Estrongiloidíase Corrente PI

Informações sobre Estrongiloidíase em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Estrongiloidíase e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Climet
(86) 3233-4444
Avenida Senador Area Leão 1625
Teresina, Piauí
 
Prontoar Clínica de Doenças do Aparelho Respiratório
(86) 3222-3495
Rua Desembargador Pires de Castro 740
Teresina, Piauí
 
Clínica Doutor Fares
(86) 3321-1992
Rua Teresina 690
Parnaíba, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Centro de Dermatologia e Endocrinologia Lia Rachel
(86) 3221-4789
Rua São Pedro 1977
Teresina, Piauí
 
Atendo Clínica Médica e Pediátrica
(89) 3522-2740
Rua São João 765
Floriano, Piauí
 
Clínica de Habilitação do Trânsito
(86) 3218-2475
Avenida Miguel Rosa 6666
Teresina, Piauí
 

Estrongiloidíase

A Estrongiloidíase ou Estrongiloidose é uma doença causada pelo parasita Strongyloides stercoralis e possui maior prevalência em regiões quentes (com temperatura entre 25 a 30º C) e com bastante umidade. Os nematódeos são encontrados em solo arenoso e podem viver indefinidamente no solo como formas livres.A forma parasita deste verme possui corpo cilíndrico, filiforme, esbranquiçada, com as extremidades afiladas. Na porção anterior encontramos a boca com três pequenos lábios. Possui esôfago estreito e cilíndrico (filarióide), e mede de 2 a 3 mm de comprimento.Quanto à forma de vida livre, o parasita possui a seguinte morfologia:Larva rabditóide mede aproximadamente 0,25 mm, possui esôfago rabtitóide, vestíbulo bucal curto e primórdio genital visível.A larva filarióide mede cerca de 0,5 mm e contém esôfago cilíndrico que se estende quase até a metade do corpo da larva. Possui vestíbulo bucal e a cauda termina como uma pequena bifurcação.O macho e a fêmea possuem boca com três pequenos lábios, esôfago do tipo rabditóide e vestíbulo bucal curto. A fêmea é maior (1,5 mm) e possui extremidade posterior delgada e voltada ventralmente, apresentando duas espículas pequenas.Larva do verme Strongyloides stercoralisA transmissão da doença acontece pela penetração das larvas filarióides na pele (geralmente nas áreas da pele mais fina dos pés), ingestão de alimentos contaminados por larvas, autoinfestação interna (mudança das larvas rabditóides para filarióides na região perianal infestando o hospedeiro).Contaminado, o indivíduo apresenta os seguintes sintomas:Lesões cutâneas: Geralmente discretas, podendo haver pequenas alergias. A pele pode apresentar manchas vermelhas, coceira e inchaço. Estes sintomas tendem a desaparecer espontaneamente dentro de 1 a 2 semanas.Lesões pulmonares: Quando as larvas perfuram os alvéolos ocorrem pequenas hemorragias, alterações inflamatórias, que podem complicar com o aparecimento de fenômenos alérgicos e invasão bacteriana secundária.No intestino, as fêmeas partenogenéticas ao nível da mucosa, possuem uma ação mecânica e irritativa capaz de provocar enterite. Assim a mucosa parasitada contém uma inflamação catarral e com a presença de pontos ulcerados. Essas úlceras podem complicar-se por invasão bacteriana, dando extensas áreas necróticas.Além de tudo isto, o paciente apresenta anemia, diarréia, emagrecimento, desidratação e irritabilidade, que são agravados em caso de subnutrição.É muito importante para evitar a doença, usar sapatos em áreas endêmicas para proteger os pés, abolir por completo adubação com fezes humanas e tratar os doentes de modo a evitar a proliferação da verminose. O tratamento geralmente é feito com tiabendazol e albendazol, porém deve ser receitado pelo médico especialista.Para diagnóstico da estrongiloidíase, pode-se usar o método HPJ (sensibilidade menor), porém os métodos mais utilizados são o de Baermann-Moraes ou o de Rugal, que são bastantes eficazes. Para esses exames de fezes não se deve usar conservadores para não matar as larvas. Vale ressaltar que nas fezes somente são encontradas larvas rabditóides e não ovos, como em outras verminoses.Referências Bibliográficas:http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/hidrica/Strongiloides.htmhttp://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000630.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Estrongiloidíase