Lesões e condições cancerizáveis Araguaína, Tocantins

Informações sobre Lesões e condições cancerizáveis em Araguaína. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Lesões e condições cancerizáveis e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Araguaína.

Antonio Catini
(63) 3414-4831
R Rua José de Brito Soaresn. 1015 - Hospital das Clinicas
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital de Fraturas e Ortopédico de Araguaína
(63) 3421-2538
r Caracas Q 23, 500 lt 1 S ANHANGUERA
Araguaína, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Referencia
(63) 3421-3909
r Treze de Maio, 2083
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital de Fraturas
(63) 3421-2538
r Caracas Q 23, 500 lt 1
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Centro Medico Popular Ltda
(63) 3415-2064
r Sadoc Correia, 561, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital Dom Orione
(63) 3411-8787
av Con João Lima Q XX, 1622 S CENTRAL
Araguaína, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital São Lucas De Araguaina Ltda
(63) 8111-6676
r 13 Maio, 802 S rodoviário
Araguaína, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital São Lucas
(63) 8111-6676
r Treze de Maio, 802
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital e Maternidade
(63) 3411-8787
r D Orione, 100
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital Dom Oriente
(63) 3411-8787
av Con João Lima Q XX, 1622
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Lesões e condições cancerizáveis

As condições cancerizáveis acomete pessoas com doenças hipoimunitárias, a síndrome de plummer-vinsen, as carências nutritivas, a sífilis (estágios avançados) e outras condições gerais em que duas constantes são observadas como alterações particularmente atróficas da mucosa bucal e redução das defesas imunológicas certamente essas condições favorecem à atuação de agentes cancerígenos primários ou secundáriosOutras condições que predispõem à cancerização, pacientes com transplantes renais tratados com imunodepressores, nos quais os tumores malignos são muito mais comuns que em grupos de controle, e que os portadores de AIDS e pacientes com cirrose hepática. Exemplos: uma simples hiperplasia tecidual não é uma lesão cancerizável. Porém, se provocada por borda de prótese excessivamente profunda que mantenha uma irritação constante sobre a lesão pode sofrer alterações celulares terminando em um processo maligno. Contudo, se a irritação for eliminada a hiperplasia pode desaparecer ou permanecer estável.“Lesão cancerizável corresponde a alterações teciduais que podem assumir o caráter de tumor maligno a qualquer tempo, mas que por outro lado, podem permanecer estáveis por um considerado período, particularmente se irritação sobre a lesão é evitada” (Hertz).Existem duas confirmações definitivas para chamar uma lesão de cancerizável:Sua história natural possa evoluir para um câncer, especialmente se sofrer irritação continuada ou intermitente, mas como afirma Borello, sua transformação maligna não se produz fatalmente, podendo permanecer benigna indefinidamente; A ocorrência de tumores malignos sobre tais lesões seja considerada maior que o esperado na população em geralSegundo Araújo & cols., em 1977, atipias são “alterações celulares que podem ocorrer em inúmeras condições e não exclusivamente em relação as lesões pré-malignas. Entre as alterações que justificam tal denominação (atipias), podemos citar a queratinização intraepitelial, aumento da atividade mitótica, perda da estratificação, perda da polaridade, hiperplasia basilar, pleomorfismo celular e nuclear, hipercromatismo nuclear, alteração da relação núcleo-citoplasma, mitoses atípicas. A ocorrências dessas alterações, isoladamente ou em conjunto, e variações quantitativas individuais possibilitam a graduação em atipia discreta, modera e intensa. O carcinoma in situ é uma entidade histopatológica na qual os critérios citológicos de malignidade estão presentes e confinados ao tecido epitelial, sem invasão da lâmina própria. Uma linha demarcatória tênue separa a atipia intensa do carcinoma in situ; o cruzamento dessa linha depende em muito de fatores subjetivos e portanto não mensuráveis”Podemos concluir: “em termos clínicos”, que o achado histológico em uma determinada lesão de displasia moderada ou intensa deve ser tratado como um carcinoma in situ e o paciente sendo classificado de alto risco, pois, não há como prever quando uma displasia discreta, moderada ou intensa irá transforma-se em carcinoma invasivo.REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICASNeville BW, Damm DD, Allen CM, Bouquot JE. Patologia oral & maxilofacial. 2a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.Kowalski LP, Nishimoto IN. Epidemiologia do Câncer de Boca. In: Parise Júnior O. Câncer de boca: aspectos básicos e terapêuticos. 1 ed. São Paulo; Editora Sarvier; 2000.Tommasi AF. Diagnóstico em patologia bucal. 3 ed. São Paulo; Editora Pancast; 2002.