Magalhães 782
Feira de Santana, Bahia
 
Hospital Dom Pedro de Alcântara
(75) 3221-6599
Rua Germiniano Costa
Feira de Santana, Bahia
 
Hospital Geral Cleriston Andrade
(75) 3602-3300
Avenida Eduardo Fróes da Mota
Feira de Santana, Bahia
 

Mal de Alzheimer

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa progressiva do cérebro que acomete os idosos geralmente após os 60 anos. O Alzheimer é a forma de demência mais comum entre os idosos e se caracteriza pela perda gradual e irreversível das capacidades intelectuais como memória, aprendizado, orientação, comunicação, raciocínio lógico e abstrato e da capacidade de realizar tarefas cotidianas podendo haver inclusive mudança de personalidade e diminuição da capacidade de julgamento.Os cientistas ainda não sabem dizer exatamente qual é a causa da doença, mas sabe-se que a idade é o maior fator de risco neste caso. Quanto mais velhos ficamos maior é a chance de desenvolvermos a doença. Alguns sites e outras mídias veicularam a notícia de que a presença de metais no cérebro, como o alumínio ou o chumbo, seriam a causa da doença. Entretanto, nenhum estudo a respeito foi confirmado e ainda não existe um consenso sobre a real causa do mal de Alzheimer.Existem dois tipos de Alzheimer. O mais comum é o que acomete as pessoas a partir dos 60 anos (do tipo “esporádico”) e o outro tipo, mais raro, é o que surge antes dos 60 anos em adultos jovens (do tipo “familiar”). Mas este só é encontrado em cerca de 10% dos casos.No segundo tipo os cientistas estimam que o fator genético seja mais importante do que no primeiro que estaria mais propício às alterações da idade. De qualquer forma, o risco de desenvolver a doença é de 2 a 3 vezes maior quando se tem antecedentes da doença na família, principalmente em parentes próximos, embora isso não seja determinante.O mal de Alzheimer é uma doença progressiva e se desenvolve de maneira diferenciada de pessoa para pessoa, mas costumam-se atribuir três fases distintas para a doença: na fase inicial a pessoa pode sofrer com perda de memória (este é um fator que caracteriza qualquer tipo de demência), desorientação, confusão, ansiedade, agitação, ilusão, desconfiança, alteração da personalidade e do senso crítico, dificuldades em desenvolver atividades rotineiras como tomar banho, se alimentar, cozinhar, fazer compras, dirigir e etc.; na fase intermediária além de haver um agravamento dos primeiros sintomas o paciente pode apresentar dificuldade em reconhecer amigos e familiares, pode perder-se em locais conhecidos, apresentar alucinações, perda de peso (devido à dificuldade de se alimentar), incontinência urinária, dificuldades com a fala e a comunicação, movimentos e fala repetitiva, distúrbios do sono, início de dificuldades motoras; na fase final o paciente já apresenta dependência total de cuidados, imobilidade crescente, incontinência urinária e fecal mais graves, tendência em assumir posição fetal, mutismo, devido à dificuldade em se locomover ele tende a ficar mais restrito ao leito ou a algum outro local como uma poltrona. A imobilidade pode acarretar uma série de outras complicações como escaras, aumento do risco de doenças respiratórias e infecções.Geralmente o portador do mal de Alzheimer falece de 4 a 8 anos após o diagnóstico da doença por causa de doenças respiratórias (a mais comum é a pneumonia). Isso porque, devido à idade e à dificuldade em se comunicar e alimentar a pessoa fica mais frágil e não consegue dizer se está sentindo frio, calor ou dor. Contudo existem pessoas que vivem até 22 anos com a doença, o que vai depender da velocidade com que ela se desenvolve e se o paciente recebe o tratamento adequado.O diagnóstico da doença é dado por um médico especializado através da exclusão de outras possíveis causas para os sintomas. Geralmente só se consegue confirmar se a pessoa morreu de Alzheimer com certeza absoluta após a morte quando é feito um exame de um pedaço minúsculo do tecido cerebral e constatadas algumas anormalidades.Conforme envelhecemos nossos neurotransmissores vão perdendo a capacidade de se comunicar. Entretanto, em pessoas com o mal de Alzheimer o processo ocorre de forma anormal. Aglomerados de células mortas, em processo de morte e proteínas vão se acumulando no cérebro (são os emaranhados neurofibrilares, as placas neuríticas e as placas senis) de maneira que as partes do cérebro vão deixando de se comunicar e com isso a pessoa perde aos poucos suas capacidades mentais.Leia mais sobre Doenças Cerebrais.