Feocromocitoma Além Paraíba MG

Informações sobre Feocromocitoma em Além Paraíba. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Feocromocitoma e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Além Paraíba.

Climetrans Clinica Medica do Transito S C Ltda
(32) 3462-5236
Rua Paulino Fernandes Silva 446
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Condoclin
(32) 3462-2066
Rua José Mercadante 248
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Cemap - Centro de Especialidades Medicas Alem Paraiba
(32) 3462-4411
Rua Coronel Oscar Cortes 80
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Policlinica Santa Barbara
(32) 3462-2630
Avenida 18 de Julho 277
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Hospital Sao Salvador
(32) 3462-4366
Al Doutor Paulo Fonseca 1778
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Climetra Clinica de Medicina do Trabalho Ltda
(32) 3462-4610
Rua Doutor Dauro Schettino 160 s 2
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Unimed Alem Paraiba Cooperativa Trabalho Medico Ltda
(32) 3462-2233
Rua Adão Araújo 181
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Sociedade Beneficente Dezoito de Julho
(32) 3462-4047
Rua Capitão Medeiros Rezende 274
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Centro de Especialidades Clinicas
(32) 3462-3222
Rua Vítor Galhardo 5
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Marco Antonio Chaves Gama
(31) 3849-1295
Al 31 de Outubro 400 s 219
Timóteo, Minas Gerais
 

Feocromocitoma

Os feocromocitomas são tumores, normalmente benignos, oriundos das células cromafins, habitualmente encontradas na região medular da glândula adrenal (também conhecida como supra-renal). Em casos mais raros, podem originar-se em locais extra-adrenais, como em paragânglios da base do crânio até a região de bifurcação das artérias ilíacas ou, mais raramente, no tórax, bexiga ou cérebro.Este tipo de tumor é raro e é encontrado em dois indivíduos em cada 1 milhão de pessoas por ano. Acredita-se que 0,1-0,5% dos casos de pressão alta são decorrentes de feocromocitomas. Embora geralmente este tumor seja benigno, o risco reside na possibilidade de desencadear crises de hipertensão potencialmente fatais, especialmente quando o indivíduo é submetido a induções anestésicas, procedimentos propodêuticos invasivos, diferentes cirurgias ou outras situações estressantes.Geralmente estes tumores são diminutos, quase não levando a sintomas por compressão ou obstrução. No entanto, até um pequeno feocromocitoma pode sintetizar quantidade considerável de catecolamina e consequentes sintomas. Dentre as catecolaminas, encontram-se os hormônios adrenalina, noradrenalina e a dopamina, que elevam a pressão arterial. Além disso, este tumor é o gatilho para o surgimento de outros sintomas relacionados a situações de risco que resultam em ataque de pânico.Mais de 33% dos pacientes com feocromocitomas morrem antes que seja alcançado o diagnóstico, sendo o óbito normalmente decorrente de arritmia cardíaca ou acidente vascular cerebral.As manifestações clínicas costumam aparecer de forma repentina, desaparecendo vagarosamente. Dentre os sintomas é possível encontrar cefaléia, sudorese excessiva, palpitações, ansiedade, tremor, sintomas relacionados ao sistema digestório (dores abdominais e vômitos) e alterações na sensibilidade da pele (parestesia).Crianças costumam apresentar sintomatologia distinta dos adultos, sendo que na infância, as manifestações clínicas mais comuns são: sudorese, alterações da visão e pressão alta constante e não na forma de crises, como nos adultos.O diagnóstico é obtido por meio de exames laboratoriais (sangue e urina), no qual se faz a dosagem de catecolaminas. A coleta da urina deve ser realizada durante um período de 24 horas, com a primeira coleta sendo feita pela manhã ou em seguida a uma crise sintomática.É importante ressaltar que determinados medicamentos, como os utilizados para tratamento de ansiedade, para emagrecer, para asma ou tosse e até mesmo certas drogas como cocaína, podem interferir na dosagem de catecolaminas levando a um diagnóstico alterado. Alguns alimentos como pimenta e bebidas que contenham cafeína também leva a alterações no exame, bem como acontecimentos estressantes.Exames de imagem (ressonância magnética, tomografia computadorizada e cintilografia das adrenais) também podem ser utilizados no diagnóstico do feocromocitoma.O tratamento de eleição é a ressecção cirúrgica do feocromocitoma. No entanto, a cirurgia geralmente é realizada somente após o estabelecimento de níveis normais de catecolaminas, alcançado por meio de medicamentos, uma vez que seus valores alterados representam risco para o procedimento cirúrgico. Os fármacos utilizados são a fenoxibenzamida e o propanolol em associação, sendo que comumente também é necessária a administração de metirosina ou outros fármacos associados para o controla da pressão arterial.Caso o feocromocitoma seja um câncer que sofreu metástase, o seu crescimento pode ser retardado por meio da administração de ciclofosfamida, vincristina e dacarbazina.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Feocromocitomahttp://departamentos.cardiol.br/dha/revista/9-2/feocromocitoma.pdfhttp://www.sbu-sp.org.br/site/index.php/feocromocitoma.htmlhttp://www.manualmerck.net/?id=172&cn=1344http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42301997000300012&script=sci_arttext