Febre de Mayaro Corrente PI

Informações sobre Febre de Mayaro em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Febre de Mayaro e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Ccad - Clínica Cirúrgica Aparelho Digestivo
(86) 3221-4006
Rua Desembargador Pires de Castro 458
Teresina, Piauí
 
Cliamep
(86) 3221-1043
Rua Arlindo Nogueira 550
Teresina, Piauí
 
Clínica Médica São João
(86) 3233-6119
Rua Salomão Said 717
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Gastromed
(86) 3223-7111
Rua Félix Pacheco 1788
Teresina, Piauí
 
Novaclinica
(86) 3221-0259
Rua Coelho de Resende 500
Teresina, Piauí
 
Clínica Integrar
(86) 3081-7722
Rua Desembargador Pires de Castro 380
Teresina, Piauí
 

Febre de Mayaro

A febre de Mayaro é uma infecção causada pelo vírus Mayaro (MAYV), o qual é transmitido tipicamente pela picada do mosquito Haemagogus.Este vírus foi primeiramente identificado em Trinidad, no ano de 1954, no sangue de cinco trabalhadores rurais que apresentavam febre. No Brasil, foi isolado pela primeira vez em 1955 durante um surto em uma comunidade rural próximo à Belém, no estado do Pará.O MAYV pertence à família Togaviridae, gênero Alfavirus, no qual são encontradas 30 espécies classificadas de acordo com os seus determinantes antigênicos e as diferenças genômicas. Todos são transmitidos por artrópodes, sendo, por este motivo, considerados arbovírus.Esta enfermidade ocorre em florestas tropicais úmidas da América do Sul; todavia, já foi identificada na América do Norte, em Louisiana, em aves. Esta infecção resulta em uma doença aguda, auto-limitada e que dura de 3 a 5 dias. O MAYV relaciona-se intimamente com o alfavírus que causa uma doença similar a dengue em decorrência da presença de artralgia de longa duração.Pesquisadores admitem que este vírus também possa ser transmitido por outras espécies de mosquitos, como Culex, Aedes, Psophora e Sabethes, podendo também ocorrer uma forma urbana da doença, do mesmo modo que ocorre com a febre amarela.O ciclo de transmissão do MAYV é semelhante ao ciclo silvestre da febre amarela. Acredita-se que haja a participação de macacos como reservatório do vírus, enquanto que a copa de certas árvores funciona como o reservatório do mosquito Haemagogus. Infecções em humanos estão relacionadas à exposição a florestas tropicais úmidas.Dentre os sintomas causados pela febre de Mayaro estão:Febre;Calafrios;Mialgia e astenia;Dor nas articulações;Cefaleia;Tontura;Dor epigástrica;Náuseas;Fotofobia;Dor lombar;Erupções cutâneas do tipo macropapular;Linfadenopatia inguinal.O melhor método de diagnóstico para a febre de Mayaro é o isolamento do agente, podendo-se isolar in vivo o vírus a partir de inoculações em cérebro de camundongos neonatos ou, in vitro, a partir de cultura de células de vertebrados ou de invertebrados. A identificação pode ser realizada por meio da inibição da hemaglutinação, soroneutralização ou por imunofluorescência. Existem também testes moleculares capazes de identificar o MAYV.No entanto, após o surgimento dos sintomas, técnicas de identificação do vírus são difíceis de serem utilizadas, já que o MAYV apresenta um pequeno período de viremia (de 2 a 3 dias). Nestes casos, os testes sorológicos são os mais indicados.Habitualmente a febre de Mayaro é uma doença auto-limitada, desaparecendo dentro de poucos dias, com o quadro evoluindo para a cura sem deixar sequelas. Todavia, a artralgia pode prolongar-se por muitos meses, em alguns casos precedendo à febre e causando poliartrite moderada a intensa.O tratamento é sintomático, uma vez que não existe uma terapia específica.Fontes:http://www.rightdiagnosis.com/m/mayaro_fever/intro.htmhttp://en.wikipedia.org/wiki/Mayaro_virus_diseasehttp://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/31/TDE-2009-11-18T095013Z-2045/Publico/texto%20completo.pdf