Hipertireoidismo Benjamin Constant AM

Informações sobre Hipertireoidismo em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Hipertireoidismo e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Lourival Rebelo
(92) 3631-8439
Avenida Carvalho Leal 1289 s 204
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cirurgia Torax de Manaus
(92) 3184-0780
Avenida Álvaro Maia 1445
Manaus, Amazonas
 
José Severino da Silva
(92) 3657-3612
Rua Cremona 335
Manaus, Amazonas
 

Hipertireoidismo

Hipertireoidismo, ou hipertiroidismo, é uma doença da glândula tireóide, na qual a glândula produz hormônios tireoidianos em excesso: tetraiodotironina (T4), triiodotironina (T3) ou ambos. Esse excesso de hormônios resulta no aceleramento das funções do organismo e muito mais comum ocorrer em mulheres.Existem diversas causas para essa disfunção. Estão entre elas:Nódulos na tireóide,Doença de Graves;Tireoidite;Elevada ingestão de iodo;Aumento dos hormônios tireoidianos como consequência de medicamentos;Raramente devido a tumores benignos na glândula pituitária.Entre os diferentes sintomas apresentados pelos pacientes com hipertireoidismo estão:Sudorese,Intolerância ao calor;Fome excessiva;Aumento do ritmo intestinal;Tremores;Palpitações;Emagrecimento;Unhas e cabelos quebradiços.Nas mulheres também há alterações do ciclo menstrual e problemas de infertilidade. Na maioria dos pacientes, esse quadro clínico associa-se a um aumento visível da parte inferior do pescoço, formando o bócio, sendo que esses indivíduos podem desenvolver problemas oculares.O diagnóstico é feito por meio do histórico do paciente e da realização de um exame físico. Exames laboratoriais podem confirmar o hipertireoidismo, como o teste do hormônio estimulante da tireóide (TSH), que é a medida mais precisa da atividade dessa glândula. Caso fique confirmado o hipertireoidismo, serão necessários outros testes para investigar a etiologia dessa condição.Existem três tipos possíveis de tratamento para o hipertireoidismo: medicação, radiação ou cirurgia. A escolha deve ser feita pelo médico de acordo com o caso de cada paciente. Os principais fármacos utilizados nesse tratamento são o metimazol e o propiltiuracil, sendo que ambas agem impedindo a produção de hormônios pela tireóide. Para o controle imediato dos sintomas, podem ser usadas drogas β-bloqueadoras, como o propanolol ou atenolol.Aproximadamente 30% dos pacientes conseguem suspender em definitivo o uso de medicamentos após 2 anos de tratamento, sem que haja recidiva. Todavia, a maior parte dos pacientes com hipertireoidismo dependem dos medicamentos.A radiação é uma opção de tratamento definitivo. Consiste na ingestão de cápsulas com iodo radioativo que levam à destruição da tireóide. Como essa glândula utiliza o iodo para produzir T3 e T4, ela passa a concentrar toda a radiação ingerida, sendo destruída pela mesma dentro de 6 a 18 semanas.A outra opção é a retirada cirúrgica da tireóide. É a opção menos utilizada devidos aos riscos de complicações. É indicada quando a tireóide está muito aumentada, com grande bócio e risco de obstrução das vias aéreas.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?247http://www.portalendocrino.com.br/tireoide_hipertireoidismo.shtmlhttp://www.copacabanarunners.net/hipertireoidismo.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertiroidismohttp://www.projetodiretrizes.org.br/5_volume/25-Hipertireoidismo.pdfhttp://www.mdsaude.com/2010/03/hipertireoidismo-doenca-de-graves.html