Feocromocitoma Santa Rita, Paraíba

Informações sobre Feocromocitoma em Santa Rita. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Feocromocitoma e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Santa Rita.

Josete Maurício Lopes Pontes
(83) 3229-2577
Rua Siqueira Campos 133
Santa Rita, Paraíba
 
Policlínica São Roque
(83) 3229-0400
Avenida Flávio Ribeiro Coutinho 264 ap 1
Santa Rita, Paraíba
 
Clínica Cdh Centro Desenvolvimento e Habitação
(83) 3225-1000
Avenida Presidente Epitácio Pessoa 775 lj 4
João Pessoa, Paraíba
 
Rogério Lucena Beltrão
(83) 3221-3680
Rua Clemente Rosas 44 sl 2
João Pessoa, Paraíba
 
Vanildo Pessoa Cabral de Vasconcelos
(83) 3244-9666
Avenida Presidente Epitácio Pessoa 897
João Pessoa, Paraíba
 
Clínica Santa Rita
(83) 3229-1140
Rua Francisco Gomes de Azevedo 2
Santa Rita, Paraíba
 
Eitel Santiago Silveira
(83) 3232-8926
Avenida Liberdade 1596 lj 02
Bayeux, Paraíba
 
Clínica Reumatologica Recuperação Motora Evandro V César
(83) 3221-2718
Rua Diogo Velho 140
João Pessoa, Paraíba
 
Luciana Cavalcante Trindade
(83) 3241-6109
Rua Borja Peregrino 191
João Pessoa, Paraíba
 
Clinic Center
(83) 3221-0812
Rua Afonso Campos 238
João Pessoa, Paraíba
 

Feocromocitoma

Os feocromocitomas são tumores, normalmente benignos, oriundos das células cromafins, habitualmente encontradas na região medular da glândula adrenal (também conhecida como supra-renal). Em casos mais raros, podem originar-se em locais extra-adrenais, como em paragânglios da base do crânio até a região de bifurcação das artérias ilíacas ou, mais raramente, no tórax, bexiga ou cérebro.Este tipo de tumor é raro e é encontrado em dois indivíduos em cada 1 milhão de pessoas por ano. Acredita-se que 0,1-0,5% dos casos de pressão alta são decorrentes de feocromocitomas. Embora geralmente este tumor seja benigno, o risco reside na possibilidade de desencadear crises de hipertensão potencialmente fatais, especialmente quando o indivíduo é submetido a induções anestésicas, procedimentos propodêuticos invasivos, diferentes cirurgias ou outras situações estressantes.Geralmente estes tumores são diminutos, quase não levando a sintomas por compressão ou obstrução. No entanto, até um pequeno feocromocitoma pode sintetizar quantidade considerável de catecolamina e consequentes sintomas. Dentre as catecolaminas, encontram-se os hormônios adrenalina, noradrenalina e a dopamina, que elevam a pressão arterial. Além disso, este tumor é o gatilho para o surgimento de outros sintomas relacionados a situações de risco que resultam em ataque de pânico.Mais de 33% dos pacientes com feocromocitomas morrem antes que seja alcançado o diagnóstico, sendo o óbito normalmente decorrente de arritmia cardíaca ou acidente vascular cerebral.As manifestações clínicas costumam aparecer de forma repentina, desaparecendo vagarosamente. Dentre os sintomas é possível encontrar cefaléia, sudorese excessiva, palpitações, ansiedade, tremor, sintomas relacionados ao sistema digestório (dores abdominais e vômitos) e alterações na sensibilidade da pele (parestesia).Crianças costumam apresentar sintomatologia distinta dos adultos, sendo que na infância, as manifestações clínicas mais comuns são: sudorese, alterações da visão e pressão alta constante e não na forma de crises, como nos adultos.O diagnóstico é obtido por meio de exames laboratoriais (sangue e urina), no qual se faz a dosagem de catecolaminas. A coleta da urina deve ser realizada durante um período de 24 horas, com a primeira coleta sendo feita pela manhã ou em seguida a uma crise sintomática.É importante ressaltar que determinados medicamentos, como os utilizados para tratamento de ansiedade, para emagrecer, para asma ou tosse e até mesmo certas drogas como cocaína, podem interferir na dosagem de catecolaminas levando a um diagnóstico alterado. Alguns alimentos como pimenta e bebidas que contenham cafeína também leva a alterações no exame, bem como acontecimentos estressantes.Exames de imagem (ressonância magnética, tomografia computadorizada e cintilografia das adrenais) também podem ser utilizados no diagnóstico do feocromocitoma.O tratamento de eleição é a ressecção cirúrgica do feocromocitoma. No entanto, a cirurgia geralmente é realizada somente após o estabelecimento de níveis normais de catecolaminas, alcançado por meio de medicamentos, uma vez que seus valores alterados representam risco para o procedimento cirúrgico. Os fármacos utilizados são a fenoxibenzamida e o propanolol em associação, sendo que comumente também é necessária a administração de metirosina ou outros fármacos associados para o controla da pressão arterial.Caso o feocromocitoma seja um câncer que sofreu metástase, o seu crescimento pode ser retardado por meio da administração de ciclofosfamida, vincristina e dacarbazina.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Feocromocitomahttp://departamentos.cardiol.br/dha/revista/9-2/feocromocitoma.pdfhttp://www.sbu-sp.org.br/site/index.php/feocromocitoma.htmlhttp://www.manualmerck.net/?id=172&cn=1344http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42301997000300012&script=sci_arttext