Hipofosfatemia Benjamin Constant AM

Informações sobre Hipofosfatemia em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Hipofosfatemia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Solange Oliveira Moraes
(92) 3233-6366
Rua Rio Juruá 100
Manaus, Amazonas
 
Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Pam Codajás
(92) 3612-2900
Avenida Codajás 26
Manaus, Amazonas
 
Risonildo Carneiro de Almeida
(92) 3584-1808
Rua Acre 12
Manaus, Amazonas
 

Hipofosfatemia

A hipofosfatemia é definida como a redução do fósforo na corrente sanguínea.Este íon é essencial para a manutenção das funções vitais do organismo, sendo a faixa de concentração sérica considerada normal varia de 0,89 a 1,44 mmol/L (2,8 a 4,5 mg/dL).Este transtorno pode ser considerado leve, moderado ou grave, sendo que a concentração se encontra entre 2,0 a 2,5 mg/dL, 1,0 a 2,5 mg/dL e abaixo de 1,0, respectivamente.Tanto a ingestão inadequada do íon fosfato, quanto a excreção exacerbada e um desbalanço na distribuição do fosfato entre os espaços extracelular e intracelular podem levar à hipofosfatemia. Um dos mecanismos anteriormente citados pode ocorrer nos seguintes casos:Alcoolismo;Septicemia;Cetoacidose diabética;Uso prolongado de antiácidos de ligação de fosfato;Síndrome de recuperação nutricional;Recuperação de grandes queimaduras, na qual a hipofosfatemia é considerada grave;Administração inadequada de carboidratos via intravenosa.Mais raramente, pode ser decorrente de certos tipos de neoplasias (como linfoma e leucemia), de causa hereditária e de insuficiência hepática.As manifestações clínicas geralmente surgem somente quando o nível de fosfato se encontra abaixo de 1,5 mg/dL, envolvendo:Alterações musculares e fraqueza. Também pode afetar os grandes músculos, mas costuma manifestar-se como diplopia, baixo débito cardíaco, disfagia e depressão respiratória;Confusão mental;Alteração leucocitária, levando ao agravamento de infecções;Instabilidade das membranas celulares, em decorrência dos baixos níveis de ATP, podendo levar à rabdomiólise e anemia hemolítica.A pesquisa deste transtorno pode partir da avaliação da excreção urinária de fosfato. Quando a excreção de fosfato é superior a 100 mg/dia, pode haver a presença de hiperparatireoidismo ou defeito tubular renal. O diagnóstico do hiperparatireoidismo é feito por meio da verificação do nível sérico de paratormônio. Já o diagnóstico das síndromes tubulares é feito quando o exame de urina aponta a presença de outras substâncias não encontradas normalmente na urina, como glicose, bicarbonato e aminoácidos. Quando o nível de fosfato na urina está consideravelmente baixo, é porque a ingestão desse íon está baixa, há distúrbios na absorção ou está ocorrendo redistribuição.O tratamento em pacientes que apresentam quadros moderado ou severo envolve a administração intravenosa de preparações compostas por fosfato de potássio. No caso de haver impossibilidade de administrar por via intravenosa o fosfato, a suplementação oral pode ser útil, bem como a introdução de alimentos ricos em fósforo na dieta do paciente. Contudo, quando as reservas de hipofosfatemia leve, não é necessária a suplementação com este íon.Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Hypophosphatemiahttp://www.enzilab.com.br/reviews_011.htmlhttp://www.medicinageriatrica.com.br/tag/hipofosfatemia/