Glucagonoma Catalão GO

Informações sobre Glucagonoma em Catalão. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Glucagonoma e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Catalão.

Jose Roberto de Castro Lima
(06) 4441-2211
R. Dr. Willian Faid 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Djair Ayres
R. Dr. Willian Faiad 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Jacome Neto
(62) 3441-2000
R Madre Esperança Garrido 63
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sormany Del Carmo de a Cordeiro
(62) 3093-9662
R 0006 - a 72
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Jales Benevides Santana Filho
(62) 3235-7200
R 1035 - Multimed
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Leonardo Vieira Fernandes
Dr. Willian Faiad 19
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Clarimundo Matias da Silveira
(06) 4411-2211
Rua Dr. Willian Faiad 15
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Divino Ferreira
(64) 3441-2657
R Augustoetto 11
Catalao, Goiás
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Estanislau de Araujo Jorge
(62) 3243-7000
R 39 - 181 Hosp Araujo Jorge
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Orlando Milhomem da Mota
(62) 3225-3471
R 9 235 - Clin Sta Cecilia
Goiania, Goiás
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Glucagonoma

O glucagonoma é uma neoplasia extremamente rara das células alfa do pâncreas, que leva a uma produção exacerbada do hormônio glucagon.Até os dias atuais, menos de 250 casos foram descritos na literatura desde a primeira descrição, ocorrida no ano de 1942, por Becker. Todavia, foi somente em 1966 que McGavran e colaboradores elucidaram a etiologia desta patologia, através da técnica de radioimunoensaio.Em consequência de sua raridade, não se conhece ainda a taxa de sobrevivência de indivíduos portadores dessa patologia. Sabe-se que em 75-80% dos casos, o glucagonoma inicia-se de forma maligna e, em aproximadamente 50% dos casos já há a presença de metástase no momento do diagnóstico.Devido à presença do glucagonoma, ocorre uma superprodução de hormônios peptídeos e fatores de crescimento, que habitualmente não são expressos no tecido de origem, sendo esta uma característica de tumores neuroendócrinos. A produção alterada desses peptídeos bioativos pode levar a consequências tóxicas sistêmicas significativas e ainda promover um excessivo crescimento do tumor.Além da superprodução de glucagon, observa-se nesta patologia a presença de aumento dos níveis de glicose sanguínea, devido à ativação de processos anabólicos e catabólicos, incluindo os processos de gliconeogênese e lipólise, respectivamente. Também ocorre um aumento de lipídios na corrente sanguínea, em consequência da lipólise (quebra de gordura). Em resultado à alta produção de glucagon, ocorre diminuição dos níveis de aminoácidos sanguíneos, anemia, diarréia e perda de peso.O eritema migratório necrolítico (EMN) é um sintoma clássico observados em 70% dos pacientes portadores de glucagonoma. Este, por sua vez, caracteriza-se pela presença de bolhas eritematosas em áreas expostas a maior atrito e pressão, como a região inferior do abdômen, nádegas, períneo e virilha.A diabetes mellitus frequentemente decorre do desequilíbrio entre os hormônios insulina e glucagon presente no glucagonoma, estando presente em 80-90% dos casos do mesmo, sendo exacerbada caso haja preexistência de resistência à insulina.O maior indicativo da presença de glucagonoma é a concentração sanguínea de glucagon ao redor de 1000 pg/mL, uma vez que a faixa normal é de 50-200 pg/mL. Contudo, pesquisas recentes têm demonstrado que 40% dos pacientes com esta patologia apresentam níveis plasmáticos de glucagon variando de 500 a 1000 pg/mL. Níveis acima desse têm sido relatado em casos de insuficiência renal, pancreatite aguda, hipercorticismo, doenças hepáticas, estresse severo, jejum prolongado e hiperglucagonemia familiar.Exames de sangue também podem evidenciar concentrações anormalmente baixas de zinco e ácidos graxos essenciais, que possivelmente desempenham papel no desenvolvimento da EMN. Por meio de biópsia, é possível confirmar a presença de EMN. Já o hemograma completo pode revelar anemia.O tumor propriamente dito pode ser visualizado por meio de exames de imagem, como a angiografia, a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, o PET e a ultra-sonografia endoscópica. A laparotomia é útil para obtenção de amostra para análise histopatológica.A elevada secreção de glucagon pode ser tratada administrando-se hormônio análogo da somatostatina, responsável por inibir a liberação de glucagon. Os fármacos doxorrobucina e estreptozotocina também têm sido utilizados com sucesso, com objetivo de seletivamente danificar as e células alfa do pâncreas, auxiliando na redução dos sintomas.Até o momento, a cura completa é alcançada somente por meio da ressecção cirúrgica do glucagonoma.Fontes:http://emedicine.medscape.com/article/118899-overviewhttp://en.wikipedia.org/wiki/Glucagonomahttp://www.endotext.org/guthormones/guthormone7/guthormoneframe7.htmhttp://www.endocrinesurgeon.co.uk/index.php/what-is-a-glucagonoma