Lesões e condições cancerizáveis Catalão GO

Informações sobre Lesões e condições cancerizáveis em Catalão. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Lesões e condições cancerizáveis e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Catalão.

Jose Roberto de Castro Lima
(06) 4441-2211
R. Dr. Willian Faid 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Clarimundo Matias da Silveira
(06) 4411-2211
Rua Dr. Willian Faiad 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Leonardo Vieira Fernandes
Dr. Willian Faiad 19
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Marcia de Queiroz
(62) 3212-7333
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Francisco de Assis F Dourado
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Divino Ferreira
(64) 3441-2657
R Augustoetto 11
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Djair Ayres
R. Dr. Willian Faiad 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Jacome Neto
(62) 3441-2000
R Madre Esperança Garrido 63
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Inacio de Paula
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Rossana de Araujo Catao Zampronha
(62) 3243-7300
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Lesões e condições cancerizáveis

As condições cancerizáveis acomete pessoas com doenças hipoimunitárias, a síndrome de plummer-vinsen, as carências nutritivas, a sífilis (estágios avançados) e outras condições gerais em que duas constantes são observadas como alterações particularmente atróficas da mucosa bucal e redução das defesas imunológicas certamente essas condições favorecem à atuação de agentes cancerígenos primários ou secundáriosOutras condições que predispõem à cancerização, pacientes com transplantes renais tratados com imunodepressores, nos quais os tumores malignos são muito mais comuns que em grupos de controle, e que os portadores de AIDS e pacientes com cirrose hepática. Exemplos: uma simples hiperplasia tecidual não é uma lesão cancerizável. Porém, se provocada por borda de prótese excessivamente profunda que mantenha uma irritação constante sobre a lesão pode sofrer alterações celulares terminando em um processo maligno. Contudo, se a irritação for eliminada a hiperplasia pode desaparecer ou permanecer estável.“Lesão cancerizável corresponde a alterações teciduais que podem assumir o caráter de tumor maligno a qualquer tempo, mas que por outro lado, podem permanecer estáveis por um considerado período, particularmente se irritação sobre a lesão é evitada” (Hertz).Existem duas confirmações definitivas para chamar uma lesão de cancerizável:Sua história natural possa evoluir para um câncer, especialmente se sofrer irritação continuada ou intermitente, mas como afirma Borello, sua transformação maligna não se produz fatalmente, podendo permanecer benigna indefinidamente; A ocorrência de tumores malignos sobre tais lesões seja considerada maior que o esperado na população em geralSegundo Araújo & cols., em 1977, atipias são “alterações celulares que podem ocorrer em inúmeras condições e não exclusivamente em relação as lesões pré-malignas. Entre as alterações que justificam tal denominação (atipias), podemos citar a queratinização intraepitelial, aumento da atividade mitótica, perda da estratificação, perda da polaridade, hiperplasia basilar, pleomorfismo celular e nuclear, hipercromatismo nuclear, alteração da relação núcleo-citoplasma, mitoses atípicas. A ocorrências dessas alterações, isoladamente ou em conjunto, e variações quantitativas individuais possibilitam a graduação em atipia discreta, modera e intensa. O carcinoma in situ é uma entidade histopatológica na qual os critérios citológicos de malignidade estão presentes e confinados ao tecido epitelial, sem invasão da lâmina própria. Uma linha demarcatória tênue separa a atipia intensa do carcinoma in situ; o cruzamento dessa linha depende em muito de fatores subjetivos e portanto não mensuráveis”Podemos concluir: “em termos clínicos”, que o achado histológico em uma determinada lesão de displasia moderada ou intensa deve ser tratado como um carcinoma in situ e o paciente sendo classificado de alto risco, pois, não há como prever quando uma displasia discreta, moderada ou intensa irá transforma-se em carcinoma invasivo.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICASNeville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.Kowalski LP, Nishimoto IN. Epidemiologia do Câncer de Boca. In: Parise Júnior O. Câncer de boca: aspectos básicos e terapêuticos. 1 ed. São Paulo; Editora Sarvier; 2000.Tommasi AF. Diagnóstico em patologia bucal. 3 ed. São Paulo; Editora Pancast; 2002.