Ginecologista Forquilhinha SC

A página abaixo contêm todas as informações locais que são relevantes quando se trata de ginecologistas em Forquilhinha. Encontre profissionais da sua região, artigos educativos, eventos, opiniões, etc. Tudo em uma única página!

Maria Luiza Nagel
(48) 3438-0817
Antonio de Lucca 100 - Sala 302
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Cristina Silveira Soncini
(48) 3438-0817
Rua Antonio de Lucca 100 - Sala 302
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Centro da Mama
(48) 3433-0406
Rua Coronel Pedro Benedet 505 s 301
Criciúma, Santa Catarina
 
Portiuncola Caesar Augustus Gorini
(48) 3433-8773
Rua Vital Brasil 250
Criciúma, Santa Catarina
 
Mileto Clínica Médica
(48) 3045-6648
Rua Coronel Pedro Benedet 505 s 304 s 305
Criciúma, Santa Catarina
 
Christiano Justiniano de Medeiros Ribeiro
(48) 3437-0234
Travessa Coelhoeto 69 - Clinica Sara
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Amante
(48) 3437-4455
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Clínica Parapsicologia Professor Antônio Uliano
(48) 3433-4835
Rua Celestina Zilli Rovaris 70
Criciúma, Santa Catarina
 
Centro Médico Dr Carbajal
(48) 3437-0123
Tv Germano Magrin 100 s 1
Criciúma, Santa Catarina
 
Clínica Médica Plena
(48) 3437-4306
Rua Coronel Pedro Benedet 505 - 6 s 607
Criciúma, Santa Catarina
 
Dados Divulgados por

Ginecologista

O ginecologista é o médico especializado no tratamento da saúde da mulher da infância a terceira idade. Esse profissional cuida e previne doenças do sistema reprodutor feminino (útero, vagina, ovários e tubas uterinas). No Brasil, os ginecologistas também são obstetras. Esse profissional também diagnostica outras doenças, como do aparelho digestivo, coração, osteoporose, etc. sendo considerado como um "clínico" da mulher. O ginecologista é um médico de muita confiança para sua paciente o que faz com que ela traga assuntos que não têm ligação com a consulta, e ele precisa estar sempre preparado para dar esse tipo de suporte

Qual a formação necessária para ser um ginecologista?

Para ser um ginecologista é necessário possuir diploma de curso superior em Medicina, com duração de seis anos, e posterior especialização (equivalente a pós-graduação) e residência na área de Ginecologia e Obstetrícia de alguma instituição de saúde com duração de três anos. Alternativamente pode-se prestar concurso promovido pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). É imprescindível que o curso escolhido seja de qualidade e reconhecido pelo MEC (Ministério de Educação e Cultura). O curso de Medicina engloba matérias como: anatomia e fisiologia dos diferentes sistemas do corpo humano, biologia, bioquímica, biologia molecular, genética, patologia, medicina preventiva, farmacologia, epidemiologia, psicologia médica, ente muitas outras matérias que tratam de todos os sistemas do corpo e especializações da medicina. É importante que o profissional se atualize constantemente por meio de cursos, palestras e workshops, para se manter sempre informado sobre novos métodos e técnicas de tratamentos e diagnóstico.

Principais atividades de um ginecologista

Realizar consultas com as mulheres
Orientar as mulheres sobre a importância da consulta periódica com o ginecologista, da realização de exames, dos cuidados com doenças sexualmente transmissíveis
Fazer perguntas sobre a história familiar
Examinar o funcionamento dos sistemas infantis
Verificar queixas
Diagnosticar possíveis moléstias
Solicitar exames detalhados
Receitar o tratamento adequado em cada caso
Acompanhar o tratamento, verificando melhora do quadro clínico e mudanças necessárias no método de tratamento
Acompanhar tratamentos mais específicos com outros médicos

História da Ginecologia

No plano das condições de possibilidade que permitiram o surgimento da ginecologia no século XIX, a primeira observação a ser feita refere-se às conseqüências particulares que os progressos técnicos tiveram nesse caso. Sem dúvida, a assepsia, a anti-sepsia e a anestesia foram revolucionárias para a medicina em geral, mas foram as condições técnicas básicas para que essa nova especialidade se produzisse. Até essa época, a ginecologia, ou seja, o estudo e tratamento do aparelho reprodutivo e das doenças femininas, confundia-se com a obstetrícia. Ao longo do século, esses dois ramos da medicina vieram a constituir disciplinas separadas. Na verdade, quando se considera a bibliografia sobre o assunto, raramente se encontra exemplos que analisem essa distinção. Os historiadores da medicina acabam colocando no mesmo conjunto as duas especialidades que tratam da mulher. Não são consideradas as especificidades do desenvolvimento de cada uma ao longo do século XIX e, particularmente, as condições que fizeram com que a ginecologia viesse a se distinguir.