Febre de Lassa Corrente PI

Informações sobre Febre de Lassa em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Febre de Lassa e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Oncomedica
(86) 3216-1122
Rua Paissandu 1894
Teresina, Piauí
 
Diana Raimunda Alves de Sousa
(86) 3221-1869
Rua Olavo Bilac 1759 s 05
Teresina, Piauí
 
Plamed Hospital de Reabilitação
(86) 3081-2815
Rua Rui Barbosa 865
Teresina, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Cendomed
(86) 3233-3540
Avenida Governador Gayoso Almendra 211
Teresina, Piauí
 
Ortoclínica Ortopedia e Traumatologia
(86) 3222-5514
Rua Desembargador Pires de Castro 595
Teresina, Piauí
 
Clínica Medicina Física Picos
(89) 3422-3056
Avenida Nossa Senhora de Fátima 466
Picos, Piauí
 

Febre de Lassa

A febre de Lassa trata-se de uma rara doença viral aguda transmitida por animais infectados, como artrópodes e roedores, especialmente os ratos.Esta doença foi descoberta no ano de 1969, devido à morte de duas enfermeiras na cidade de Lassa, na Nigéria.Ocorre especialmente na África Ocidental, em países como Serra Leoa, Congo, Libéria e Nigéria, acometendo em torno de 100.000 a 300.000 indivíduos, causando, no mínimo, 5.000 mortes anualmente.O agente responsável por esta doença é um RNA vírus pertencente à família Arenaviridae, transmitida aos humanos pelo contato com excrementos de animais contaminados, por via respiratória ou digestória. Também é possível adquirir a doença por meio de fissuras cutâneas ou pelas mucosas quando em contato direto com o material contaminado.As manifestações clínicas desta patologia normalmente surgem dentro de 1 a 3 semanas após o contato com o vírus e inclui:Febre crescente;Faringite;Tosse;Dor no peito;Conjuntivite;Dor lombar;Vômito;Diarréia ou constipação;Fraqueza geral;Disfagia;Hepatite;Pericardite;Hipertensão ou hipotensão;Taquicardia;Encefalite;Meningite;Déficit auditivo;Ataques apopléticos.Uma vez que esta doença apresenta sintomatologia variada e inespecífica, o diagnóstico clínico torna-se muito difícil. Caso o paciente tenha estado na África Ocidental pelo menos 3 semanas antes dos sintomas surgirem, esse fato deve ser comunicado ao médico. A confirmação é alcançada através de exames laboratoriais, mais comumente pelo ELISA, capaz de detectar a presença de anticorpos IgM e IgG, bem como o antígeno para a febre de Lassa. Dentre outros exames que também podem ser feitos estão: cultura, imuno-histoquímica e PCR.O tratamento de eleição para esta doença é o medicamentoso, que utiliza o antiviral ribavirina, que é mais eficaz quando administrado no início da doença. Também é feito o tratamento suporte, fazendo a manutenção de fluídos, da pressão arterial, da oxigenação e balanço eletrolítico, além do tratamento de infecções secundárias.A prevenção da doença pode ser feita evitando o contato com os transmissores desta afecção, por meio de medidas de controle dos mesmos, especialmente nas regiões endêmicas.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Febre_de_Lassahttp://cuidadossaude.com/2010/05/febre-de-lassa-definicao/http://www.tuasaude.com/febre-de-lassa/http://www.revistamedicaanacosta.com.br/11(2)/artigo_6.htmhttp://www.cdc.gov/ncidod/dvrd/spb/mnpages/dispages/lassaf.htmhttp://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs179/en/