Histoplasmose Benjamin Constant AM

Informações sobre Histoplasmose em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Histoplasmose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cemergim - Centro Med Est Rec Ginecol Mastologico
(92) 3584-1555
Rua Acre 12 s 519
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Clínica Respiratória de Manaus Ltda
(92) 3584-5122
Rua Rio Amapá 26
Manaus, Amazonas
 
Cemon
(92) 3584-6631
Rua Acre 12
Manaus, Amazonas
 

Histoplasmose

A histoplasmose é uma micose sistêmica causada pelo fungo Histoplasma capsulatum, que afeta órgãos internos. Ela é uma zoonose, transmitida por aves e morcegos.Histoplasma capsulatumClassificação científicaReino: FungiFilo: AscomycotaSubfilo: AscomycotinaClasse: AscomycetesOrdem: OnygenalesFamília: OnygenaceaeGênero: HistoplasmaEspécie: Histoplasma capsulatumFoi descrita pela primeira vez no Panamá, por Samuel Darling, que necropsiou três casos disseminados da doença entre os anos de 1905 e 1906. No entanto, como produzia lesões semelhantes às causadas pela leishmaniose visceral, foi classificada erroneamente. Apenas no ano de 1934, este microrganismo foi identificado corretamente. Hoje são reconhecidas duas variedades de Histoplasma capsulatum: a variedade capsulatum e a variedade duboisii. Estas duas possuem forma miceliana idênticas, no entanto, possuem forma leveduriforme distintas.Esta afecção é amplamente espalhada no continente americano, sendo muito prevalente em áreas centrais e sul dos Estados Unidos, e nos países da América Central, bem como em vários países da América do Sul, principalmente Venezuela, Colômbia, Peru, Argentina, Brasil e Uruguai. Tem sido descritos casos na África e no sudeste Asiático. Muito rara na Europa, com exceção da Itália, onde foram diagnosticados alguns casos.O indivíduo adquire esta infecção através da inalação dos conídios que estão presentes no meio ambiente. Estas alcançam os alvéolos pulmonares, levando a uma estimulação de resposta inflamatória por parte do hospedeiro, formada por macrófagos e células mononucleares, que por sua vez, não possuem capacidade de destruir o invasor. Dentro do complexo macrofágico-linfóide, o fungo irá multiplicar-se, alcançando linfonodos e, em seguida, a circulação sistêmica, instalando-se em órgãos e causando focos inflamatórios.A partir da segunda semana de infecção, há o desenvolvimento de uma resposta celular, ativando os macrófagos, levando estes a destruir as leveduras intracelulares. Consequentemente, haverá a formação de granulomas epitelióides, que mais tarde irão fibrosar e calcificar. Também há a produção de anticorpos específicos no sangue do paciente, levando a cura da infecção primária, tornando os indivíduos resistentes à novas infecções.O quadro clínico apresentado pelo paciente vai depender do tipo da infecção.Infecção pulmonar aguda: geralmente é assintomática ou subclínica. Quando há sintomas, as manifestações são autolimitantes do trato respiratório. Quando há uma inalação maciça de conídeos, pode haver o aparecimento de uma forma pulmonar aguda, grave, após o período de incubação. Os sintomas mais comuns são: febre, calafrios, cefaléia, dispnéia, mialgias, hiporexia, tosse e dor no peito. Aproximadamente 10% dos pacientes desenvolvem artrite ou atralgias, relacionadas com o quadro de eritema nodoso. Pode haver linfadenopatia que, raramente, pode comprimir estruturas torácicas; quadros de pericardite com derrame e efusão pleural pode ocorrer neste tipo de infecção.Histoplasmose Pulmonar Crônica: em pacientes fumantes, com certa idade, que possuem doença pulmonar crônica obstrutiva, a histoplasmose pulmonar pode progredir vagarosamente para uma forma fibrocavitária crônica que acomete, geralmente, os lobos superiores dos pulmões. Os sinais clínicos apresentados são: febre baixa vespertina, perda de peso, sudorese noturna, dor no peito e tosse com expectoração hemoptóica.Infecções disseminadas: a infecção primária pelo H. capsulatum, independente de qual seja a sintomatologia, pode disseminar por todo o organismo, em especial, para órgãos ricos em macrófagos. Raramente, os indivíduos que estão com o sistema imune aparentemente normal, irão desenvolver histoplasmose disseminada sintomática.O diagnóstico desta enfermidade é baseado no encontro do fungo em secreções, tecidos e nas reações sorológicas específicas. Diversos testes laboratoriais estão disponíveis para o diagnóstico desta doença, como: imunodifusão, fixação do complemente, técnicas imunoenzimáticas (ELISA), entre outras.O tratamento da histoplasmose vai depender da síndrome clínica e do estado imunitário do indivíduo. Este fungo é sensível à vários antifúngicos, como anfotericina B, cetoconazol, fluconazol e intraconazol. No caso da histoplasmose pulmonar aguda, geralmente os pacientes apresentam melhora expontânea, sem que seja necessário a realização de um tratamento específico. Caso seja realizado o tratamento, o medicamento recomendado é itraconazol, por via oral, na dose de 200 mg, durante 3 dias e, em seguida, 200 a 400 mg/ dia, durante 6 a 12 semanas.Quando for o caso da histoplasmose pulmonar crônica a droga de escolha também é o itraconazol, na mesma dose recomendada para a forma pulmonar aguda, sendo que o tempo de tratamento deve ser de 18 a 24 meses. Nas formas disseminadas, a droga de eleição é a anfotericina B, na dose de 35 mg/kg e a terapêutica de manutenção a longo prazo se faz necessária para manter a remissão clínica.Fontes:http://www.copacabanarunners.net/histoplasmose.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Histoplasmosehttp://www.mgar.com.br/zoonoses/aulas/aula_histoplasmose.htmhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822009000200020