Hidatidose Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Hidatidose em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Hidatidose e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Clínica Ciam
(82) 3522-2533
Avenida Pedro Leão 119
Arapiraca, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Profª Maria Anunciada
(82) 3521-6500
Rua Monsenhor Macedo 362 c A
Arapiraca, Alagoas
 
Cmi Consultórios Médicos Integrados
(82) 3522-3388
Rua Fernandes Lima, 345
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 
Otomed Alagoas
(82) 3539-1114
Rua 30 de Outubro 121
Arapiraca, Alagoas
 
Espaço Fisio & Saúde
(82) 3529-9600
Rua Nossa Senhora de Fátima 218
Arapiraca, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Imagem
(82) 3521-6192
Rua São Domingos 115
Arapiraca, Alagoas
 
Santa Fé Medical Center
(82) 3482-7133
Rua Esperidião Rodrigues 103
Arapiraca, Alagoas
 

Hidatidose

Echinococcus granulosusA hidatidose consiste em uma doença parasitária grave que se caracteriza pela formação de vesículas em diversos órgãos dos mamíferos domésticos e do homem. O agente etiológico desta enfermidade é o platelminto Echinococcus granulosus e Echinococcus vogeli, que tem como hospedeiro definitivo os canídeos (cão, raposa e lobo); bovinos, ovinos, caprinos, equinos, suínos e roedores são os hospedeiros intermediários; e o homem, hospedeiro acidental.É considerada uma infecção ciclozoonótica de distribuição mundial, que provoca grandes prejuízos econômicos, além de representar um importante problema de saúde pública. Existem áreas consideradas endêmicas ou hiperêndemicas, como por exemplo, o sul do Brasil, tanto para ruminantes domésticos quanto para o homem.A contaminação do hospedeiro definitivo como, por exemplo, o cão, se dá através da ingestão de vísceras de outros hospedeiros que adquiriram a doença por ingerirem ovos do parasita, em seguida, o cão elimina no meio ambiente junto às fezes as proglotes grávidas contendo o ovo. Estes, por sua vez, irão contaminar o meio ambiente, sendo então ingeridos pelos hospedeiros intermediários, como por exemplo, um ruminante que ao ingerir os ovos. Estes irão, imediatamente, liberar larvas que penetram na mucosa do intestino alcançando diversos órgãos através da circulação linfática ou sanguínea, se fixando e formando o cisto hidático. O homem pode contaminar-se ao ingerir a carne do hospedeiro intermediário contaminada, ou então, ao ingerir ovos em vegetais ou na água contaminada.Os cistos hidáticos podem estar localizados em diferentes órgãos, preferencialmente no fígado, pulmões e o cérebro. Na grande parte dos casos, a doença é assintomática, no entanto os sinais clínicos podem ser observados conforme a localização do cisto e a intensidade do parasitismo. Podem ocorrer manifestações alérgicas, como tosse, coceira, crises asmáticas, lesões de pele, e quando há a ruptura do cisto hidático pode resultar em choque anafilático. Podem ser observados sintomas gástricos, febre, fadiga e náuseas.Nos animais, o diagnóstico geralmente é feito no momento do abate. Existem outras técnicas que podem ser utilizadas no animal vivo, quando o dignóstico post-mortem não é uma opção, como o exame radiográfico e a ultra-sonografia. Nos humanos o teste laboratorial utilizado é a Reação de Casoni, que consiste em uma reação urticariforme eritematosa da pele visualizada após ser administrada uma injeção de antígenos do fluído hidático intradermicamente. A confirmação é realizada através de exames de raio-x, tomografia e ecografia.O tratamento preferencial no humanos, é a remoção cirúrgica, quando não é possível fazer a cirurgia, o tratamento através de medicamentos é a opção viável.Esta doença pode ser controlada através da adoção de medidas preventivas, como a vermifugação dos cães, não alimentar os cães com vísceras cruas de ovinos, realização da inspeção dos alimentos e implementação de educação sanitária pública eficiente.Fontes:http://www.ufrgs.br/depbiot/206/hidat.htmhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?236http://www.revista.inf.br/veterinaria05/anais/artigo23.pdfIlustração: http://www.ah.novartis.com/cab/en/dog_parasitic_worms_tapeworms.shtml